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Yuricast 8: Carol (2015)
Olá a todos! Cá estamos de volta com mais um yuricast para a nossa (e vossa) alegria!
Dessa vez voltamos mais de meio século no tempo para degustar a delicada história de Carol, um filme que fala muito em momentos em que nada é dito e que fez com que todas as migas do fandom ficassem apaixonadas completamente pela maravilhosa Cate Blanchett! Mais uma vez as hosts do programa são @LKMazaki e @SechanKV, que vão comentar muito sobre a saga de amor de Carolzinha e Teresa-chan! (Essas referências que ninguém entende. . . )
Como sempre, link do Youtube para quem quiser ouvir online
Como sempre vocês podem baixar o programa diretamente (ó santa do RSS, quando irá nos abençoar?!)
[Download] Yuricast 8 - Carol (2015) - Google Drive
[Download] Yuricast 8 - Carol (2015) - Mediafire
Deixem seus comentários e impressões. Já assistiram Carol? O que acham do filme? E o final, soa ou não muito aberto para vocês? Digam aí!
Até breve!
Dessa vez voltamos mais de meio século no tempo para degustar a delicada história de Carol, um filme que fala muito em momentos em que nada é dito e que fez com que todas as migas do fandom ficassem apaixonadas completamente pela maravilhosa Cate Blanchett! Mais uma vez as hosts do programa são @LKMazaki e @SechanKV, que vão comentar muito sobre a saga de amor de Carolzinha e Teresa-chan! (Essas referências que ninguém entende. . . )
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Até breve!
domingo, 11 de junho de 2017
Posted by Mazaki89
[Análise] Filme - Carol
Olá pessoal! A Se-chan está demorando para conseguir trazer conteúdo ao KaS, não? Me desculpem, esse início de ano está corrido..
Mas estou aqui feliz por que tive uma grande experiência de vida há esses dias. Fui ver aqui em Porto Alegre (no GNC Moinhos, que tinha os melhores horários da cidade) o filme Carol, que tem conteúdo lésbico e é uma adaptação de um livro de mesmo nome.
Diferente de alguns textos do KaS que são mais soltos, esse aqui eu fiz muito preparada e analisando cada detalhe da obra, de um modo mais sério e "profissional". Espero que agrade e, se gostarem, começarei a fazer mais deste tipo de postagem aqui no blog.
Antes de ir para a resenha, preciso avisá-los de que sim, a postagem vai conter alguns spoilers. Tentei não falar muito, mas para algumas coisas como análise de personagens é preciso fazê-lo. Portanto, aconselho a ler a postagem após ver a obra, ok?
Então prepare-se e venha com a Se-chan!!
Análise
Carol se passa nos anos 50, época de muito glamour, charme e moda singular. Mas também é característico é a opressão sob as mulheres, que ainda eram vistas como donas de casa, madames, ou trabalhadoras de baixo nível hierárquico. Por mais que as pessoas vão ver o filme pelo tema LGBT, Carol nos mostra como foco central a luta de duas mulheres pela sua liberdade de expressão, independência e a busca pelos seus verdadeiros desejos.
Além disto, algo extremamente abordado é a questão da moralidade. O que é moralidade? O que se retrata é que duas mulheres não poderiam publicamente ter nenhum tipo de relacionamento amoroso e um pai poderia tirar a custódia da mãe justamente por este tipo de "padrão de comportamento", proibindo a mesma de ver a filha por uma "cláusula de moralidade". Se fosse feito o contrário, o homem traindo a esposa com uma mulher, acredito que haveria uma possibilidade de desviar desta tal cláusula. Mas o filme não aborda isto, ele não é um tipo de filme "Gay agenda" que tem como foco a politica gay. Ele é mais do que isto, pois nos dias atuais a sociedade (principalmente a americana) já passou deste ponto de retratação LGBT nas telas. É um puro filme de romance, onde duas pessoas amadurecem e acabam tendo um romance proibido, e lutam pelo mesmo.
Não menos importante, temos o período de road trip movie, onde as duas mulheres viajam e têm uma experiência única. Antes um pouco distantes, as protagonistas se conhecem profundamente, ganham intimidade e criam laços firmes. O romance floresce e o relacionamento ganha outro nível. Elas não são representadas como um casal lésbico e não há um momento sequer no filme onde as duas discutem o que sentem, se é correto ou contra normas. As duas têm consciência do que fazem, apesar da mais nova inicialmente (antes da viagem) não entender completamente o que há. Ao final, as duas fazem uma escolha que mudará completamente suas vidas (ainda mais), e se libertam das amarras de uma sociedade opressora.
Técnica
A primeira cena nos mostra o ritmo, ambientação e sonoridade do filme. Com uma trilha de piano, violino, harpa e sopros, nos envolve e nos prende logo ao começo do filme. A câmera contínua, seguindo o personagem atravessando a rua até o prédio, os ângulos da cena que nos mostra pela primeira vez as heroínas da obra, que depois vemos repeti-la por outros olhos, é uma verdadeira aula de direção. Um ciclo perfeito. Excelente direção de Todd Haynes.
A obra é regida por fotografia e trilha sonora marcantes, que nos mostram os sentimentos das personagens a partir de seus ângulos e sons perfeitamente colocados. A evolução das duas protagonistas ao decorrer do filme é mostrada justamente pela mudança de foco de personagens nas câmeras. Inicialmente vemos Therese encantada com aquela mulher mais velha, firme e madura. Ao fim, nos deparamos com Carol notando a maturidade da mais nova, e sua evolução de jovem crua para uma mulher que criou barreiras contra obstáculos sentimentais. E a fotografia ganha destaque também por culpa do roteiro, que nos encaminha de uma Therese quieta e que se deixava levar pelos outros, há uma mulher que diz seu primeiro "Não" logo ao final do filme.
Isto nos leva há outro ponto: a importância das falas e onde as mesmas são colocadas. Muitos filmes pecam pelo exagero ou excesso de explicação nas falas. É o completo contrário em Carol. As falas são muito importantes, fazem personagens secundários ganharem importância e cortam diálogos didáticos sobre a sociedade da época. A entrega aos sentimentos são sem as palavras padrões, e algumas das mais importantes falas são ditas instantes antes do final da obra. Muitos detalhes também são colocados em plano de fundo ao instrumental do filme. Por exemplo, Carol diz que ama a neve por baixo de um instrumental quando está levando Therese para sua casa. Logo que chegam, a madame vai ao encontro de sua filha, a qual a chama de "floco de neve". São essas minúcias que dão ainda mais valor à obra.
Personagens
Sei que Carol é uma adaptação de um livro com subtítulo "The price of salt" ("O preço do sal", em português), trazido para o português pela editora L&PM. Mesmo assim, a adaptação do texto (o qual ainda não tive a oportunidade de ler) aparenta ser muito bem feita, e com poucas mudanças (como Therese ser virgem ao início do filme).
A protagonista inicial, Therese Belivet (interpretada por Rooney Mara), é uma vendedora em uma seção de brinquedos sem interesse em seu trabalho e em seu namorado, que constantemente tenta convencê-la a casar-se com ele. Vemos uma personagem introspectiva, desinteressada no mundo, que fotografa coisas inanimadas e se deixa levar pelos outros facilmente. Ao conhecer Carol, conhece finalmente alguém que tenta entender mais profundamente o que passa em sua mente, que a pergunta a todo momento sua opinião. Enquanto outros têm esta visão de uma Therese inocente, Carol a vê como uma mulher, ainda em desenvolvimento, mas ainda uma mulher que pode ter sim idéias próprias e independente. Além disto, as tentativas de sedução da mais velha são totalmente inversas ao que os homens do filme tentam com a garota. Os toques sutis, as conversas e perguntas, tudo colocando o foco na jovem.
A parte mais importante a se comparar em Therese durante o filme são as cenas de final de namoro à de primeiro sexo com Carol. Primeiro, o convite de Carol para viajar com ela foi o estopim para o término com seu namorado, que até tenta dizer-lhe que está numa "paixonite", e a mesma responde que "nunca esteve tão acordada na vida". Foi o primeiro passo para sua independência. Além disto, o homem desata dizendo que "até a pediu em casamento". Therese apenas responde dizendo que "Talvez o problema seja este, eu nunca lhe pedi nada". E este é o real ponto a prestar atenção. Sim, aquela garota que falou isto, é a mesma que quando recebe o primeiro beijo de Carol, diz "me leve para a cama". Sim, o primeiro pedido de Therese. Após estes dois, além da quebra de contato com a mais velha na parte final do filme, são as mais importantes para vermos esta evolução da personagem.
A atuação de Rooney Mara é sóbria e ganha destaque nesses detalhes. Além do final, onde deveria ter sim uma completa dissociação com a personalidade inicial da garota, que foi feita perfeitamente. Não é o papel que mais se tem destaque no enredo, mas que como nosso foco de visão inicial da trama, deveria ter sido feito corretamente. E a atriz deu conta do recado.
Enquanto isto, Carol Aird (interpretada por Cate Blanchett), que aparenta ser uma mulher independente, que vive muito bem, sem problemas, é na verdade controlada pelo marido, o qual não ama. Sim, ela o traiu e o mesmo sabe disto, e a suborna com a filha para impedir o divorcio. O clima na casa vai ficando cada vez pior com o homem, e após a viagem, vemos uma Carol frágil física e psicologicamente. Sem ver a filha, a mulher perde suas forças e esperança.
Quando se depara com Therese, se encanta. Dá atenção a mulher, a trata como dama, algo precioso. A única pessoa que vemos Carol dar importância ao decorrer do filme como dá a Therese é sua filha. Sem as duas, a mulher madura se desfaz, vira uma lembrança do passado. Carol, que apelida suas amadas de "floco de neve" e "anjo caído do céu", vê em dado momento que na mente de seu marido, se ele não pode tê-la, Carol não terá sua filha. Mas a mulher não poderia ficar sem a filha, não é? É o que pensamos quando Therese lê a carta da mais velha. Porém, ao final do filme, também transformada, Carol (em seu limite emocional) abre mão da custódia de sua filha para poder finalmente ter a sua tão necessitada liberdade. Ela terá finalmente as duas garotas de sua filha. Será? O final do filme eu deixo que vocês mesmos vejam e não tenham a devida emoção tirada por minha pessoa.
A interpretação de Cate Blanchett é impecável. Seus detalhes, expressões, improvisos, todos dão mais profundidade, peso à personagem. Ela, assim como Carol, têm mais destaque do que a outra atriz/personagem. É o centro da atenção do espectador, e nos deixa estasiados como Therese. Além disto, Cate Blanchett também é produtora executiva do filme. Talvez por isto também a vemos tão empenhada e apaixonada pela obra.
E isso que nem falei da química das atrizes no filme. É divino, de outro mundo. Sem mais.
Tudo o que tenho para a obra até agora são elogios. Vi a seção estasiada, vidrada, apaixonada. Escutei cada instrumental, vi cada detalhe. Não sei se esta será a mesma que você leitor(a) terá, mas digo para preparar seus olhos e ouvidos, pois se prestar atenção, esta pode ser uma das melhores seções de cinema que poderá ter em anos. Pelo menos eu espero que seja.
Por Fim
Carol é um excelente filme, que contém duas protagonistas muito cativantes onde você pode se espelhar muito se tiver tido algum tipo de experiência próxima à delas. De igual qualidade é a química entre as atrizes, que envolvem o filme de uma atmosfera amorosa até o ápice. Além disto, achei os personagens de apoio (mesmo os que não aparecem muito) bem feitos e carismáticos.
Na minha opinião, claro que o filme gira muito só em Carol e Therise, e que poderia ter mais momentos entre Carol e sua filha. Porém, acho que é justamente vê-la pouco com a menina que nos deixa agoniados junto da mulher pela recuperação do direito de visitá-la.
E uma das melhores coisas da obra é sua capacidade de nos convencer de sua veracidade, pois o que vemos não parece um filme gravado em 2015 que tenta parecer os anos 50, mas sim que tudo se passa verdadeiramente na época. A caracterização, ambientação e sonorização do filme são perfeitos para este objetivo.
Pode parecer coisa de fã de filmes lésbicos, mas Carol está no meu coração pelo modo de sua retratação do tema e sua capacidade de empatia em mim. Gostaria de saber se mais alguém teve este sentimento, e se não, por quê.
Por Fim
Carol é um excelente filme, que contém duas protagonistas muito cativantes onde você pode se espelhar muito se tiver tido algum tipo de experiência próxima à delas. De igual qualidade é a química entre as atrizes, que envolvem o filme de uma atmosfera amorosa até o ápice. Além disto, achei os personagens de apoio (mesmo os que não aparecem muito) bem feitos e carismáticos.
Na minha opinião, claro que o filme gira muito só em Carol e Therise, e que poderia ter mais momentos entre Carol e sua filha. Porém, acho que é justamente vê-la pouco com a menina que nos deixa agoniados junto da mulher pela recuperação do direito de visitá-la.
E uma das melhores coisas da obra é sua capacidade de nos convencer de sua veracidade, pois o que vemos não parece um filme gravado em 2015 que tenta parecer os anos 50, mas sim que tudo se passa verdadeiramente na época. A caracterização, ambientação e sonorização do filme são perfeitos para este objetivo.
Pode parecer coisa de fã de filmes lésbicos, mas Carol está no meu coração pelo modo de sua retratação do tema e sua capacidade de empatia em mim. Gostaria de saber se mais alguém teve este sentimento, e se não, por quê.
A única coisa que poderia mudar, levemente, seria a "vilanização" dos homens no filme. Não me deixou inquieta ou incomodada, mas não sei o que um homem "cis hétero" acharia disso.
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sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
Posted by Se-chan
[Notícia] Trailer e Informações sobre o filme Harmony
Pois é, os últimos tempos estão bons para trailers que interessam o fandom de girls love e o KaS não vai perder a onda. Dessa vez, saiu o trailer definitivo de Harmony, um filme (em anime) que faz parte de um projeto de três filmes que adaptam as obras do falecido romancista Project Itoh.
O enredo do livro é de que no futuro, a Utopia foi finalmente alcançado graças à nanotecnologia médica e uma ética poderosa do bem-estar social e consideração mútua. Porém este mundo perfeito não é tão perfeito, e três garotas enfrentam à bondade totalitária e super-medicina numa tentativa de suicídio através de inanição. O plano não funciona, e uma das meninas (Tuan Kirie) cresce e vira um membro da Organização Mundial de Saúde. Quando uma crise ameaça a Harmonia do novo mundo, Tuan redescobre outro membro de seu pacto de suicídio e, juntas, elas devem ajudar a salvar o planeta ... de si mesmo. (sinopse retirada do Anime News Network)
O que a sinopse não diz nada é sobre esse climão entre as meninas. Nossa, que lindas essas cenas da protagonista com a menina de cabelo cinza. É meio melancólico por parecer meio um romance trágico, mas não deixa de ser muito bonito. Além do mais, o momento no final do trailer onde a Tuan pede desculpas para a menina (que ao que tudo indica não está viva) foi muito triste. Fiquei ansiosa só de rever o vídeo. (XD)
A música tema está familiar? É por que EGOIST (que tem músicas no anime Psycho-Pass) está executando as músicas-tema para todos os filmes do Project Itoh. Eu particularmente acho as músicas da banda muito boas, e o tema para Harmony não está fora dessa afirmativa. Adorei e combina com a melancolia e a distopia da trama.
Sobre a estreia do filme, ele está já saindo do forno. Será lançado dia 13 de novembro. Já os outros filmes do projeto, The Empire of Corpses já estreou nos cinemas no Japão, dia 02 de outubro, e Genocidal Organ deveria também ser lançado dia 13 de novembro, mas o filme foi adiado após a Manglobe declarar falência em setembro. A nova data de estréia do filme ainda não foi anunciada. O mais curioso sobre o projeto é que cada filme está sendo adaptado por um estúdio de animação diferente. Torço para que Genocidal Organ não seja prejudicado quanto a isto.
O filme, realizado pelo Studio 4°C, está sendo dirigido por Takashi Nakamura e Michael Arias. Além dessas informações, já temos também informações sobre a dublagem da obra. A seguir a lista das vozes dos personagens:
Miyuki Sawashiro como Tuan Kirie (protagonista)
Yoshiko Sakakibara como Oscar Stauffenberg
Shinichiro Miki como Elliya Vashirof
Akio Ohtsuka como Asaf
Aya Suzaki como Cian Reikado
Cho como Keita Saeki
Junpei Morita como Nuaza Kirie
Reina Ueda como Miach Mihie
Eu já estava de olho em Harmony faz um tempo, mas como somente tinha um trailer curto, não mostrei aqui no KaS por que não continha informações o bastante. Porém, A Se-chan sempre está de olho, e conseguiu tudo direitinho pra fazer essa postagem bem recheada.
O que acharam?
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quarta-feira, 4 de novembro de 2015
Posted by Se-chan
Tag :
Anime,
Filmes,
Girls Love,
Harmony,
News,
Notícias,
Project Itoh,
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shoujo ai,
Trailer
[Notícia] Trailer de Freeheld, filme com Julianne Moore e Ellen Page
Pois é, o KaS está aqui se reinventando e saindo só do conteúdo de "yuri" japonês. E por isso, queria aconselhar o pessoal a ficar de olho em um filme que já estreou nos Estados Unidos, mas que só ano que vem irá aparecer nos cinemas brasileiros. Estou falando de Freeheld.
Contando com um elenco de peso e protagonizado pelas talentosas e já conhecidas por serem ativistas LGBTQ (sempre gosto de colocar o Q pra ampliar a denominação) Julianne Moore e Ellen Page, a história é baseada em um caso real que aconteceu nos EUA (que tem mesmo nome e foi ganhador do Oscar de melhor documentário, dirigido por Cynthia Wade). No filme, Laurel Hester (Julianne Moore) uma detetive da Polícia de New Jersey é diagnosticada com um tipo avançado de câncer, e luta para deixar os direitos de pensão à sua esposa, a mecânica Stacie Andree (Ellen Page). Porém, as autoridades do condado tentam lhe impedir. E assim começou uma luta pela igualdade de direitos.
Além do elenco super conhecido, a música tema do filme ser cantada pela (polêmica) Miley Cyrus. (sim, essa música bem bonita ao fundo do trailer é cantada pela doidinha...)
Enquanto nos Estados Unidos o filme estreou dia 2 de outubro, aqui no Brasil irá somente entrar em cartaz no ano que vêm, em 11 de fevereiro. Portanto, fiquem ligados nos cinemas de sua cidade, para ver em que sessão irá passar o filme, por que parece imperdível! (e imagino que irei chorar LITROS!)
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quinta-feira, 29 de outubro de 2015
Posted by Se-chan
[Notícia] Trailer de Almost Adults
Você abriu esta notícia sem entender nada. Eu sei. Mas a Se-chan aqui é uma pessoa antenada nas novidades do mundo de Girl Love e traz umas coisas bacanas de vez em quando (e juro que vou trazer mais seguido, ok? ^.~).
![]() |
| A Natasha é assumida, mas daqui a pouco vou começar a desconfiar da Elise fazendo tanto projeto lésbico e... (brinks~~ XD) |
Para quem lembra da minha postagem sobre a web série Carmilla, pode ter reconhecido os rostinhos que apareceram na imagem acima. Sim, as interpretes da série contracenaram de um filme. Almost Adults, financiado pelo Kickstarter, é um projeto do The Gay Woman Project, canal canadense bem popular e com foco em assuntos lésbicos.
A comédia gira sobre Mackenzie (Elise Bauman, Laura da série Carmilla) e Cassie (Natasha Negovanlis, Carmilla da mesma série), que são melhores amigas e estão no último ano de faculdade, querendo mostrar experiências delas enquanto estão passando para a vida adulta. Uma delas abraça sua real sexualidade e tenta recuperar o atraso em tudo o que ela perdeu durante seus anos de adolescência, enquanto a outra termina um relacionamento de longo prazo com o namorado e descobre que sua vida não está indo como planejado. Ambas lutam para manter a amizade, mas estão começando a crescer separadas uma da outra. (sinopse retirada do site original)
Eu já conhecia o The GW Project, então fiquei muito curiosa quando elas anunciaram o filme. Estava esperando o trailer ser lançado há tempos. Não se preocupe, tem legendas em português liberadas! Achei muito leve e fofo, mas mesmo assim explorando coisas bem interessantes.
O que nos resta agora é torcer por um milagre doido no Universo que nos permita ver o filme! Oremos por Godoka, Kumaria-sama e o que for! Que tal fazermos uma campanha?
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segunda-feira, 26 de outubro de 2015
Posted by Se-chan
Yuri Week Gallery #75
Olá meus amiguinhos leitores!
Hoje venho com mais uma postagem diferente do normal. Por que? Por que vou levar o KaS há outro patamar (só que não..).
Para quem acompanha o KaS há mais tempo, talvez lembre de uma ou outra postagem perdida da Se-chanzinha aqui falando sobre algum filme ou seriado americano/inglês shoujo ai. Sim, meu encanto com shoujo ai não para simplesmente em animes e mangás, mas eu também adoro filmes de romance lésbicos. (nada muito depressivo, por favor)
Com o tempo eu me fixei nas seções do KaS e deixei de lado este meu lado blogueira de filmes, mas hoje eu acordei afim de mostrar para vocês alguns filmes e seriados que eu aconselharia vocês a verem!
Que tal a ideia? É bom variar as coisas de vez em quando...
Se você não quer fugir muito do foco deste blog, aconselharia ver Love my Life (2006),
filme japonês inspirado em um mangá homônimo.
Quando vi a primeira vez, provavelmente uns 3 anos atrás, foi quando estava começando a ver filmes com a temática shoujo ai. Achei ele divertido, fofo, surpreendente em alguns pontos e ótimo.
Há poucas semanas o peguei para ver novamente e...
bom, sem comentários (talvez meu gosto tenha mudado..)
Mesmo assim vejam, eu não lembro de outro filme japonês que eu tenha visto com a temática.
Livrando a Cara (Saving Face, 2004) é um filme sobre um casal yuri em uma Chinatown americana, lutando contra as tradicionais famílias chinesas. Apesar do plot meio dramático, ele é muito engraçado na verdade.
Boa pedida, com certeza!
Se você quer um pouco mais sério e com atrizes mais conhecidas, é uma obrigação ver As Horas
(The Hours, 2002). Com um elenco com nada menos que Maryl Streep, Julianne Moore e Nicole Kidman (entre outras), As Horas é um filme baseado em um livro norte-americano, e conta a história de três mulheres em três épocas diferentes.
Para quem quer ficar com pinta de cult ou quer algo mais adulto (em termos técnicos e enredo),
veja sem medo!
Se você quer filme com atrizes conhecidas, mas quer algo mais descontraído, eu aconselharia ver o recente A Família Perfeita (The Perfect Family, 2011).
Este foi o último filme da temática que vi e, apesar de dar muitas risadas com o filme, a trama mostra de um modo interessante uma mãe de família tentando de tudo para fazê-la (a família) parecer perfeita.
Vi o filme umas 3 vezes em 2 dias! (XD)
E sim, é tudo de bom ver a Emily Deschanel em um papel lésbico. (*o*)
Mas normalmente otakus gostam de ver bastante anime, não?
Então será que fãs de shoujo ai gostariam de ver seriados com a temática?
Sim, trago-lhes South of Nowhere (2005-2008), seriado americano bem ao estilo do antigo Dawson's Creek. (ou possivelmente do um pouco mais recente One Tree Hill)
Como eu gosto de mangás de romances escolares shoujo ai, SoN foi um achado pra mim. Ele pega muitos assuntos sérios, e não exagera no fanservice shoujo ai.
Para quem quer ver algo, mas não quer exageros, acho que SoN é uma boa pedida.
Mesmo assim, um aviso: SoN ainda não é o mais leve que se pode achar em seriados americanos, por que..
Para ser fofo, simples e engraçado, nada melhor que Glee!! (*o*)
Eu não posso negar, sou fã de carteirinha de Brittana. (Santana e Brittany, as lideres de torcida yuris~)
Apesar do desenvolvimento delas ter sido muito lento, eu tenho que admitir que quando houve algo,
foi épico. Ok, estou exagerando, mas achei muito fofo o modo como houve tudo, até para aparecer o primeiro beijo ouve um cuidado muito legal.
Então eu diria que para fãs dos mangás shoujo ai que normalmente aparecem aqui no KaS
que Glee é uma excelente série para se ver. Mesmo que o casal lésbico seja secundário,
é muito divertido e surtante! (\o/)
O que acharam?
Se ficou interessado, cada um deles tem um trailer, é só clicar no nome! E se acha que vai ser difícil achar os filmes, esqueça! Vários deles dá pra ver direto no YouTube completos. Sim, é fácil! (\o/)
Foi muita coisa de uma vez só? Vocês querem mais?! Digam nos comentários, por favor!
Eu conheço bastante coisa, mas fiquem a vontade para falar o que gostariam de ver por aqui ou algum conselho de filme/seriado que você ache legal! (=D)
Até logo! o/
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Posted by Se-chan











