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- KaS AWARDS 2011 Parte 02: TOP 05 Melhores Mangás
Posted by : Unknown
domingo, 22 de janeiro de 2012
Olá vocês! 2011 acabou e tá naquele momento de relembrar as
séries mais marcantes daquele ano. E hoje tendo como foco, os mangás. Claro
que, essa lista aqui é apenas minha opinião, sinta se livre para discordar ou
postar sua própria lista. Inicialmente havia pensado em fazer um top 10, mas
além de ficar grande demais, perderia um pouco do feelig de “peneiragem”, de
citar apenas realmente aqueles que se destacaram com certa vantagem sobre os
demais. Acredito que ficou uma lista bem justa, com alguns dos títulos mais
comentados do ano passado e que se destacaram de alguma maneira. Com isso,
muito dos mangás que eu gostaria de incluir, acabaram ficando de fora, como Nobara no Mori no Otometachi, Renai Joshika, Omoi no Kakera e Yamanko,
que rivalizou forte com Prism, mas
acabou ficando de fora. Então essas são minhas dicas de mangás yuris que valem
a pena serem lidos. Desses, o mais diferente talvezseja Omoi no Kakera, que é josei e tem uma narrativa bem mais madura e
centrada, porém ainda está bem no inicio. Bem, vamos ao que interessa; minha
seleção de melhores mangás de 2011.
Menção honrosa: Kuchibiru Tameiki Sakurairo
Continuação da one-shot que conta a história de duas amigas
de infância, Nana e Hitomoi, feita pela mais popular mangaká yuri, Milk Morinaga,
que sabe oferecer exatamente aquilo que o fandom quer, que é um belo traço,
romance e algo um pouco mais apimentado, mas comedido. É a típica série da
antologia Yuri Hime, sempre com enfoque em garotinhas apaixonadas e numa trama
extremamente doce e delicada. A história gira em torno do colégio feminino Sakurakai,
onde as garotas vivem altos e baixos de seus relacionamentos amorosos. É uma coletânea
de 7 histórias, que contam um pouco dos relacionamentos amorosos de algumas
daquelas garotas. Teve inicio em 2005 e chegou ao final em 2011, pela antologia
Comic Yuri Hime. É doce, muito doce, meigo ao extremo, como só a Morinaga sabe
fazer.
05) Kimi Koi Limit
kimi Koi limit
representa minha volta ao mundo dos mangás yuri no ano de 2011. Com a demora de lançamentos de
alguns títulos que eu acompanhava, acabei deixando a paixão esfriar, não me
interessando por nada do gênero por um bom tempo, com exceção de animes, o
resultado é que fiquei mais de 6 meses sem ler nada yuri. A história criada e
desenhada por Momono Moto, teve inicio em 2010 e chegou ao final em 2011 com 1
volume no total. A história tem classificação 18 anos, pois, além de partir de
uma perspectiva adulta, possui sexo e nudez explicita. A narrativa prende pela peculiaridade das
personagens. Sono é elétrica, impulsiva e hiperativa, é a personagem que faz a
história girar e centraliza todas as tramas do mangá. Com diversos momentos
hilários, um toque gostoso de romance e uma premissa que se distância daquele
tipo de romance idealizado, Kimi Koi
Limit foi uma bela descoberta.
Sono confessa seu amor por Sato, mas acaba sendo recusada.
Agora ela vive como um parasita em um apartamento com sua namorada, Hiroko. No
entanto, Sono ainda não se esqueceu de Sato, e quando as duas estão fazendo
amor, a garota em um momento de prazer acaba gritando o nome de sua paixão
platônica, logicamente, Horoko não gostou nada disso e a expulsa de casa. Agora
ela está com sérios problemas...
Bem, essa é a sinopse meia boca de Kimi koi limit, mas digo que a história é muito mais interessante
do que aparenta. Como eu faço questão de alardear aos quatro cantos, eu adoro
histórias de amores platônicos e claro, não foi difícil me identificar com
Sato, que é extremamente preguiçosa e parasita. O traço é lindinho demais, o
cenário muito bem desenhado, aqui temos um pouquinho de drama, de humor e um
certo suspense. Agora como moradora de rua, Sono ainda sonha encontrar seu
antigo amor, mas as coisas na vida real são muito mais complicadas do que
aparenta e não estamos no universo agridoce de um orfanato só pra garotas
lésbicas que não precisam se preocupar com mais nada, além de seus sentimentos.
Sono terá que conviver com isso.
Puta merda!!! Quando a @SechanKV me disse que Prism era muito bom, eu não imaginei que era tanto assim. Eu
nem sei como eu não me molhei lendo os 6 capítulos que foram lançados do mangá,
mas eu delirei com força e tive orgasmos mentais que me fizeram ir do céu ao
inferno e assim repetidamente num
loop infinito que quase me fizeram ter uma convulsão (na verdade, me faltou ar diversas vezes). Não, sinceramente,
histórias assim deveriam ser proibidas pelo vaticano, pois se alguma amiga
minha estivesse por perto, eu teria dado um mordida nela (GRRRR), com força de tão HHHHHHGGGG
que é o desenvolvimento da relação das protagonistas (foi tanto amor que eu tive que morder meus lábios e fechar os olhos
para ver o se o mundo ao redor parava de girar). Oh, eu ainda vou morrer. Morrer
do mais puro amor yuri 2D. É moe demais, vejo vocês no inferno.

A premissa de Prism é bem clichê; Megumi desde criança,
nutre um profundo amor por Hikaru, garoto que ela conheceu na infância e que
lhe “roubou” o primeiro beijo, mas logo acabaram se separando. Há oitos anos
que ela não consegue tirar Hikaru da cabeça. Já no ensino fundamental, ela
decide que precisa deixar o passado para trás e parar de sonhar que um dia
poderá reencontra-lo. É então que ao avistar uma linda garota no primeiro dia
de aula, algo inesperado acaba acontecendo: Essa garota não tira os olhos de
cima de Megumi e inesperada a abraça como se fossem velhas conhecias. É então
que Megumi se dá conta que está diante do seu primeiro amor, Hikaru. Mas para
sua surpresa, Hikaru não era um garoto e sim, garota! E agora? Este é o primeiro mangá Yuri de Higashiyama Shou (que antes de Prism, só tinha títulos hentais),
que mesmo com um histórico suspeito, tem conseguido desenvolver Prism de uma forma delicada, romântica e
levemente apimentada. O mangá é publicado desde 2010 pela antologia bimestral,
especializada em títulos yuri, Tsubomi,
da editora Houbunsha. Por ser
extremamente competente no que se propôs a ser (ou seja, arrancar suspiro das garotas – Yes! Este mangá tem como
público alvo, as garotas japonesas), Prism
merece estar na lista dos 10 melhores mangás yuris de 2011. É doce, muito doce.
É uma mistura insana de chocolate com pimenta.
A história é uma grande novela e lendo os 3 primeiros capítulos,
fica difícil largar de lado, pela grande rede de relacionamentos que interligam
os personagens e uma trama na outra, tudo bem trabalhado e desenvolvido a seu
tempo. Algo bem bacana é o fato de Shimura Takako trabalhar bem o
relacionamento entre Fumi e Akira, que são realmente grandes amigas e demora
para que uma, comesse a perceber que um sentimento novo começa a brotar ali. A
partir dai, mas dúvidas e um suspense realmente convincente. Aoi Hana para mim,
é o melhor titulo yuri de 2011, não apenas por retratar de forma realística um
sentimento conflituoso, mas por possuir um background tão bom e impactante,
como a trama principal, ao ponto do autor poder se dar ao luxo de deixa-la de
lado em detrimento do desenvolvimento de outras camadas da história. Esse é
especialmente para quem curte um bom drama, regado a lágrimas e beijos
salgados.
Gunjo, de Nakamura Ching, certamente é aquele tipo de mangá
essencial não apenas para fãs de yuri, mas para apreciadores de uma boa
história. A trama é mais madura que o habitual, com uma narrativa sensacional.
Mas Gunjo não é nada convidativo, seja pelo traço exótico, sujo e bruto, ou
pela narrativa brusca, que deixa de lado todo o encanto agridoce dos romances
yuris tradicionais e aposta em algo quase selvagem. Isso mesmo, Gunjo é bem
cru, saindo do cenário colegial e abraçando o mundo adulto de 2 mulheres em
fuga. Lembra um pouco de Pieta, porém mais truculento.
Na história, temos uma mulher supostamente hetero, que
cansada dos abusos físicos que recebia do marido, seduz e manipula uma lésbica,
ex-colega de faculdade, para que essa o mate. Após o assassinato do mesmo, as
duas resolvem fugir, sem rumo ou direção certa. Elas passam a viver sempre na
estrada, entre dramas e outros diversos temas com uma forte carga psicológica. É
bem no estilo Thelma e Louise, em um
relacionamento autodestrutivo, dramático e que não se sabe ao certo como
acabará.
De Nakamura Ching, Gunjo é um seinen yuri, para aqueles que
procuram algo mais. Lançado desde 2007 pela antologia Ikk i (Shogakukan) e Morning Two (Kodansha), ainda está encostado nos 2
volumes iniciais. A arte é completamente diferente de tudo que já se viu e como
já comentei, nada convidativo ao primeiro olhar. Muito sujo, cru, brusco, mas
apesar de não ser algo que possamos falar que é bonito, possui extrema
originalidade e casou perfeitamente com a história. Pode não ser uma arte atraente,
mas é linda se olha-la pelo lado artístico, sendo repleta de um detalhismo que
assusta, de tão crível que é, pois Nakamura não maquia suas personagens. Elas
são feias, como qualquer outra mulher japonesa que passeia tranquilamente pela
rua. Por não se prender a velhos clichês do gênero yuri, Gunjo certamente não é
o tipo de titulo que as meninas de um modo geral procuram pra ler, o que é uma
pena, pois essa excelente história, acaba se tornando refém do que tem de
melhor pra oferecer.
“O meu amor é uma flor
solitária. Ela floresceu e se espalhou sem que ninguém percebesse.” – Assim
começa uma das comédias românticas mais badaladas do gênero yuri, sendo uma das
que tinha mais leitores (isso mesmo,
tinha, pois já termino no ano passado, com um total de 8 volumes). É
constantemente comparado com Aoi Hana,
porém, apesar de tratarem do mesmo tema, que aquele velho e sempre atual clichê
da melhor amiga se apaixonando pela outra, ambas a histórias possuem diferenças
sutis. Enquanto Sasameki Koto é mais
bem humorado e com enfoque na comédia, Aoi
Hana se foca mais no drama. É a mesma coisa que comparar Kaichou wa Maid-Sama, com Kimi ni Todoke. A história tem um grande
número de personagens, o que é bem peculiar, se tratando de um mangá yuri. Ao
longo dos volumes, as personagens vão amadurecendo e a história tem boas
reviravoltas e faz uma mistura satisfatória de humor e drama.
Na história, Murasame Sumika, uma garota inteligente e talentosa,
é apaixonada em segredo por sua melhor amiga, Kazama Ushio. Aqui temos a clássica
situação da garota que até então nunca se interessou pelo sexo oposto, mas que
comete um grande erro ao se apaixonar pela melhor amiga. Parece ser algo bem recorrente,
principalmente para quem está se descobrindo. Com isso, Sumiko se sente incapaz
de revelar seus sentimentos, com medo de perder a amizade da amiga. Só que
Kazama abertamente tem interesse no sexo oposto, mas tem predileção por garotas
bonitas, “fofas” como ela mesma diz – E Sumika não se enquadra de forma alguma
nesses requisitos (ao menos, aos olhos
de Kazama), não sendo sequer notada como mulher, por Kazama.
A maior característica de Sasameki Koto é o fato de conseguir ser realista, abordando vários
temas durante sua execução. Se destaca por ser um dos poucos que tem a sutileza
de tratar a homossexualidade de uma forma verossímil, que foge um pouco do tão
popular “mundo de contos de fadas” do universo yuri, que onde todas as garotas
parecem com o gene yuriness no sangue. Outro detalhe é o fato dos sentimentos
dos personagens se sobressaírem aos hormônios, algo que muitas vezes acaba pré-moldando
a cabeça de muita gente com relação aos mangás yuris (não estou considerando o termo shoujo-ai – apesar de esse ter se
tornado importante para fazer essa separação), que normalmente, acabam
ressaltando o desejo sexual. Sasameki consegue se desvencilhar disso e atingir
um público bem maior que a maioria das séries do gênero. Acompanhamos a angústia
dos personagens e como isso afeta a vida de cada um e daqueles que o cercam,
trazendo a tona às dificuldades que uma pessoa homossexual acaba enfrentando.
Mas claro sempre de uma forma muito doce e bem humorada que tornaram a obra de
Takashi Ikeda, um dos melhores títulos yuris já publicados.
01) Aoi Hana
Aoi Hana é o meu
mangá preferido do gênero yuri. Tem uma pegada bem “novelão” mesmo, o que faz
com que muitos torçam o nariz para ele. Fora que a arte de Shimura Takako,
apesar de original e de dar toda uma personalidade aos personagens, não é
aquele traço bishoujo que faz muita gente suspirar. Assim como Sasameki Koto, Aoi Hana tem como objetivo, transmitir com o máximo de verossimilhança
possível, os sentimentos de suas personagens, com seus dilemas e
personalidades tão destoantes. Em muitos momentos, a história descentraliza
completamente das duas personagens principais, que seriam o pressuposto par romântico
da história, em detrimento de traumas e inseguranças que rodeiam a trama. Fumi-Chan
é lésbica e veem acumulando uma série de decepções em sua vida amorosa.
Primeiro, ela acaba se apaixonando por uma amiga hetero, depois acaba se
envolvendo com a sedutora Yasuko, lésbica assumida e com um estilo tomboy que
lhe dá bastante personalidade, tem fama de pegadora e Fumi-chan se vê envolvida
em uma complicada relação com ela.
Outro ponto em que as pessoas reclamam bastante de Aoi Hana
é o fato de Fumi ser bastante chorona. Mas com o decorrer da história, ela vai
amadurecendo de uma forma bem sútil. Ela é amiga de infância de Akira, que na
época tinha uma aparência meio masculinizada (não chegando a ser tomboy) e mais alta que Fumi (que depois de 10 anos, a situação acaba se
invertendo, e Fumi acaba ficando bem mais alta que Akira). Ah-Chan, como é
chamada, sempre defendia Fumi, que invariavelmente se via envolvida em alguma
situação complicada. Elas acabam se separando, porém 10 anos depois,
inusitadamente, acabam se encontrando no metrô, no primeiro dia de aula. As
duas acabam redescobrindo a amizade e recriando um importante laço de companheirismo.
A história é uma grande novela e lendo os 3 primeiros capítulos,
fica difícil largar de lado, pela grande rede de relacionamentos que interligam
os personagens e uma trama na outra, tudo bem trabalhado e desenvolvido a seu
tempo. Algo bem bacana é o fato de Shimura Takako trabalhar bem o
relacionamento entre Fumi e Akira, que são realmente grandes amigas e demora
para que uma, comesse a perceber que um sentimento novo começa a brotar ali. A
partir dai, mas dúvidas e um suspense realmente convincente. Aoi Hana para mim,
é o melhor titulo yuri de 2011, não apenas por retratar de forma realística um
sentimento conflituoso, mas por possuir um background tão bom e impactante,
como a trama principal, ao ponto do autor poder se dar ao luxo de deixa-la de
lado em detrimento do desenvolvimento de outras camadas da história. Esse é
especialmente para quem curte um bom drama, regado a lágrimas e beijos
salgados.
Aoi Hana, Sasameki Koto e Prism são os que li/estou lendo...awn perfeitos *-*
Hmmmm, gostei!!Acho que vou ler alguns desses, prism parece mt legal!!
Gosto muito de todos esses mangás listados, mas Sasameki Koto e Prism são os mangás que mais gosto, amo demais msm *-----* SK eu gosto mais pq ja estava a mais tempo acompanhando, pena q já acabou, mas bom q Prism conseguiu ocupar em partes o vazio q SK deixou, e vc definiu bem, é uma mistura insana de chocolate com pimenta kkkk
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk olha só essa beta se derretendo toda com Prism <3
Prism é o meu atual yuri preferido.
fui correr pra baixar esses mangás, tantos links offline ç-ç
eka yuri
Gunjo é simplesmente incrível, só que infelizmente não consigo encontrar além do capítulo 6.
Todos esses mangás foram ótimos, mas não sei se Aoi Hana ficaria com o 1º Lugar... Enfim... Também acho que Prism deveria ser proibido pelo Vaticano! Como você falou de morder amigas, eu li Prism com uma amiga apaixonada por Yuri e tipo, toda hora ela me mordi por uma razão! Gostei e concordo com quase tudo ai!