[Fanfiction] Shadow 01

By LKMazaki

Olá a todos! É com grande alegria que trago a vocês hoje a volta dos fanfictions do Kono-ai-Setsu com nada menos do que mais uma saga konosetsu: Mastered Negima: Shadow.

Para alguém desavisado, Mastered Negima é um fanfiction shoujo-ai que já conta com 3 arcos completos publicados no Kono-ai-Setsu desde o já distante ano de 2007. Romance, drama, aventura e até comédia se fazem sempre presentes na história de Konoka e Setsuna nesta versão paralela da obra de Ken Akamatsu, Mahou Sensei Negima.

Shadow é o quarto arco e marca uma mudança no modo de escrita e publicação da série. Desde "Lives" os capítulos eram chamados de "cenas" por terem uma duração menor e mais focada (dentre 3 e 5 páginas de história) sendo esta primeira história a maior até hoje, contando com 30 cenas que estão disponíveis para leitura no blog.

De agora em diante, porém, Shadow terá a trama dividida em verdadeiros capítulos (com no mínimo 9 páginas de história e mais de uma cena completa narrada). Além disso a postagem será quinzenal (levem sempre em conta que esta autora também faz diversos outros trabalhos, ok? Sejam compreensivos. . . ).

Os links dos capítulos anteriores de Mastered Negima estão no endereço http://konoaisetsu.blogspot.com.br/p/mastered-negima.html .

Agora, finalmente, vamos a uma rápida sinopse de Shadow, antes de começar de vez a história. 

Sinopse: Os meses se passaram após o sombrio incidente com o assassino Ice Soul e enfim a Ala Alba irá partir em busca dos misteriosos amuletos de grande poder que foram escondidos pelo próprio Thousand Master. Konoka e Setsuna estão vivendo o momento mais tranquilo e feliz de seu relacionamento, porém logo os pressentimentos da maga branca trazem indícios de que sombras do passado poderão retornar para atormentar a sua tão desejada felicidade ao lado do amor de sua vida.


Uma boa leitura a todos! Como sempre, críticas e opiniões são muito bem vindas! Vamos lá!


*******

Aviso-legal: Mahou Sensei Negima não me pertence. Mastered Negima é uma obra de fã, sem fins lucrativos.
Prólogo
A coisa mais valiosa que existe é também a mais comum e ignorada de todas. Talvez somente aqueles que tenham que lutar por esta benção saibam o preço incomparável que possui. Uma dádiva tão bela que a forma como as pessoas a ignoram traz ódio e inveja aos que lutam apenas por isto.
O direto de existir.
***


O turbilhão de sentimentos contraditórios e dolorosos se confundia com as cores e sensações irreais que chegavam pelos sentidos. Era intenso demais e ela só queria que acabasse.
Porém logo as cores tornaram-se cinzentas e as formas de um horizonte foram parecendo cada vez mais vagas. Não conhecia aquela paisagem mas tinha certeza de que estava desaparecendo aos seus olhos.
Não. Era ela própria quem estava sumindo por completo.
Era o fim, pensou, e o desespero lhe fez tentar gritar para que não acabasse daquela maneira. Ainda não havia realizado seu sonho, mesmo tendo chegado tão perto.
Ela ainda não sabia o que era existir.
Tudo o que havia conhecido da vida fora a dor e a tristeza. Achava uma injustiça divina que logo quando estava tão perto de seu destino, fosse fracassar daquele modo ridículo. Destruída por quem ela somente achou amar.
Mas a velha anciã ranzinza, chamada Vida, ainda reservava algo para aquele objeto com uma quase-alma. Ordenou então a seu misterioso filho, o Destino, que tornasse uma providência. E assim ele fez.
Foi quando ela, a coisa que desaparecia, pensou que não mais enxergaria ou perceberia o contato do solo com seu rosto que um brilho azulado apareceu. Flutuando a menos de um metro, aquecendo o que ela podia sentir como sendo novamente seu corpo. Admirou-se daquela estrela que viera ver sua ruína e esticou o braço que percebeu ainda existir na direção daquela luz. E foi quando seus dedos tocaram a superfície lisa e quente daquela pequena estrela que as sensações mais felizes que já experimentara aconteceram.
Um calor e felicidade pura espalharam-se por cada célula de si. O cinza do céu tornou-se azul celeste ao seu olhar agora com brilho. Notou o verde sobre o qual estava então deitada. Um gramado que se espalhava esplendoroso por uma planície sem vista do final. Tentou erguer-se e saiu do solo como se pesasse menos do que uma pluma. Quando voltou seu revigorado olhar para a estrela percebeu que o objeto pareceu entrar pela sua pele, a fazer parte dela.
Foi então que tudo tornou-se real.
Um gole de ar entrou pela boca e nariz como se ela fosse um naufrago. Na verdade aquela era a primeira vez que respirava de verdade. Seus pés tocaram o solo e a sensação da gravidade quase a derrubou. Algo machucava na grama, talvez um espinho. Porém o entendimento do que acabara de acontecer se apoderara por completo dos seus sentidos, fazendo-a ignorar qualquer coisa.
Estava viva. Genuinamente viva.
Depois de alguns instantes de admiração profunda pelo fato, ela finalmente pode observar a paisagem com alguma análise, percebendo que estava distante de qualquer lugar que conhecesse anteriormente. Ainda assim aquilo não a desanimou. Tudo o que precisava era encontrar água e comida, e estaria bem. Chegou a perguntar-se sobre como seria o sabor real de alimentar-se e riu de sua infantilidade.
Seu corpo era real e livre. Porém sua mente ainda estava presa. E foi assim que ela sentiu pela primeira vez o ódio real e o quanto ele pesava sobre o peito e nuca.
As memórias estavam intactas. Os pecados que cometera na busca pelo que agora possuía estavam vívidos. Rancores contra os que a fizeram tanto sofrer a fazia tremer.
Foi assim que, no segundo instante de sua vida, aquela nova existência foi tomada, mais uma vez, pelo desejo de vingança. O dia sobre sua cabeça estava límpido, mas sua recém nascida alma, estava já sombria e voltada para o mal.
***

Mastered Negima – Shadow
Capítulo 1: Preparando a nova aventura!

Mahora, o maior centro acadêmico de todo o planeta. Também um dos espaços abertos aos humanos ditos "não-mágicos" com a maior concentração de pessoas peculiares por metro quadrado. Havia a lenda urbana que dizia que, se alguém era matriculado em Mahora, mesmo que não tivesse qualquer vínculo com o mundo da magia, em algum momento isso iria mudar, mesmo que levassem décadas até essa revelação.
Era um dia perfeito de final de junho. O céu estava claro, pontuado por nuvens brancas. O vento era fresco e o sol ardia na pele dos habitantes da cidade acadêmica de Mahora, a maior instituição de ensino de toda a Terra. O final do semestre escolar estava chegando e ainda que houvessem os exames os estudantes em geral estavam muito animados com o clima.
Setsuna Sakurazaki estava sentada em um banco à frente do prédio da diretoria da escola. Aproveitava aquele simplório momento de quietude para observar a movimentação animada de alunos. Não havia qualquer preocupação passando pela mente da espadachim shinmei e isso por si só já era um fato a ser celebrado com um passeio tranquilo. Pouco passava da uma da tarde e ainda havia bastante tempo até que os membros da Ala Alba se reunissem para um grande acontecimento há bastante esperado por todos. Sendo bastante sincera consigo mesma, a garota não estava nem um pouco ansiosa pelo que iria acontecer. Talvez isso fosse apenas por que a única coisa que pudesse esperar estava para acontecer naquele exato momento:
Set-chan! ― exclamou Konoka Konoe abraçando-a pelos ombros, por cima do encosto do banco. ― O que aconteceu para você ficar tão distraída e nem me ver chegando? ― a maga branca sorria, com as bochechas ligeiramente rosadas, enquanto intensificava o aperto na namorada. Setsuna pareceu ficar aturdida:
K-K-Kono-chan! ― disse ela, desvencilhando-se do abraço e levantando para encarar a namorada. ― E-Eu percebi você chegando sim, só e-estava observando a paisagem!
Konoka franziu um pouco a testa e levou a mão direita ao queixo, observando a outra. Não era normal que Setsuna tivesse uma reação tão drástica daquela forma à um simples abraço, não mais. Se fosse meio ano antes, com certeza a primeira coisa que a shinmei faria é se atirar para longe, envergonhada, mas este não parecia ser o caso. Foi então que a neta do diretor entendeu a questão:
Ah, eu te abracei um pouco forte demais né. ― comentou Konoka, ficando um pouco mais corada, fazendo um gesto de desculpas. Setsuna ficou com o rosto vermelho.
O que?! N-Não entenda nada errado, Kono-chan! ― só que internamente a guarda-costas podia ouvir uma voz repetindo com um tom de satisfação absoluta "macios, macios, macios~!" que não lhe permitir falar com mais calma.
Apesar de ter ficado um pouco desconcertada (algo que apenas quem a conhecesse bem poderia notar) Konoka achou bastante fofo o jeito que sua amada reagiu e decidiu não alongar a tortura. Tratou de dar a volta no banco e roubar o braço de Setsuna para que partissem para o campus cinco da cidade-acadêmica.
Logo o embaraço da espadachim se desfez graças à alegria de estar na companhia da pessoa que tanto amava. As duas passaram boa parte do caminho conversando os acontecimentos sempre hilários e incomuns em sala de aula e esqueceram-se completamente de soltar um pouco os braços durante o percurso.
Já faziam alguns meses desde que a paz voltara a fazer parte da rotina do casal e isso já era o bastante para que ambas parecessem sempre estar vivendo no paraíso. Depois de toda a confusão com o lendário assassino que sondara Mahora, o Diretor Geral havia deixando um pouco de lado sua perseguição à guarda-costas.Limitava-se a fazer algumas perguntas genéricas à sua neta, quando conversavam, apenas para demonstrar que estava "de olho" nas duas. Nada que fosse motivo de qualquer medo ou preocupação para Konoka e Setsuna.
Uma vida simples e feliz onde a maior preocupação seria a vergonha que poderiam sentir ao ficar muito tempo sozinhas no quarto que a maga dividia com Asuna. Definitivamente estavam entrando em um momento um tanto conflituoso do seu relacionamento saudável.


Negi Springfield caminhava a passos apressados pelo campus número cinco de Mahora, em direção aos laboratórios de engenharia da universidade. Estava tão entusiasmado que não conseguia esconder o largo sorriso que persistia no rosto. O suor escorria pela testa, mas não incomodava o professor-mago.
Isso porque finalmente o dia que esperara ansiosamente nos últimos dois meses finalmente havia chegado: vinte e oito de junho. Uma data qualquer para o calendário comum, mas naquele ano tinha um significado maravilhoso para o rapaz.
O dia em que finalmente saberia o paradeiro do primeiro dos Amuletos que seu pai escondera tão bem a mais de vinte anos atrás.
O garoto ainda se questionava se não havia sido um golpe sádico do Diretor Geral, Konoemon Konoe, impor uma data específica para poder ativar o Artefato Localizador construído pela cientista-gênio Hakase em conjunto com a Ala Alba. A máquina havia ficado pronta ainda em abril, uma semana depois da resolução dos sombrios acontecimentos em torno do assassino Ice Soul, porém Hakase se vira obrigada a guardar em algum local seguro a chave de ignição do aparato mecânico-mágico por ordens da direção. Quando questionado sobre isso o ancião apenas respondera que a decisão era para o bem das atividades acadêmicas das alunas da Ala Alba.
Negi concordava internamente que a possibilidade de as garotas ficarem ansiosas pela viagem ao ponto de fugir da escola eram grandes, mas isso não excluía a frustração que ele sentiu durante todos os dias em que aguardou até então. Por várias vezes havia xingado o diretor em pensamento ao pensar no assunto, mas agora tudo isso era passado. O grande dia havia chegado.
Boa tarde, pessoal! ― cumprimentou Negi ao abrir a porta do laboratório. Seu tom fora tão feliz que vários dos presentes além de responder-lhe o cumprimento, riram da expressão do garoto.
E aí, cara! Cê parece que vai sair voando daqui a pouco. ― comentou Kotarô Inugami, que estava parado mais próximo da entrada, de braços cruzados.
Heh, desculpe. Eu estou mesmo ansioso. ― admitiu o ruivo.
Negi-kun! Até que enfim! ― exclamou Konoka Konoe, sorrindo e acenando para que o amigo se aproximasse mais do centro do laboratório, onde estava a grande máquina metálica que emanava energia mágica mesmo estando desligada. Ao lado da maga branca estava Setsuna Sakurazaki que também cumprimentou o professor-mirim quando chegou. Negi sentia uma tranquilidade enorme quando via aquelas duas sorrindo tranquilas.
Aniki! Eu já estava quase tendo um treco de tanta ansiedade! Cê não chegava nunca! ― reclamou Albert Chamomille, o arminho Kamo, do alto da cabela ruiva de Asuna Kagurazaka.
O pessoal estava querendo te matar, Negi. ― riu-se a garota sorrindo, fazendo Negi ficar ligeiramente desconcertado.
Eu saí o mais rápido que deu da reunião. ― disse Negi, encolhendo os ombros. ― Pensei até em vir no báculo, mas fiquei preocupado de levar um sermão depois.
Se você esteve à ponto de quebrar as regras, é porque tá mesmo ansioso, né Negi? ― riu-se Haruna, sentada à mesa do outro lado da sala, junto com suas amigas do clube da biblioteca.
Bom. . . ― disse Hakase, entrando pela outra porta do laboratório. Seu rosto tinha um sorriso maligno mais acentuado do que o normal. Ela trazia um pequeno embrulho nas mãos. ― Acho que já podemos acabar com essa ansiedade, não é mesmo professor? ― e dizendo isto ela desembrulhou a pequena chave de cores metálicas que poderia acionar enfim o grande instrumento mecânico-mágico.
Por favor, Hakase-san! Eu preciso muito saber onde estão estes artefatos!
A cientista não hesitou, pegou a chave e foi direto ao painel de controle do instrumento. Por instinto todos que estavam um pouco mais próximos da máquina deram dois passos para trás. Não que eles duvidassem da capacidade de Hakase, mas o histórico de acidentes que experimentos de natureza suspeita tinha não era tão confortante. Depois de alguns instantes acertando a posição de interruptores, finalmente a garota girou a chave na ignição, dando início a uma série de sons e brilhos nas mais diversas partes do aparelho:
Uau, está vivo mesmo. ― admirou-se Kotarô, que estava assistindo à cena ao lado de Negi.
Sabe, eu nunca tinha parado pra pensar nisso, mas como é que essa máquina vai nos dizer onde estão os artefatos? ― perguntou Asuna, que procurava com o olhar alguma parte onde pudesse surgir algum mapa mágico ou coisa semelhante.
Nossa, Asuna, todo esse tempo e você nunca pensou nesse detalhe? ― admirou-se Konoka, mas achando que aquilo era mesmo típico da sua colega de quarto.
Ora, como se você tivesse um profundo conhecimento em ciência mágica para saber. ― disse Asuna, franzindo a testa.
Nós perguntamos para a Yue e Nodoka, Asuna-san. ― explicou Setsuna. ― Elas decodificaram todo o livro de instruções, então sabiam desde o princípio o que iria acontecer agora.
De qualquer modo. . . ― interferiu Hakase, com o tom de voz alto para se sobrepor aos sons da máquina que parecia estar trabalhando no seu interior com os mecanismos mágicos. ― No fim das contas eu utilizei um segundo mecanismo, aderido ao painel de controle da máquina, para que realmente ela nos imprima um mapa. Esse negócio de palavras-chave e coordenadas seria um tanto chato de ficar depois processando né. ― o tom de orgulho da garota-gênio era tão forte que deixou Kotarô um tanto emburrado. Ele não conseguia se entender com pessoas exibidas.
Você é mesmo muito inteligente, Hakase-san! ― elogiou Negi com uma admiração genuína, fazendo a garota corar um pouco a estas palavras.
"Tsc. Esse moleque tá sempre brincando com os corações das garotas." resmungou em pensamentos, Asuna:
Ah, até que enfim! ― exclamou Hakase, quando uma pequena luz vermelha começou a piscar no canto do painel. ― Nossos mapas finalmente estão ficando prontos, pessoal.
Nisso o grupo se aproximou curioso. Yue se aproveitou da baixa estatura para passar pelo meio das outras estudantes antes que percebessem e conseguiu estar ao lado de Negi, quando o primeiro mapa enfim terminou de ser confeccionado.
Hakase passou o mesmo para o professor e dedicou-se a observar se tudo estaria acontecendo certo na impressão do segundo. Todas as cabeças se juntaram sobre os ombros do garoto para espiar as imagens:
Mas hein, que lugar é esse aí? ― questionou Asuna, instantaneamente, não reconhecendo a forma do mapa.
É um dos mundos mágicos que existem em paralelo à Terra, Asuna. ― explicou Negi, com a voz um tanto dispersa, pois estava absorto em observar as localidades. ― Ao menos, se lembro bem, este país mágico tem uma relação boa com as Associações de Magia, o que vai facilitar nossa viagem.
Aquele ponto ali marcado é a tal relíquia? ― perguntou Kotarô.
Mas quantas são essas relíquias mesmo? Eu lembro do Negi-kun falar sobre serem três, ou quatro. ― perguntou Konoka.
Originalmente eram quatro, mas mesmo antes de o meu pai escondê-las, duas delas se fundiram novamente. ― explicou o professor. ― Parece que estes objetos tem a tendência muito forte para se tornarem novamente um único. Por isso mesmo foram escondidos bem distantes.
Só que parece que isso não deu muito certo. ― disse Hakase, que acabara de tirar o segundo mapa da máquina. Com isto o instrumento começou a diminuir a sua atividade, demonstrando que seu trabalho havia chegado ao fim. ― Veja, sensei, só há mais este segundo mapa e aqui também há apenas uma relíquia marcada. ― e dizendo isto passou o mesmo para o garoto.
Outro lugar esquisito?! ― exclamou Asuna ao observar os novos nomes desconhecidos que haviam nas localidades mostradas no mapa.
Mas este não é o mesmo mundo do outro mapa. ― disse Negi, com a expressão mais séria. ― Isso não é bom. Este aqui é um lugar de bastante conflito político, vive aparecendo nas notícias dos jornais dos magos.
Provavelmente então será uma viagem mais perigosa. ― ponderou Setsuna e Negi concordou com um gesto com a cabeça.
Depois disso, a grande máquina que tanto custara ao grupo conseguir construir, terminou sua única execução necessária. Os mapas foram passados de mãos em mãos. Todas da Ala Alba queriam ver do que se tratava, mesmo que ninguém ali tivesse qualquer ideia de que lugares eram aqueles.
Logo as conversas ficaram animadas sobre como seriam aquelas viagens. Yue começou a pesquisar em seu artefato de pacto sobre as localidades ali apontadas no mapa. À esta altura, Negi preferiu ficar um pouco mais afastado, na companhia de Asuna, Konoka, Setsuna e Kotarô. Ainda que tentasse parecer relaxado, o garoto estava bastante tenso:
Poxa, cara. Você devia ficar agora animadão para começar a busca a essas paradas aí. Levanta esse astral. ― disse Kotarô.
Isso mesmo, Negi. ― disse Asuna, dando uma cutucada no ombro do rapaz. ― Não adianta vir com esse papo de segurança das suas alunas agora. Nós já entramos com todas as papeladas e pedidos de autorização para estas excursões a meses, não tem mais motivos para ficar com essa cara.
Eu sei disso, Asuna. Mas o peso da responsabilidade não vai desaparecer só porque temos os papeis. ― insistiu o professor, bastante sério.
Aniki, cê é um chorão mesmo. Sabe muito bem que, se tem uma coisa que não tem na Ala Alba, essa coisa são garotinhas que não saibam se defender.
Além disso, sensei, nós podemos cuidar da segurança delas se alguma coisa acontecer. ― incrementou Setsuna.
E não se esqueça de que eu já sou uma maga branca em pleno treinamento para me tornar uma Magister Magi, Negi-kun, posso proteger todos se preciso! ― afirmou Konoka, animada.
Kono-chan, não pense em ficar se arriscando por aí.
Mou, você sempre me subestima, Set-chan!
Hehehe, obrigado pessoal. Eu sei que sou um chato, por não esquecer essas coisas. ― disse por fim Negi, sorrindo agradecido aos amigos, que retribuiram com animação.
Esse é só o começo de mais uma confusão da Ala Alba! Vai ser o máximo! ― disse Asuna, erguendo o punho.
quarta-feira, 27 de março de 2013
Posted by LKMazaki

Yuri Week Gallery #89

Olá queridos!
Cada vez mais próximo das 100 postagens de YWG, e mais difícil fica de fazer postagem! (XD)
Nem é pra tanto, mas ando bem cansada. Mas estou aqui depois de me animar vendo algumas imagens lindas~!

Sem mais delongas....

Isso é Girls and Panzer, não é?
Eu vi o primeiro episódio mas... sabe... acho que não tenho tanta paciência para alguns animes do shoujo ai da vertente apelativa. (XD)
Alguns por que eu estou seguindo Vividred Operation!
Apesar de não shippar estas personagens, eu não sou contra (apesar de shippar a Wakaba com a irmã da Akane). Talvez a minha opinião mude depois de ver os episódios 9 e 10.
(ainda não os vi e sei que tem algo com relação a elas)
 Falando em animes fanservice.... Caraca, nunca pensei em juntar elas, DEFINITIVAMENTE!
Mas não é a primeira imagem que vejo, o que é mais estranho ainda.
 Pra matar saudade, uma imagem leve e fofa de Yuru Yuri~~
(Automaticamente toca a abertura da segunda temporada na minha cabeça)
CADÊ A TERCEIRA TEMPORADA?!
Pra terminar (antes do extra) temos meu casal amado que estou cada vez surtando mais graças a Mazaki e seu Mastered Negima que eu voltei a ler e estou em Heart!!!
Aiai, SUAS LINDAS!!! QUERO VOCÊS NO MANGÁ NOVO DO AKAMATSU!! (iludida)

EXTRAAAA~~

Um pouco de Touhou para os amantes!!

O que acharam? Um pouco rápido demais?
Me desculpem, estou com sono, mas animada pelos planos de aniversário para o KaS (mas já?! O.o)
Espero que tenham gostado. Lembrem-se de nos acompanhar no Twitter, Facebook e Tumblr também~

Até logo! o/

Yuri Week Gallery #88

E aí, pessoal? Como estão? Saudades?

Estão sabendo do Mahora's Drawing Race? Se você gosta de Negima dê uma conferida, se você gosta de desenhar envie o seu também! Ainda dá tempo, participe dessa brincadeira, é mó legalz.

Cofcof... Encerrando as propagandas... Estou preparando algo pra vocês mas não revelarei ainda. Em breve saberão do que se trata. Até lá vamos de mais um Gallery? Simbora!

EUROPA Daora a vida


Apesar de shippar Kyoukorin com Ayano eu gosto do clima dela com a Yui, mas claro: apenas como bests. u_u

Sdds MiTsu por aqui, elas combinam demais. Me gusta. (Y)

Sempre acharei injusta a divisão de alguns casais. Confesso que só Shizumão x Nagisa e Kaname x Momomi deram certo nessa bagaça. E a Chikaru é minha!

Nhaw~ Muito linds... Fófis total. Surtando alok

Konata e Miyuki A roupa da Luka é tão cool, da Miku acho moe. Surtanto alok +1

Anthy de cabelos soltos... <3
Utena, meu príncipe! <3


Naaaaaawn~ Acho muito fofo KonoSetsu, carãããn... Acho digno.

Não podia faltar néam~ Minha bad girl fazendo Kyokices. amo/sou

 "Cuidando do caso. Certo, cupcake?" Vi é muito OP, sua limdja!

Sim, eu shippo Nega e Barbie YulSic e KryBer. JungSis esbanjando simpatia e delicadeza no KaS. SQN

"Extra kdkd? Tem hoje?"
"Tem sim, senhor~"

#Extras:
Charlotte > abismo > Safadobei

Porque euri e acho injusto com a Mami. IAUEHIUAHEIUAHEIAUHE


Então? Gostaram? Não? Por quê? Hoje foi bem random.
Digam nos comentários. Deem sua opinião, não me xinguem porque sou sensível, digam o que gostariam de ver e o de sempre, vocês já sabem. XD

Até a próxima, galeres.
Isso é tudo pessoal.

#bigbossdecosplayporqueelasjáaprontaramcomigohuehuehue),:

KaS Illustration #51

Ola pessoal!
Como estão?

Estou trabalhando bastante, mas sobra tempo (ou vontade) para fazer parte de um projeto que teve ideia da Mazaki! Ele é o Mahora's Drawing Race, uma maratona de desenhos de Negima, de todas as 31 alunas do Negi, uma a cada dia do mês de março. Até agora eu só não desenhei a Ako, pois estava muito cansada.

Mas o que isso tem haver com o desenho de hoje?

É que eu estou lunática por Negima, e estou voltando a ler Mastered Negima desde Lives, então eu trouxe alguém aqui que vocês podem se lembrar de ter visto durante a série de fanfics.
Sim, a Setsuna e... NÃO, NÃO É A SETSUNA! É a nossa querida Pe-chan!! Infelizmente eu não lembrei (e a Mazaki não me informou muito bem..) que a parte presa do cabelo solto da Setsuna também era solto na Pe-chan, então.... Amanhã (quase hoje, são 11 horas da noite) eu trarei ela adequadamente scanneada e com cabelo correto (que vai estar aqui abaixo quando atualizar a página)

O que acharam? Lembraram do quanto a Pe-chan é querida e abusada?! ADORO ela~~

Até logo! o/
quinta-feira, 7 de março de 2013
Posted by Se-chan

KaS Illustration #50

Ola meus lindos!
Para comemorar a postagem número 50 não poderia ser algo diferente de um desenho da...

MAZAKI?!

Sim pessoal! A Mazaki fez uma ilustração para o KaS! Ah, para não esquecer, essa não é a primeira ilustração dela na semana. A garota sempre está postando em seu Twitter seus "tosco draws" e fez um desenho para o NUPO. É, ela está empolgada!

Então, vamos para a ilustração!
M-Mas espere! É Shiori!!! Mas e essa Shizuka?! Que cara é essa??? (XD) Estou brincando, mas a intenção da Mazaki quando desenhou não foi fazê-las. Mas eu alertei ela e rimos muito, e ela colocou até a anteninha da Kaori no final. (XD)

Mas o que será essa imagem? Um surto da Shizuka atacando a Kaori? A imaginação da seme? Um grande clímax para o mangá?

Digam o que imaginam!

Até logo! o/
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Posted by Se-chan

Yuri Week Gallery #87

Olá meus lindos!!
Como estão? Saudades da Se-chanzinha aqui?
Eu volto para meus queridinhos leitores com toda a corda por estar escutando músicas loucamente (como o ED de Joshiraku..). Então, qual será o tema de hoje no Gallery?

Imagens originais!!

"Ahm? O que?"

Imagens originais! Desenhos feitos por gente e jogada na net para que eu baixasse e colocasse no Gallery depois de olhar minha pasta reservada para postagens! (XD)

Vamos ver o que saiu disso?
 Não precisam se preocupar, todas as imagens vão ser boas.
Quero dizer, olhem isso! Faça um mangá, seu ilustrador lindo!
Observem os movimentos bem feitos das roupas e dos cabelos, além da suavidade da mão segurando e como conseguimos "sentir" ela se aproximando da outra.
 "Uma sema e sua uke" pode ser o resumo da imagem, não é? (XD)
O tom de "você já nos viu, agora caia fora" está ótimo no desenho.
E claro, eu quero um casaco com capuz com estrelas..
 Eu gostei dessa imagem. Parece um pouco ecchi, mas não tem nada.
Além dos corações fofos ao fundo...
 Essa imagem remete para vocês uma sensação mais de shoujo ai "onde uma amiga apoia a outra em um momento difícil" ou de "uma namorada apoiando a outra no momento difícil"?
Sim, são shoujo ais totalmente diferentes.
 Que tal um pouco de chuva?
Por um sorrisinho assim, eu ia pegar chuva mesmo... (OPS!)
Eu gostei dessa imagem. Senti uma influência da Namori nela.
Na verdade, bastante. Não é?
Por fim, uma ilustração que fiquei babando pela pintura.
Adoro quando fica um tom meio "mal acabado" proposital.
Sempre babo por esse tipo de coisa. Quero fazer igual! (XD)
Mas eu adorei também as expressões delas. Um verdadeiro casal~~!

O que acharam? Está bom o bastante?
Já que não teve nenhuma série essa semana, que tal um conselho?
O que devemos colocar aqui no KaS? Fale para nós! Aqui nos comentários, ou pelo nosso Twitter, Facebook ou Tumblr!

Até logo! o/
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Posted by Se-chan

[One-Shot] Instante - Evangelion

by Mazaki.

Olá pessoal! A quanto tempo eu não aparecia no Kono-ai-Setsu, não é mesmo? Aliás, espero que vocês ainda me conheçam né (tanto tempo trabalhando só nos bastidores). Bom, o importante é que a fic-writer da equipe voltou e hoje eu trago um emocionante one-shot de de de. . .  ora, vocês já viram no título, é de Neon Genesis Evangelion.

Sim! Enquanto eu não apareço com mais uma das infinitas sagas de Mastered Negima, resolvi matar as saudades de vocês com um conto que gostei bastante de escrever.

Atenção, este fic pode ser lido por qualquer um que já tenha assistido até o segundo longa da série Rebuild, o 2.22. Apesar de a trama se passar posteriormente aos acontecimentos do filme, eles não tem relação com o terceiro filme.

Sem enrolações, vamos ao texto. Como sempre, ficaríamos muito gratas por opiniões, críticas, sugestões ou até que sabe uns elogios (vai saber ne).

Links: Download pdf (mediafire) e Leitura Online (mediafire)


Aviso-legal: Neon Genesis Evangelion não me pertence. Esta é apenas uma obra de fã, sem fins lucrativos.
***
O início da convivência entre aquelas duas crianças foi bastante conturbado. Elas se encontraram pela primeira vez diretamente no campo de batalha. Uma havia acabado de sair de uma delicada recuperação médica e sequer havia tido tempo para compreender por completo a rebelião a qual fazia parte. Tudo o que sabia é que precisava lutar e vencer. A outra estava apenas aproveitando as oportunidades que a vida lhe trazia e pilotava a máquina até então mais avançada de combate já construída pela humanidade.
Batizada com a simplória alcunha de Eva 08.
Aquele confronto poderia ter destruído por completo o resto de civilização que resistia bravamente às consecutivas catástrofes sobrenaturais que caiam sobre a Terra. A primeira e última batalha que aquelas duas crianças travariam em suas vidas acabou tendo um final diferente do previsto. Isso porque uma das crianças, a que aparentemente mais se divertia em meio àquele caos, acabou percebendo que estava lutando do lado que considerava errado na história e, unindo sua instável ética com sua enorme vontade de sair-se bem daquele problema, ela trocou de lado. Foi só assim que a rebelião se tornou um sucesso e as duas puderam enfim conhecer-se fora de suas armas de guerra.
Este foi apenas o começo da amizade entre Asuka e Mari.
***
Instante
Evangelion Fanfiction, por Lilian Kate Mazaki


O céu estava tomando por nuvens de tempestade e o vento soprava gelado. A base atual da WILLE era escondida dentro dos escombros de uma antiga metrópole europeia, já devastada pelo caos que se alastrado no mundo. À esta altura dos acontecimentos o grupo já havia iniciado a construção de sua base móvel, mas a dificuldade em conseguir alguns materiais raros estava atrasando bastante a finalização do engenho.
As ruas sem movimento pareciam o cenário de um filme de terror. Objetos quebrados e abandonados dos mais diversos tipos se espalhavam pelos cantos. Em meio àquele desleixo natural duas figuras incomuns podiam ser vistas caminhando uma após a outra, sem nenhum destino certo. Duas jovens mulheres, trajando uniformes únicos que se encaixavam perfeitamente as formas de seus corpos. A ruiva, com um distinguível tapa-olho à orbe esquerda ia à frente, enquanto a outra mulher, de óculos vermelhos e um sorriso perene no rosto a seguia a alguns passos de diferença:
― Por que está me seguindo, quatro-olhos? ― rosnou Asuka, parando a caminhada e virando-se um pouco para encarar a outra, que apenas sorria enquanto se aproximava mais alguns passos.
― Não se importe comigo. É que não tenho nada para fazer realmente. ― disse Mari, encolhendo os ombros, com o seu costumeiro sorrisinho debochado no rosto.
― Hunf. ― Asuka bufou, ajeitando a aba da boina. ― Você podia tentar se tornar útil e ir perguntar se a comandante precisa de alguma coisa.
― Você também poderia ter feito isto, não?
― Eu fiz. ― cortou a ruiva, entredentes, e diminuiu o volume da voz ao prosseguir. ― Mas a Misato me disse que eu devia descansar um pouco enquanto pudesse.
― Você fica irritada quando as pessoas se preocupam com você, não é? ― disse a morena, não realmente perguntando, mas apenas oralizando seus pensamentos sem refletir.
Já faziam mais de dois anos desde que as duas jovens se conheciam, então Asuka estava habituada àquele mal costume o bastante para apenas dar as costas e continuar caminhando pela rua deserta. Não demorou nem um minuto para que os passos atrás de si recomeçassem. Também não demorou nem dez minutos para que uma nova explosão acontecesse:
― Mas que droga! Vai arranjar outra pessoa pra encher, quatro-olhos!
― Não se importe tanto comigo, Princesa, estou apenas vigiando a guerreira favorita da WILLE.
― "Princesa"?! Vai se ferrar! E nem pense em me chamar assim de novo, sua nerd covarde!
― Uau, você sabe xingar quando se irrita, Tsundere-sama.
― Como é que. . . ― começou Asuka, ainda mais irritada pelo novo apelido desagradável, porém um forte tremor repentino a distraiu completamente da conversa.
O terremoto se intensificou e não cessou. Não era nada incomum ocorrerem esses tremores desde o Terceiro Impacto, porém este era intenso. Asuka tentou se apoiar, mas sua perna esquerda não era a mesma a algum tempo já e ela acabou caindo. Vários pedaços de concreto soltos nas paredes dos edifícios abandonados começaram a cair. Vários fragmentos ricochetearam e arranharam o rosto e mãos da ruiva, distraindo-a de uma pedra maior que veio na direção da sua cabeça. Se não fosse a intervenção rápida de Mari o golpe poderia ter sido perigoso.
Logo o terremoto passou e Mari puxou Asuka de volta à base para que Ritsuko desse uma olhada se nada a havia machucado. A ruiva esbravejou o caminho inteiro, mas não desvencilhou o braço da mão da outra que a puxava. Asuka detestava ser tratada com uma doente frágil, mesmo que agora fosse essa a sua realidade.
Tinha orgulho o bastante para ameaçar a outra de todas as formas possíveis e nem reparar que a morena havia tido uma fratura no pulso ao bloquear o pedaço de concreto mais pesado com o próprio braço. Só ficou sabendo quando a jovem Sakura lhe disse que Mari estava recebendo atendimento.
Asuka sentiu-se um tanto estúpida pelo próprio comportamento, mas ficou esbravejando ao vento, contra a outra. Afinal, como poderia perceber qualquer coisa se em momento algum a outra piloto perdera o sorriso indolente?
― Às vezes tenho a impressão que você está o tempo inteiro resmungando contra vida, Tsundere-sama. ― disse Mari, sobressaltando Asuka. Estavam no corredor térreo do prédio que estava sendo usado como parte das instalações da WILLE. Havia pouco movimento perto do setor médico e a calmaria havia amplificado o som das reclamações contínuas da ruiva.
― E como poderia ser diferente se o mundo está essa porcaria? ― argumentou Asuka, deixando seus olhos involuntariamente presos ao gesso que cercava a mão e pulso da outra.
― Você é tão negativa, Tsundere-sama.
― E você parece sofrer de retardo por estar sempre rindo, quatro-olhos.
Asuka voltou-se para a larga janela que dava para outro trecho de rua abandonada e destruída pela guerra. Ainda que sua expressão fosse um tanto ranzinza, ela não estava realmente irritada. Era apenas seu hábito manter a cara amarrada para todo o Universo burro ao seu redor. Mari caminhou até o lado dessa e também pôs-se a observar à paisagem feia. Ao contrário da primeira, Mari estava sorrindo. O mesmo sorriso debochado:
― Er. . . ― começou a Segunda Criança, fintando novamente o gesso. ― Está tudo bem com isso aí?
― Não foi nada. ― disse Mari. ― Pelo menos eu fui útil, protegendo a nossa melhor piloto de um acidente.
― Tsc. ― Asuka se irritou ao ouvir o derivado da palavra "proteção". Estava farta de ser tratada com uma boneca de porcelana. Porém, em consideração ao ferimento da outra, dessa vez ela preferiu apenas dar as costas e sair andando, para não continuar a discussão.
― Ah. . . ― Mari pareceu pega de surpresa pela reação de Asuka. Franziu a testa por um momento e acabou reagindo sem pensar antes ― Espera aí, Asuka!
A ruiva congelou. Não lembrava de ter visto Mari chamar alguém, fora talvez o pai de Shinji, pelo primeiro nome. A morena parecia ter o passatempo de criar os apelidos mais estranhos para qualquer pessoa que surgisse na sua frente, então aquela era a primeira vez que a via se dirigir com alguma seriedade. A própria Quarta Criança pareceu ainda mais surpresa com suas palavras, deixando bastante visível o embaraço na expressão que a outra não viu por estar de costas:
― Hm? ― indagou Asuka, virando-se para encará-la com seu olho bom.
― Ah. . . ― Mari olhou para os lados e ajeitou os óculos num gesto demorado. Aquela foi a primeira vez que Asuka viu a outra perdendo a postura daquele jeito e ela admitiu a si mesma que adorou ver a cena. ― T-talvez nós devêssemos voltar à Central, não? A Comandante pode precisar de alguma coisa.
Asuka fez algum esforço para tentar entender qual era o problema da outra, mas desistiu logo e apenas seguiu a sugestão.


***
Alguns meses depois, Asuka e Mari estavam no terraço de um pequeno forte à beira de uma encosta. Observavam a movimentação de caminhões e transportes pesados para levar os evas 02 e 08 para os compartimentos de dois grandes navios da frota da WILLE. Mais uma vez pilotos eram inúteis no momento que não era a luta, então elas haviam sido dispensadas para ficar apenas assistindo o trabalho das equipes.
Estava um tanto mais quente. O verão se aproximava daquela parte do globo. Mari se abanava com a mão outrora quebrada, de modo displicente. Volta e meia fazia algum comentário debochado sobre as expressões sérias que os técnicos tinham.
Já Asuka parecia completamente distraída da realidade. O seu ar de irritação constante parecia ainda mais acentuado. O bastante pra forçar a outra a enfim se direcionar a ela:
― Qual o problema, Tsundere-sama?
― Só estou pensando em como tudo nesse mundo é uma droga.
― Ah. . . ― Mari já esperava alguma resposta genérica de ódio da ruiva e não desistiu por aí. ― Mas do que está falando, exatamente?
― De tudo! Do mundo, da NERV, do meu corpo imbecil.
Ah, ela estava incomodada com algo no próprio corpo então, foi o que deduziu Mari pela ordem colocada na frase:
― Acho que não precisa se preocupar com seu corpo, Tsundere-sama.
― Na verdade não me incomodo. Nem me olho na frente de um espelho mais. Só acho que é um incomodo passar a vida inteira com um corpo de 14 anos. Os hormônios incomodam.
― Você está dizendo que está irritada porque está carente? ― perguntou Mari com um tom menos debochado do que Asuka esperaria. Isso foi a única coisa que fez com que a ruiva não se irritasse ainda mais.
― Você também deve ter esses problemas. ― Asuka estava um tanto mais "pra baixo" do que o comum. Não era de falar assim abertamente sobre si ou sobre assuntos daquele tipo.
― Talvez. Mas nunca tive muito tempo para pensar em homens, então não me incomodo tanto.
― Tsc. Eu também sempre fui ocupada. Uma vez já pedi para que a Ritsuko me desse alguma coisa para me livrar disso, mas ela não me levou à sério.
― Seria um desperdício.
― Do que cê tá falando?
― Tem muitos homens na WILLE. Se você está precisando de um namorado é só escolher. A não ser que você esteja se guardando apenas para o Garotinho Mimado.
Mari não teve tempo de sequer se preparar, quando percebeu seu rosto havia sido golpeado com força e ela tombava. Tentou ainda se segurar no parapeito do forte, mas não conseguiu. Caiu de lado no chão de pedra, seus óculos foram parar a quase um metro de distância.
A morena ergueu os olhos e mesmo com a visão borrada pode enxergar a expressão assassina que dominava todo o rosto de Asuka. Esta ainda tinha o punho fechado estendido para frente e ofegava. Mari admitiu a si mesma que foi longe demais, tratou de pegar os óculos rápido e se ergueu sem dizer nenhuma palavra. Asuka só endireitou a postura quando a outra já estava em pé. Mari podia sentir o sangue na boca escapar pelo canto dos lábios para o queixo. Ainda assim foi ela quem quebrou o silêncio pesado que se instalou entre elas:
― Você não teria problemas em conseguir o homem que quisesse, Tsundere-sama.
― Tsc. Como se algum homem fosse querer uma mulher aleijada como eu. ― respondeu Asuka. Não parecia haver qualquer traço de culpa na voz e expressão da outra. Ainda assim isso não inibiu Mari de, mais uma vez, falar o que lhe vinha à mente.
― Eu acho você linda, Princesa. Perfeita.
Asuka congelou a respiração ao ouvir aquilo. Seus olhos que fintavam a movimentação lá embaixo se perderam. Não esperava ouvir algo como aquilo e não soube como reagir. Há um instante estava à beira de partir (ainda mais) para a violência e agora estava aturdida e desconsertada. Respirou algumas vezes e esperou perceber o olhar da outra se desviar para ter coragem de encará-la.
Mari sorria e voltara a observar o trabalho da WILLE. A despeito do sangue que ainda pingava de vez em quando na sua blusa, ela parecia que não tinha dito nada que fosse relevante. Era como se tivesse falado sobre como o céu estava bonito naquela tarde e Asuka se odiou por não ter digerido aquilo tão fácil. A Segunda Criança sorriu um tanto mais terna e procurou por algo no bolso da calça:
― Hã? ― Mari foi surpreendida pelo toque do tecido no queixo. Asuka estava usando um lenço para limpar o sangue. Voltou os olhos para procurar as íris azuis da outra, mas esta já havia os desviado, encarando o queixo e pedaço da blusa da outra que tentava limpar um pouco do vermelho tingido.
― Não fale mais daquele infeliz, ok? ― pediu Asuka, enfim encarando os olhos que ainda exibiam a surpresa de Mari.
― Farei o possível. . . Tsundere-chan.
Asuka deu uma risada fraca, enquanto guardava o lenço. A outra sempre dava um jeito de não falar o nome das pessoas.


***
A lua cheia exibia sua cicatriz eterna enquanto brilhava no alto do céu limpo. As estrelas coloriam e iluminavam a noite fria de outono, deixando o caminho da frota principal da WILLE parecendo um pouco menos assombroso do que na verdade era. A movimentação no navio de comando era pouco. Eram os navios de transporte dos evas que estava ainda trabalhando duro para reorganizar as coisas depois de uma batalha feroz que acontecera antes do pôr do sol.
Asuka e Mari estavam mais uma vez sozinhas, sem qualquer função, afinal os pilotos também eram inúteis depois que a batalha terminava. Apesar do acontecido, elas ainda tinham disposição para conversar sobre a luta, enquanto observavam o céu pelas largas janelas da sala de reunião, agora vazia:
― Nossa, por que você é sempre tão covarde nas batalhas ein? ― perguntou Asuka, num tom muito mais de divertimento do que irritado. Depois de vitórias fáceis o ego de desta melhorava seu humor em muito.
― Ora, Tsundere-sama, é simples: eu quero sobreviver o bastante para ver o nascimento e glória do Novo Mundo!
― Novo Mundo?! Hahahahahahah, mas do que cê tá falando?!
― Estou falando da grande era de luz que irá surgir quando finalmente essa loucura de NERV e anjos terminar. ― explicou Mari. ― Apesar de que nesse mundo eu vou me suicidar por causa do tédio. Muita “alegriazinha” me faz mal.
― Nah, nenhum de nós vai viver o bastante para isso.
― Ora, nós temos a juventude inteira para esperar, Tsundere-sama. ― ponderou a morena, abrindo os braços num gesto de mostrar como ainda era jovem depois de tantos anos de luta.
De fato, elas tinham uma juventude infinita para aguardar a mudança do mundo. Asuka até concordaria com a visão da outra, se não fosse pelo fato de ter certeza que em algum momento elas teriam as tripas devoradas por algum inimigo voador vindo de qualquer lugar desconhecido.
A verdade é que Mari não se preocupava em nada sobre o futuro. Tudo para ela se resumia em aproveitar o momento presente. Gostava das batalhas, mas também vinha aprendendo a gostar de certos caprichos que a rotina que lhe fora imposta havia trazido consigo. Ainda que a realidade fosse sombria, ela sentia que era ali que deveria estar. Não lhe apeteceria uma vida pacata como estudante, em meio a clubes e provas.
A não ser que a ruiva estivesse na mesma classe que ela. Ai sim as coisas poderiam ser interessantes:
― Você não tem nenhum parafuso nessa cabeça né, quatro-olhos?
― Com certeza tenho menos do que você tem na perna, Tsundere-sama.
Asuka não conseguiu manter a seriedade diante daquele deboche. Teve que rir da própria desgraça como não antes havia feito. Uma risada aliviada, daquelas que dão uma forte vontade de chorar ao mesmo tempo. Um pequeno descanso para alguém que passava todos os momentos de sua vida se esforçando para fugir de qualquer alegria.
Só quando Asuka percebeu o olhar insistente da outra piloto que despertou da sua distração. Mari a encarava, o rosto meio encoberto pelas sombras da claridade do luar. Como sempre, esta sorria. Mas era um sorriso diferente, sem deboche. Asuka viu apenas uma transparente afeição naquele gesto:
― O q-que foi? ― perguntou ela, um tanto incomodada. A ruiva sentiu um frio no estômago quando a outra se aproximou alguns passos, ainda encarando-a, antes de responder.
― É que eu nunca tinha te visto sorrindo de modo verdadeiro, Tsundere-sama. Pode se dizer que é algo raro, quase um milagre.
Asuka inflou uma das bochechas ao ouvir aquilo. Mesmo séria a outra adorava debochar:
― Deve ser menos raro do que te ver falando alguma coisa séria.
― Mas eu estou falando sério agora.
Asuka engoliu a saliva, nervosa. Estava se achando ridícula por sentir tanta ansiedade e nervosismo por causa de uma garota tão infantil como Mari. Desviou o olhar e tentou encontrar qualquer coisa ao redor para se focar, numa tentativa de "quebrar" o ritmo da conversa da outra. O que foi inútil.
― Eu gostaria de não esquecer. . . ― começou a falar Mari, com a voz quase sussurrada. Esticou o braço sem pressa, até que seus dedos tocaram a bochecha da ruiva, que arrepiou no rosto àquele toque tão suave. ― . . . Eu não gostaria de esquecer esse sorriso, Asuka.
O nome. Asuka não conseguiu evitar ter seu olho capturado pelos da morena. Sequer percebeu o movimento que eliminou os mais de quarenta centímetros que separavam os lábios de Mari do toque suave que ela sentiu nos seus. Que coisa estranha estava acontecendo ali, foi só o que pode se questionar.
O instinto fez com que Asuka fechasse o olho ao ser beijada. Aquilo foi o necessário para que ela, ao entrar na escuridão completa da sua pálpebra, calasse por completo qualquer pensamento inútil.
Não questionou-se sobre Mari, ou sobre ela mesma. Ou sobre o que significava estar se deixando beijar por uma mulher. Também esqueceu de tentar analisar se talvez ela mesma estivesse esperando por aquilo a algum tempo. Não, este pensamento seria o mais trabalhoso e sem sentido o possível.
Tudo o que existia no escuro era a sensação morna e carinhosa do beijo que recebeu. Retribuiu e seus sentimentos se chocaram numa confusão um pouco maior quando percebeu os traços de medo e anseio na reação de Mari. A sensação de tempo evaporou e Asuka não era capaz de saber se o abraço que davam era fraco ou apertado. Em meio ao toque suave e romântico do beijo ela estava completamente absorvida apenas pelo ato.
Um indeterminável tempo depois, os beijos cessaram e os rostos das pilotos se separaram. Asuka não pensou mais em tentar desviar o olhar. As bochechas de Mari estava um pouco rosadas e a ruiva acreditou que as suas provavelmente também. Seu coração batia num leve acelerado que não a deixava respirar com naturalidade. Nenhuma palavra entre elas foi dita durante vários minutos. Era inevitável, mas era como se ambas tentassem congelar aquele momento onde não eram necessárias perguntas ou esclarecimentos.
Só que logo o medo e receio começaram a sondar os pensamentos de Asuka. Isso pareceu ficar claro para a morena, pois neste momento ela decidiu quebrar o silêncio com uma única frase:
― Não se preocupe com isso, Princesa. ― e então Mari se afastou, sorrindo, e se dirigiu em silêncio para a porta da sala. Não disse nenhuma palavra a mais e logo a sala estava fechada e Asuka sozinha.
De fato era a melhor coisa naquele momento. O que adiantaria conversar sobre algo que não tinha qualquer sentido? O que mudaria? Nada. Não havia porquê Asuka se preocupar se aquilo fora apenas um acidente causado pela euforia de uma batalha, ou se poderia se repetir mesmo no próximo entardecer.
O mundo continuava sendo um lugar sem esperança, portanto não havia porque esperar algo daquilo. O que viesse, seria um milagre e uma benção vinda direta do imaginário Novo Mundo onde existia felicidade.
FIM



(Queria dedicar com um carinho ácido ao nosso amado leitor, Kaje-kun, este fic com uma personagem que ele tanto ama, a Mari! Não me odeie, só estou fazendo isso para convencê-lo a ler!)
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Posted by LKMazaki

Yuri Week Gallery #86

Ois~
Fala galera! Como estão? Curtiram o carnaval? Sambaram muito? Espero que tenham se divertido. :D

O tema do gallery de hoje surgiu no bar das brôas, então se gostarem lembrem-se de agradecer a Super-Divosa-Galáxia Mazaki. Lembram que o último que fiz foi "Nanohático"[?]? Então, hoje será "Negimático".

Não posso falar de Negima sem venerar essa diva. Acho a Eva superior demais pra shippar com alguém. Ela sozinha eu já surto horrores, beesha vampira má~ <3

 Gente... KonoSetsu nunca deixará de ser fofo. Muito cute~

Setsuna salvando/protegendo o seu mundo é algo que nunca canso de ver. Sou fangirl dela também. 

Os momentos de paz que as duas lutaram juntas para conseguir me dão uma paz de espírito que não sei descrever. Sempre torci por elas (mas ainda não completei o mangá, sem spoilers pls!!).

... ~surtando~ (Por favor, Setsuna, controle-se e deixa acontecer naturalmente eu não quero ver você chorar)

 Essa me fez lembrar de Candy Boy, juro. A-do-ro!

Trágico? Triste? Não acho, gosto muito dessa. Diz tanto sem usar nenhuma palavra... Incrível, apenas.

Incrível, apenas. [2]

Essa está entre minhas favoritas de KonoSetsu desde quando a encontrei, vai princesa! Pega esse príncipe de jeito. rawr~

"Doggy, foi curto esse? É você mesmo?"
Pois é, sou eu. Já disse que não tenho muito o que falar delas. Mas convenhamos, elas não são um casal de muitas palavras, não é? Então vamos admirar tudo ao estilo KonoSetsu, ações demais (tá nem tanto assim, mas tem ação, vai), palavras de menos.
"Hmm... Sei... Então sem extras hoje?"
Nops, tem extra hoje também. u_u
"Temático? KonoSetsu?"
Temático, mas não KonoSetsu. XD

#Extras: Outros que shippo.
Ayabaka e Bakasuna. Rivalidade? Brigas? Tretas? Hunf! Selo "aí tem" de qualidade da Doggy.

Garotas inteligentes são super charmosas, não concordam? Gênios então... Merecem outros gênios.
Mestra Washu aprova. Gênio A: Hakase e Gênio B: Chao (porque ela usa cheat, então a Hakase vem primeiro u_u)

Mazaki sobre: Gente... Cadê o sal?
Doggy: Açúcar elas tem de sobra, pfvr. u_u (sim, eu gosto da Ako com a Akira! Tchau Yuuna, xô)

Sempre tive um fraco por garotas badasses e isso elas tem de sobra. Kuu Fei é o poder também, mas pro nível da Mana (diva, linda, gostosa, da cor do pecado) eu prefiro a Kaede.


É gente, shippo outros casais como Kotarô x Negi Natsumi, Eva x Eu, Negi x ninguém, mas isso não é história para agora, certo? XD
E vocês? Quais são os seus pares românticos em Negima? Digam nos comentários (sem dar spoiler, caramba, eu leio tudinho, poshãn...)

E pra finalizar...
Dando start no post com a Eva e c-c-c-combo breaker com a Setsuna. Marvelous!! HIGH SCORE.
Então até a próxima! Isso é tudo, pessoal!

Yuri Week Gallery #85

Ola meus queridos!
Como estão??
Eu estava cá procurando o que colocar no Gallery dessa semana e sem nenhuma ideia até que, de repente, eu vejo um link no YouTube e descubro o que TINHA que fazer!

Acho que vocês devem saber, mas repetindo: Eu adoro músicas de animes shoujo ai. Aberturas, encerramentos, Insert Songs e até algumas OSTs. Anteriormente eu até já fiz uma postagem músicas de animes shoujo ais, mas este vai ser mais específico! Vamos ter encerramentos de animes!!

Curiosos pra ver a minha seleção? Então vamos lá!!

Acho que nunca falei dessa série aqui no KaS (não é pra menos, eu não a vi),
mas é bom variar. (pra pegar vocês desprevenidos dos meus clichês XD)
Venus versus Virus é uma série bem conhecida do público, mas eu nunca parei para ver
(assim como Ga-Rei Zero ou Mouretsu Pirates)
Ainda dou uma chance para eles, eu juro! (XD)

E a ED? Achei interessante, principalmente o refrão. Mas ele não consegue fazer o efeito de um clássico encerramento que todos amam...

Agora eu acho que surpreendi a Mazaki! (XD)
Vocês podem não saber, mas ela sempre briga comigo por eu ignorar totalmente os encerramentos de Nanoha, principalmente Little Wish.
O que posso fazer? É covardia comparar a voz da Nana Mizuki nas aberturas com a da Yukari Tamura nos encerramentos. Além de que não sou tão fã desse tipo de encerramento.
É fofo, mas me enjoa muito rápido.
Me xinguem nos comentários, ok? (estou pronta XD)

Só para continuar nos meus padrões de clichê de colocar sempre as mesmas séries (sorry),
tenho que colocar esse encerramento surtante!
Truth é uma música que dá vontade de cantar junto, pular e gritar, não?
Apesar dele ser meio chato para os que gostam de shoujo ai...
Bom, Utena é um pouco estranho nessas coisas. Normal.

Só para colocar a diva das músicas yuris Kotoko cantando aqui no Gallery~
Sim, ela é tão cool que canta até em Marimite, que não tinha músicas com letra!
Sua linda, sou muito fangirl.
E esse encerramento?! É TÃO YURI! CARA, POR QUE O ANIME NÃO É ASSIM??? (XD)

Para continuar no ritmo da deusa yuri Kotoko (exagerada XD), vamos ao clássico, melhor e mais cool encerramento ever! (sendo yuri ou não!!)
Como disse antes, Venus versus Virus tentou pegar esse estilo de "aproximar" as personagens com uma imagem parada, mas não deu certo como essa maravilhosa ideia de Kannazuki.
Não é a toa que tanta gente faz fanvideos com outros casais.

Me desculpem, eu tive que colocar essa música novamente em uma postagem. É tão linda que sempre me dá uma coisa no peito escutando ela. Tem uma letra triste, mas amorosa. E o efeito "Kannazuki" de imagem parada funcionou nesse vídeo.
KyoSaya é tudo de bom, e a Ai Nonaka foi uma diva, tanto na série como Kyouko, quanto cantando And I'm Home, onde fez a melhor voz da carreira dela (sério!). Sua linda, sou fã incondicional!!
(também é dubladora da Konoka então... XD)

EXTRA!!


Pegando a mania da Doggy, estou trazendo o extra mais épico, maravilhoso e lindo de sempre.
(desculpa Doggy, mas tem que admitir que mandei bem!)
Para tantos esse casal é o primeiro shoujo ai que tiveram chance de ver em um anime,
então é sempre ótimo poder trazê-las para o KaS.
Haruka e Michiru são lindas, e essas atrizes são ótimas!!
E a música, nossa, que linda~~! (*o*)

Assim termino meu Gallery cheio de vídeos para entretê-los!
Podem falar a vontade!
O que faltou aqui?
Me desculpem, não consegui trazer nem Himitsu Dolls (Strawberry Panic), nem Nii-jiru Pocket (Sasameki Koto), por não ter encontrado elas no YouTube. Se acharem, coloquem nos comentários!

Até logo! o/

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