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[Notícia] Preço e Formato de 'Me Apaixonei pela Vilã'

 Um dia após mostrar a capa nacional da light novel Me Apaixonei pela Vilã, a editora NewPOP divulgou mais detalhes sobre o lançamento da obra.


O total de páginas será de 328 páginas, em papel Upm Books 70g (mesmo de Crônicas das Guerras de Lodoss) e o tamanho do livro será 15 x 21 cm. O valor do primeiro volume já foi divulgado e será de R$ 34,90.

Imagem retirada da live da editora.

Além dessas informações, a editora já deixou avisado que o segundo volume terá um ajuste de valor, já que ele tem cerca do dobro do tamanho da primeira edição. Mas fiquem tranquilos, não será o dobro do valor. No segundo livro, teremos um posfácio exclusivo para a edição brasileira, escrita pela própria autora, Inori.


Os últimos detalhes é que o lançamento da obra será bimestral e que no primeiro volume, se você comprar na primeira tiragem (sendo no site da NewPOP ou em outro local), você ganhará um postal de brinde. Sim, apenas na primeira tiragem.


A obra está prevista para ter um total de 5 volumes no total. O 5º e último volume ainda não foi lançado no Japão.


Fontes:

Site da editora NewPOP

Live onde foi divulgadas as novidades

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The aquatope on white sand será transmitido pelo Crunchyroll Brasil

Há algum tempo falamos sobre o "anime que não é o mangá da salamandra, mas é". Pois agora temos mais algumas novidades. The aquatope on white sand é um anime oficial do estúdio P.A. Works, mas tem uma vibe bem parecida com o mangá queridinho A Tropical Fish Yearns for Snow (que acabou faz poucos meses) e tratá dubladoras bem conhecidas para o projeto. Até poucos dias não tinhamos mais informações sobre a obra, mas o Crunchyroll decidiu nos dar uma mãozinha. O site confirmou que irá trazer o anime para o Brasil, além de lançar um trailer legendado em português.

A trama é localizada em Okinawa (região do Japão de clima mais tropical), em um pequeno aquário. Kukuru é uma garota que trabalha no aquário que conhece um 'segredo' do local: As vezes você pode ver coisas misteriosas no aquário. Um dia Kukuru conhece Fuuka, uma garota que aparece no aquário chorando. A verdade é que Fuuka desistiu do sonho de ser uma idol e fugiu para Okinawa, tentando achar um rumo na vida e pede para trabalhar no aquário.


O anime será lançado dia 9 de julho (Japão) e ainda não há horário para ser disponibilizado em português no site do Crunchyroll. Já se tem clipes oficiais da abertura e encerramento, cantados por ARCANA PROJECT e Mia REGINA. As músicas já dão uma pista sobre o clima da série.

O anime tem tudo para tocar o coração do espectador e nos dar momentos muito emocionante entre as protagonistas. Mas cuidado, não tenha esperança que vá ter romance (talvez, só um pouquinho, vai que rola..)

Fontes:

Postagem do Crunchyroll com as novidades da próxima temporada

Postagem do Crunchyroll americano sobre a série

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Virgin's Empire - apenas ecchi... ou?

Virgin's Empire (オトメの帝国 - Otome no Teikoku, no original) é um mangá de Kishi Torajirou, que começou a ser publicado em 2010 e atualmente é publicado na revista digital Grand Jump Web, contando, em abril de 2021, com 15 volumes compilados.

 

Já faz um bom tempo que Virgin's Empire está por aí no fandom yuri e sempre provoca discussões devido ao seu alto grau de fanservice e, suposta, falta de conteúdo relevante. O objetivo deste artigo é tentar desmistificar essa impressão inicial que a obra tem para quem ou leu na época do lançamento inicial ou apenas viu os primeiros capítulos e não acompanhou mais a obra.

 

A primeira vez que li, como imagino deva ser o caso também da grande maioria, foi apenas por conta do apelo visual que as primeiras páginas tem (em 2010 a variedade de mangás yuris originais era bem menor do que hoje em dia também). Francamente, mesmo com o fanservice sendo o objetivo, acabei bem desapontada. Os primeiros capítulos basicamente giram em torno de situações ecchi variadas que ficam num limbo entre "são brincadeiras inocentes de garotas adolescentes" e ângulos pensado para chamar a atenção.

 

Porém, após alguns anos e já tendo esquecido a obra, algumas ilustrações pelas minhas redes sociais me fizeram tomar um susto ao perceber que aquilo era Virgin's Empire.

 

  


  

Para efeito de comparação, a capa do primeiro capítulo onde as mesmas personagens aparecem na frente:




A grande virada narrativa que me fez voltar a prestar atenção no mangá foi o relacionamento entre Chie e Ai. Elas foram as primeiras que percebi terem um arco de história e que, no capítulo 115, acontece um beijo entre elas (spoilers!) E esse desenvolvimento, que passou pela competição escolar onde Ai enfrentou medo e frustração no seu desejo de ser a melhor corredora da competição, e culminou com uma bela cena de apoio e entendimento entre as duas amigas que já estava no limiar entre amizade e romance há muitos capítulos me fez retomar o mangá basicamente do começo e os, na época, quase 200 capítulos já existentes.

 

 

E, francamente, Virgin's Empire acabou se tornando um dos meus mangás preferidos de acompanhar, sem exageros. O fato do fanservice, que no começo ser exagerado e único fator de entretenimento possível ter se tornado mais sofisticado, no sentido de bem feito e talvez até mais atraente do que imagens escrachadas do começo, ter se combinado com um elenco grande, diverso e muito interessante de personagens e relacionamentos únicos, com ritmos diferentes, fez essa obra se tornar um gigante que, pelo menos na visão que tenho como leitora e parte do público de yuri, é em grande medida ignorado pela fama ruim do começo da série.

 

As personagens de Virgin's Empire são o grande ponto forte da série. Este texto seria exaustivo se fosse falar sobre todas as personagens e relacionamentos, por isso vou comentar apenas os que mais gosto de acompanhar (a quantidade de pares te dá a liberdade de acompanhar apenas alguns e outros não se desejar, pois tem conteúdo de todos)

 

Mio x Shizuka

A típica história de kouhai apaixonada pela senpai popular começa de maneira bem lenta, saltando para momentos bastante "perigosos" repentinamente, como não é estranho em Virgin's Empire. Porém é após as duas começarem a namorar de fato que as coisas ficam complicadas.

 

Shizuka, a senpai, tem um rolo mal resolvido com Kaoru (a comedora da história, vou falar um pouco mais dela depois) e não consegue se livrar os resquícios de atração que a fazem incapaz de resistir às investidas de Kaoru. Mio, a jovem kouhai apaixonada acaba descobrindo isso da pior maneira possível e a relação entre ela e Shizuka desanda de maneira dramática e perigosa.

 

Ciúmes, fraqueza e aceitação se tornam temas da difícil história que as duas seguem construindo. Uma trama que não fica estagnada na paz como, por exemplo, o caso de Chie e Ai, que depois que se tornam um casal são responsáveis pelos capítulos mais fofos possíveis.

 

cap 14:


 

cap 154:


 

cap 228:


 

Ayano x Miyoshi

As protagonistas originais de Virgin's Empire saíram de ser umas idiotas que ficam apalpando a outra para zueira para... Bom, ainda serem idiotas, mas agora num sentido um pouco mais próximo do "mas é óbvio que elas gostam uma da outra, mas elas são burras demais para ver isso".

 

Numa obra onde a discrição em relação à sexualidade das personagens ficou para trás, elas conseguem ser o ponto onde o leitor morde os nós dos dedos de raiva da lentidão das duas em enfim entender o que sentem. Esse navio ainda vai para o oceano, eu acredito!

 


Mask x Kaoru

Como disse antes, Kaoru é a comedora de plantão. Ela é sedutora e tira casquinhas (ou muito mais) de quase qualquer uma que atraia seu entendesse. Porém, além de fazer seu papel de antagonista no arco de Mio e Shizuka, ela acaba começando seu próprio arco de história começa e começa de maneira mais inesperada o possível, quando ela se apaixona pela última pessoa que se imaginaria que isso poderia acontecer.

 


 

Não falei antes, mas existe um subplot em Virgin's Empire ao redor do clube de mangá, basicamente formado de fujoshis debatendo sobre BL e desenhando ecchi de homens. É um plot bastante engraçado e onde inicialmente temos a aparição de várias personagens, como Bou, ou Mask, como é chamada uma das desenhistas do clube.

 

Sempre usando máscara e uma fanática de mangá BL, ela acaba se tornando o alvo da afeição da pior pessoa possível para lidar com verdadeiros sentimentos. Sim, Kaoru, a comedora geral.

 


Sinceramente, como disse antes, poderia prolongar essa lista muito mais com outros casais que tem seu charme, como Haruka x Kanae (este começou a surgir bem posteriormente na série, então a trama ainda está se desenvolvendo e estou bem curiosa), Elisha x Honoka (a estrangeira com dois pais e a fujoshi antissocial), temos a Nao (que tem um arco por si mesma sobre seu prazer proibido do exibicionismo até que.... Well, ela acaba trazendo Onibe, outra do clube de mangá, por acidente para dentro do seu plot) ou Mari x Yuu (que ficam oscilando entre um dos casais com plots mais ecchis e momentos de fofura inacreditável).

 

Sim, a obra tem ecchi (bastante!) e não vou negar que, dependendo do casal e capítulo, este fator ainda é o grande destaque. porém, cada vez mais Virgin's Empire foi se distanciando apenas da fórmula de "fanservice da semana" para se aproximar cada vez mais do formato "casalzinho da vez", trazendo arcos de enredo longos e complexos diluídos dentro de capítulos curtos, dividindo espaço com uma dezena de outros pares e suas questões.

 

Fica a recomendação, para quem nunca leu, que leia. Para quem já leu, há muitos anos e não gostou, que dê uma nova chance. Como disse antes, este é um dos melhores yuris que acompanho. E, apesar de ser ecchi, está longe de ser apenas isto.


quinta-feira, 1 de abril de 2021
Posted by Mazaki89

[Notícia] Novidades sobre Me Apaixonei pela Vilã pela NewPOP

Que a light novel queridinha da galera iria ser trazida para o Brasil pela NewPOP, todo mundo já sabia. Mas estamos aqui para sempre trazer novidade!


Segundo a live da editora do YouTube, no dia 25 de março, Me Apaixonei pela Vilã já está com a tradução com a editora e estão começando o trabalho da capa. Além disso, falta a diagramação e revisão do volume.


A NewPOP falou que está achando que irá lançar antes do previsto, mas não falaram quando será. Também comunicou que o preço será anunciado em breve, além de que logo começará a pré-venda da obra. E quem comprar em pré-venda ganhará um brinde, o qual ainda não falaram qual será. O formato impresso será o 15x21 cm, assim como foi a edição Norte-americana lançada pela Seven Seas.


Fonte:

Lacradores Desintoxicados


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Analisando a Capa Brasileira de Bloom into You

Sim, a novidade na verdade saiu na semana passada.

A Editora Panini colocou em seu site a capa brasileira de Bloom into You (Yagate kimi ni naru). Com um logo exclusivo e o nome americano sem tradução ou menção ao nome original. Me apeguei há alguns detalhes e ficaremos com algumas dúvidas até vermos as próximas capas.

A numeração está no canto superior direito e não se sabe se os outros volumes manterão no mesmo local. Nem se o logo ficará na mesma posição abaixo do centro. Achei a capa bem bonita, com o logo delicado sendo o que chama mais atenção. O nome da autora e a numeração estarem em branco com sombreado os deixa discretos e sem atrapalhar a ilustração.

Não chego a me preocupar tanto com a capa nº 6 (onde a Touko está no palco), pois o logo japonês já fica por cima da cortina. E, apesar da numeração americana ficar boa na capa 6, na do volume 4 acaba ficando bem em cima do pé de Touko.
Verde sinalizando a posição da numeração brasileira. Vermelho sinalizando a posição da numeração Norte-americana. 
Vários países fizeram a posição do logo como a Panini, onde originalmente é a numeração japonesa. Afinal, fica quase inviável de colocar a numeração na posição original, já que o nome romanizado não ficaria bom nas laterais como em japonês.

Vale salientar que como o logo que a editora brasileira fez é bem vertical, pelo menos comparando com a versão americana (a qual terei a física para comparar pessoalmente), ele ficará bem no limite no volume 7, onde Yuu está deitada na cama bem no centro da capa.
A Amazon abriu pré-venda da edição 1 (clique aqui). A mesma está prevista para ser lançada em abril, pelo valor de R$ 29,90. A publicação será bimestral, com capa cartonada e miolo offwhite 66g.

Para capas de YagaKimi de outros países, veja o post no site Lacradores Desintoxicados.

Agora é esperar para ver se tudo vai ficar como o esperado e depois dar uma olhada na tradução.

[Recomendação] Como gostar de um mangá quando se odeia uma das protagonistas? Failed Princesses - Ajiichi

Minha primeira impressão de Failed Princesses (できそこないの姫君たち ou Dekisokonai no Himegimi-tachi) foi pela capa quando foi anunciado na América do Norte pela Editora Seven Seas. Sempre pensei antes de lê-lo que ele seria algo ao estilo Girl Friends, afinal os traços conseguem ser familiares e uma protagonista de cabelo escuro e curto e outra com cabelo comprido e claro é um dos mais recorrentes clichês de Milk Morinaga. Eu só não sabia que eu, lendo minha primeira obra da Ajichi, é que eu teria o desafio de me afeiçoar por uma personagem que inicialmente achei insuportável.


Deixe-me explicar.


O primeiro capítulo capítulo de Failed Princesses começa com Nanaki, uma menina popular e que se veste como uma gyaru (tipo a Yuzu de Citrus) destratando uma garota com estereótipo nerd desarrumada. Mas não é destratar no estilo "ai, que menina estranha", mas sim do tipo que fala na cara da menina pra ela "fazer as sobrancelhas feias". Ou seja, com 3 páginas, eu já achei a personagem uma superficial e mal educada. Ela fica falando que tem que "ser mais fofa que todas" e que "quer ser uma princesa". Foi um desafio chegar ao final do primeiro capítulo, já que ele é focado praticamente só nessa menina.


Apesar de insuportável, ela tem um namorado e um grupo de amigas que são suas seguidoras fiéis. Além disso ela é famosinha no Instagram e já é falada em revistas de moda. Só que na metade do capítulo a garota descobre que seu namorado na verdade já tinha uma namorada antes mesmo deles começarem um relacionamento e que ela era só uma "reserva". Ele termina falando "Você pode até ser bonita, mas quem iria querer namorar uma menina chata como você?".


Ow.... Essa doeu heim? 


A reviravolta começa a acontecer quando ela percebe que a nerd que ela maltratava estava escondida (ela estava no local antes e se escondeu por que, bem, ela é medrosa) e escutou toda a conversa. Nanaki começa a surtar, falando que a menina vai espalhar isso pra todo mundo e se vingar por ela ter sido tão escrota com ela. Mas a outra garota, Kanade, diz que não irá fazer isso e que a culpa era do cara e que "qualquer pessoa iria se sentir triste se a pessoa que ela ama dissesse tantas coisas horríveis para ela". Era exatamente o que Nanaki precisava escutar e a nerd fica lá, com ela, dando suporte.


E assim começa a amizade entre Nanaki e Kanade. Garotas tão diferentes, que tinham tudo para se odiar, mas acabam se dando muito bem.


Apesar de ao longo dos seus mais de 30 capítulos (ainda em andamento) as garotas mudarem e cada vez serem mais próximas, demorou um pouco para eu poder me afeiçoar a Nanaki. A garota muitas vezes impulsiva e meio burrinha começou a me conquistar quando ela começa a defender a Kanade. Seja das meninas de seu ex-grupo, ou do professor maldoso, ou de ciúmes que ela sente mais pra frente.


Já Kanade, é uma garota que tem trauma de infância e não se acha boa o suficiente para ser uma "princesa" e que nunca chegará ao nível de Nanaki, mesmo com a amizade que elas têm. É um pouco conflituoso para mim, já que eu não me incomodava da Kanade ter essa "carinha de nerd", mas ela fez um makeover e ficou fofinha. Essa coisa meio "Diário da Princesa" não é do meu agrado, mas acho que pode ser explorada ainda para a Kanade entender que ela não é menos do que outras pessoas.


Além disso, essa mudança de visual da personagem me lembrou muito Girl Friends e é uma das razões pela qual eu falei no Twitter que Failed Princesses é uma "versão extreme" do mangá de Milk Morinaga. Não só o assunto de maquiagem e roupas é comum aos dois mangás, mas também essa coisa de personagem extrovertida popular se junta com a nerdinha quieta também relaciona as duas obras. Só que as coincidências entre as obras para por aí.

Uma coisa muito boa da obra é como há cenas que são mostradas por mais de um ponto de vista, ou que aparece parte da cena em um momento e depois a obra volta para a mesma cena e mostra outro ponto de vista e continua a cena. É muito interessante o modo que a narrativa é feita e como todas as personagens conseguem um ótimo destaque. Enquanto Girl Friends tem amigas que servem de pequenas conselheiras e alívio cômico, Failed Princesses conta com as personagens secundárias para dar mais profundidade há obra e elas são extremamente importantes. Não tem como ter a obra e vários momentos importantes dela sem essas personagens.


A obra nos joga alguns personagens que juramos que podemos não gostar e nos faz se importar com elas. A protagonista gyaru egoísta que na verdade é uma fiel amiga, a nerd fujoshi que é responsável e amorosa, a extrovertida que quer fazer 1000 amigos, mas que é fofa e sem jeito com quem ela gosta, a garota misteriosa que na verdade é frágil. Failed Princesses nos trás personagens que não são perfeitos, e por isso mesmo é tão bom.


E quem diria que agora eu iria torcer para a menina que eu odiei em 3 páginas, não é mesmo?


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sexta-feira, 12 de março de 2021
Posted by Se-chan

[Notícia] Trailer de "Kobayashi-san chi no Maid Dragon S" divulgado

Kobayashi-san chi no Maid Dragon é um dos animes com yuri que cura o coração de quem assiste, por isso mesmo todo mundo estava esperando uma continuação. Não foi surpresa pra ninguém (já que o anime é popular) quando foi anunciada a continuação. 



Mas agora tem trailer!


Lembrando o trailer da primeira temporada (clique aqui para assistir), o preview da segunda temporada faz uma musiquinha relembrando as personagens e as mesmas discutindo pq o título tem 'S' no final. Além disso, há a apresentação da personagem nova (Ilulu) que explica que o 'S' é de "Super Supreme Second life Starts".

Apenas lembrando que haverá a substituição dos antigos diretor e diretora de arte, já que infelizmente os dois foram vítimas no ataque que incendiou o prédio da Kyoto Animation em 2019. Os novos responsáveis serão Tatsuya Ishihara (diretor de Melancholy of Haruhi Suzumiya e Hibike! Euphonium) e Shouko Ochiai (diretor de arte de Tsurune).


Lembrando que a série passou no canal aberto Loading e está disponível oficialmente no Crunchyroll.

Basta agora esperar até julho para ver o anime.


Fonte:

Twitter da Série

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[Recomendação] Handsome Girl and Sheltered Girl - Majoccoid e Mochi Au Lait

 Que tipo de desentendimentos podem fazer duas pessoas começarem a namorar?


Em Handsome Girl and Sheltered Girl (イケメン女と箱入り娘 ou Ikemen onna to hakoiri musume em japonês), de Majoccoid (arte) e Mochi Au Lait (roteiro), duas garotas começam a namorar por que uma delas acha que a outra é um homem. Uma série de desentendimentos faz com que Ookuma ache que Kanda-kun (sim, ela usa kun) é um garoto e está apaixonada por ele.


Tudo acontece por Ookuma perguntar se Kanda-kun não quer participar de um café crossdressing (precisavam de mais garotos vestidos de menina) e Kanda-kun pensa em fazer uma brincadeira boba, que por fim faz com que as duas comecem a namorar e ela esteja em uma enrascada de tentar fazer a outra garota entender que ela é mulher também. A trama segue cheia de pequenos mal-entendidos até que Kanda-kun consegue finalmente falar para Ookuma que ela é uma garota e a outra garota no final não se importa com o fato de Kanda-kun ser mulher.


Sinceramente, eu poderia dizer que isso é um pouco de mal gosto (?), já que o mangá poderia explorar sobre identidade de gênero, mas no final Kanda-kun só é uma menina que parece mesmo um cara, e ponto final. Eu gostei muito do mangá, mas as vezes as piadas podem ter uma conotação um pouco.. complicada (?). 

A seguir haverá spoilers.

Próximo do final do mangá, Kanda-kun fala para Ookuma que é uma garota, mas a outra garota não acredita. No final, elas entram num acordo de que para Ookuma aceitar que Kanda-kun é mulher, ela teria que ver o corpo nú dela. A situação toda é feita com bastante humor e é bem leve, mas tenho que dizer que poderia soar muito ruim, já que o sexo da pessoa não deveria estar extremamente ligada ao orgão genital.

Fim do spoiler.


Porém, como Kanda-kun se sente mulher e só não se 'veste femininamente', eu entendi que não haveria tanto problema com o humor usado na cena. É hilário, mas toda essa parte me deixou com um pé atrás com a obra, apesar de ter rido horrores da cena.


Tirando essa parte, o mangá é extremamente fofo, engraçado e divertido. Dá para perceber como Kanda-kun vai começando a gostar de verdade de Ookuma e como o relacionamento delas funciona. Devo dizer que tirando a parte final, eu não fiquei nada preocupada com relação a identidade de gênero ou algum tipo de mensagem que poderia ser mal interpretada. Kanda-kun se mostra uma mulher e na verdade Ookuma não se importa com o gênero da outra, apenas a ama (e ama seu jeito tomboy).

A série está completa em 2 volumes e deixa um gostinho de quero mais. Porém, como todo bom yuri, talvez tenha parado na parte que deveria. Afinal, tudo do mangá gira em torno de Kanda-kun tentar explicar o mal-entendido feito no primeiro capítulo. Depois disso, acho realmente que não haveria por quê de continuar a obra. Seria só mais do mesmo e talvez esse 'gostinho de quero mais' virasse um 'está se repetindo demais'.


Recomendo a série para quem quiser uma leitura leve, sem preocupação e quem não queira enxergar uma série descontruída de papéis de gênero. As personagens são cativantes e a relação delas é divertidíssima. E, para mim, no final a mensagem de "Não importa seu gênero, eu me apaixonei por você" é muito fofa.


O que acham?


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[Recomendação] The Two of Them Are Pretty Much Like This - Ikeda Takashi

Você começa a ler um novo mangá yuri. No primeiro capítulo, ele te introduz em 6 páginas duas personagens casadas, mostra elas saindo da cama (depois de uma óbvia noite 'movimentada'), as duas falando sobre o novo serviço de uma delas no trabalho (escritora de BL) e a outra tentando se tornar uma dubladora em ascensão. A dubladora dorme e acorda com uma coberta sobre si e percebe que a outra ainda está trabalhando. Ela faz um café para a escritora e conta o sonho que teve de que ela dublaria um trabalho escrito pela outra. O capítulo termina com uma piada boba.

Pode parecer bobo e corriqueiro, mas este é o clima do mangá "The Two of Them Are Pretty Much Like This" ("Futari wa Daitai Konna Kanji" ou ふたりはだいたいこんなかんじ originalmente), de Ikeda Takashi (Twitter do autor), o mesmo autor do sucesso de pouco mais de uma década atrás, Sasameki Koto (publicado nos Estados Unidos com nome de "Whispered Words"). A vida de Sakuma Elly e Inuzuka Wako (ou Wanko, como Sakuma a chama por não ajudar a pagar o aluguel do apartamento onde vivem) é corriqueira e sem grandes dramas. Assim como de qualquer casal bem estabelecido.


Sabe aquelas implicâncias de diferenças entre gerações? Esqueça, não vai encontrar aqui. Apesar da diferença de idade (32 Sakuma e 22 Wanko), as duas não tem grandes problemas de comunicação. No máximo uma piadinha ou observação. Também não há um grande drama a partir dos familiares delas, ou uma grande rival no amor. Este mangá está aqui para proporcionar um momento de calor no seu dia, uma risada boba, uma esperancinha de que você pode vir a ter um amorzinho calmo em paz (se ainda não tiver experienciado tal).


Se você leu Sasameki Koto, pode ter certeza de que irá gostar do que vai ler. O novo trabalho de Ikeda Takashi é tudo o que se gostaria de ver após o fim de Sasameki Koto, uma vida gostosa de casalzinho. Claro, desta vez não teremos uma Sumika total desajeitada de demonstrar seus sentimentos para a amada, nem Kazama com seus sentimentos complexos quanto à possibilidade de perder uma querida amiga. Tudo o que há em The Two of Them Are Pretty Much Like This é um casal adulto, sem bobajada adolescente. Mesmo Wanko, que é totalmente uma garota energética e que não pensa as vezes no que está fazendo, é mais madura do que as adolescentes do mangá anterior do autor. Um exemplo é como foi ela que abordou Sakuma para esta dar uma chance para o romance entre elas e a forma como o relacionamento delas começou quase de forma "prática" para ambos os lados. (vou polpá-los de spoilers)


O que importa é que, mesmo sendo uma série que está saindo online (compilado em volumes físicos posteriormente), de cerca de 7 páginas cada capítulo, tudo nele vale a pena, seja pelos momentos bobos, simples de carinho, ou piadas. Mais do que exaltar séries que mostram dramas exagerados e enrolações até a relação entre duas personagens finalmente se concretizar, eu prefiro elogiar o simples relacionamento saudável e 'sem graça' de duas mulheres adultas.

E, como sempre, parece que Ikeda Takashi foge do estereótipo de que "homem não deve desenhar yuri" e me dá justamente o que mais procuro em um bom yuri: um casal calmo, fofo, estável e divertido.


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[Resenha] An Easy Introduction to Love Triangles (To Pass the Exam!) - CANNO

Existe alguma forma feliz de resolver um impasse amoroso? Nem sempre, mas An Easy Introduction to Love Triangles (To Pass the Exam!) , da autora Canno e publicado pela Comic Dengeki Daioh, tenta argumentar que, alguns casos, as coisas podem ser mais simples e felizes do que se esperaria.



Canno se tornou uma autora amplamente conhecida dos leitores de yuri com seu mangá Kiss and White Lily for My Dearest Girl (Ano Ko ni Kiss to Shirayuri wo), publicado pela Yen Press nos Estados Unidos em 10 volumes. A obra dividiu a atenção a atenção dos leitores com mangás de grande popularidade como Yagate Kimi ni Naru e Citrus, mas conseguiu conquistar sua parcela de atenção e sucesso devido a qualidade técnica e também de construção de personagens e narrativas apresentadas pela mangaká. Após este sucesso ela seguiu para outras obras de menor duração e uma das destaque, publicada em 2020 e início de 2021 foi An Easy Introduction to Love Triangles -To Pass the Exam!- (Goukaku no Tame no! Yasashii Sankaku Kankei Nyuumon).


A trama de YasaKan (apelido curto deste mangá) gira em torno da relação entre Mayuki, uma garota que quer entrar na mesma escola da veterana por quem é apaixonada secretamente, Akira, a veterana que não quer admitir sentir algo por sua colega de classe, e Rin, a colega que acaba se tornando professora particular de Mayuki para lhe ajudar a melhorar as notas e assim alcançar seu objetivo de entrar numa escola boa (e ficar perto da veterana que ama).


Claro que, como é feitio da autora, a trama começa a se complicar logo. Mayuki conhece Rin em uma situação bastante suspeita com uma outra garota e, entendo que ela é mais experiente com assuntos românticos, acaba pedindo da sua professoras "lições" também sobre amor e assuntos mais maduros. Já Akira, que já hesitava diante do seu sentimento velado por Rin, acaba se sentindo ainda pior ao descobrir a verdade sobre a maneira de se relacionar da amiga.


Rin é uma pessoa poliamorosa. Para ela o conceito de se apaixonar por uma única pessoa é incompreensível e isso já lhe colocou em uma situação de grande sofrimento no passado, pois na sua experiência, ninguém mais é capaz de entender que para ela é impossível escolher entre duas pessoas que ama. Isso é algo que não faz sequer sentido para seus sentimentos.


Poliamor é um tema bastante delicado , especialmente por ainda ser um tabu para muitas pessoas. Vivemos em uma sociedade monogâmica e o poliamor é visto como algo ruim por boa parte das pessoas. Não faltam expressões pejorativas para se referir a pessoas incapazes de amar apenas uma pessoa e só uma pessoa, e talvez por isso sejam poucos os exemplos de obras ficcionais que tratem do tema, especialmente que tratem disso como algo positivo e aceitável.


Canno já se mostrou interessada e capaz de tratar de tal assunto em seus mangás. Em AnoKiss um dos núcleos de história trata de um relacionamento complicado entre três personagens que termina como um poliamor. Aparentemente o público reagiu bem a essa subtrama e por isso a autora voltou para tratar do assunto de maneira mais clara e direta em uma nova obra.



YasaKan é um mangá curto, terminado com 2 volumes. Isso é ao mesmo tempo ótimo e frustrante. Em apenas onze capítulos Canno consegue apresentar três personagens carismáticas e desenvolver a relação entre elas apresentando autos e baixos no caminho 'bondoso' para a construção do triângulo entre elas. A obra tem toda a qualidade técnica, visual e narrativa que a autora já se mostrou capaz. Ao mesmo tempo, para quem se apaixona pelo 'trisal' Mayuki-Akira-Rin ver um final é ao mesmo tempo uma alegria e uma tristeza imensa por não poder acompanhar mais dessa saga íntima e especial de amor. Porém, a obra tem um ritmo ágil desde o começo, o que leva a entender que a intenção da autora e editora era que a obra realmente fosse de curta duração. Uma pena, pois para o leitor com certeza sobra espaço de atenção para ver mais sobre as personagens, mesmo após a resolução do grande conflito da trama.


O amor pode ser simples, basta haver compreensão e sinceridade das partes envolvidas. Mesmo quando existem visões diferentes, a aceitação pode construir as pontes que poderiam parecer impossíveis nos termos comuns. Essa é a mensagem por detrás de An Easy Introduction to Love Triangles (to pass the exam!). Uma obra que inspira e retrata com generosidade uma realidade natural da forma que merece - como uma história de amor divertida e bonita com qualquer outra pode ser.

[Anúncio] Light Novel "I'm in love with the Villainess" é anunciada pela Editora NewPOP

A Editora NewPOP está fazendo uma semana de anúncios em lives, a NewPOP WEEK (que teve ínicio segunda e irá até domingo), e nesta sexta-feira foi marcada por anúncios de light novels. Nesta live foi confirmada a publicação do romance yuri "I'm in love with the Villainess" ("Watashi no Oshi wa Akuyaku Reijou" em japonês).

A história é do gênero isekai, a protagonista (Rei) acorda em um mundo de um otomegame (jogo de romance, normalmente hétero). Apesar das muitas opções amorosas masculinas, Rei é apaixonada pela vilã do jogo, Claire. As aventuras no jogo Revolution e o avanço da relação das duas andam em paralelo e a equipe do KaS já leu e recomenda (MUITO) a leitura.

A própria autora, Inori, estava no chat da live e também mandou uma mensagem para os fãs brasileiros (houve uma forte movimentação no Twitter para que a obra fosse trazida ao Brasil).

A NewPOP já deu a informação que o título foi adaptado para "Me Apaixonei pela Vilã". Mais informações, como periodicidade ou formato de impressão não foram divulgados.


Atualmente a obra têm 3 volumes completos, mas ainda está em publicação online.


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sexta-feira, 29 de janeiro de 2021
Posted by Se-chan

Informações sobre o anime de Adachi and Shimamura

 O aguardado anime de Adachi and Shimamura, derivado de uma light novel de sucesso no Japão, apresentou diversas e novas informações sobre a equipe técnica.

Produzido pela Tezuka Productions (Black Jack, Dororo e Quintessential Quintuplets), terá direção de Satoshi Kuwabara (Yu-Gi-Oh! Zexal e Quintessential Quintuplets), além da direção de som de Satoshi Motoyama (Senki Zesshō Symphogear).


Já na parte da dublagem, já se sabe que o nosso casalzinho (lerdo) terão dublagem de Akari Kitou (Adachi) e Miku Itou (Shimamura). Quem acha familiar os nomes, talvez acompanhe o mundinho dos animes idol/musicais, já que Kitou é a dubladora de Kanata Konoe (a dorminhocada das Nijigazaki, novo grupo de Love Live) e Itou é nada mais, nada menos que Kokoro Tsurumaki (vocalista do Hello Happy World - Bandori) e Yuriko Nanao (do filme de Idolm@ster).

Além disso, sabemos que o anime será lançado no ocidente pela FUNimation. Basta esperar e ver se o Brasil está entre os países que farão parte da distribuição já que a plataforma estará em breve oficialmente no Brasil.


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quarta-feira, 9 de setembro de 2020
Posted by Se-chan

Yuricast #26 - Citrus (Parte 02)

Olá a todos!

Após uma (não tão) longa espera pela sequência do Yuricast de Citrus.

Nesta edição contamos com a participação de Panda (Koi No Hana), apresentamos e discutimos (e rimos muito) sobre os volumes 5 a 7 do mangá de Saburouta.
Será que a Mei é tão difícil de entender assim? Planejar um encontro pode complicar mais do que ajudar? E o que fazer quando você leva uma possível rival para o seu encontro?

Como sempre contribua com sua opinião, crítica ou sugestão através dos comentários do site ou do canal.


Yuri Café #13: Top de Yuris e divagando sobre o mercado de mangás no Brasil

Olá a todos!

Cá estamos com mais uma edição do Yuri Café. Dessa vez as conversas foram longe nas divagações, mas entre os diversos assuntos comentamos o top de yuris na Era Heisei e, mais uma vez, comentamos sobre a situação complicada do mercado de mangás no Brasil (onde as editoras parecem mais preocupadas em manter alguns velhos clientes com condições do que buscar um novo público).



[DOWNLOAD] Yuri Café #13: Top de Yuris e divagando sobre o mercado de mangás no Brasil (0:38:48 - 46.8MB) 

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Yuricast #25 - Kindred Spirits on the Roof

Olá a todos!

Cá estamos com mais um programa do seu podcast sobre o mundo dos lírios. Nessa edição do Yuricast trazemos um dos temas que mais estávamos ansiosas para trazer: Kindred Spirits on the Roof.



Kindred Spirits é uma Visual Novel lançada em 2016 em inglês pela MangaGamer e se tornou um verdadeiro marco no mercado de yuri no ocidente, abrindo caminho para diversos outros títulos de VN que viriam depois. Mais do que isso, Kindred é um jogo de enredo e personagens maravilhosas, então venha conosco conversar sobre as aventuras de duas fantasmas lésbicas e uma garota envolvida nos planos delas de criar a Yuritopia!

[DOWNLOAD] Yuricast #25: Kindred Spirits on the Roof (67MB - 00:57:45)



segunda-feira, 27 de maio de 2019
Posted by Mazaki89

Yuri Café #12: Starlight, Fim de YagaKimi e o novo anime do Ikuhara

Olá a todos! Estamos de volta com o Yuri Café!



No programa de hoje vamos mais uma vez ler os comentários mais recentes enviados por vocês aos programas anteriores, além de comentar o que anda rolando no mundo dos mangás e animes de Lírios. Apesar de nada bombástico ter acontecido, algumas informações muito relevantes chegaram recentemente (como a confirmação de quando será o fim do mangá de Yagate Kimi ni Naru!). Além disso damos dicas de jogos (pois é) e não perdemos a chance de indicar o novo anime do nosso diretor do coração, Ikuhara (também referido carinhosamente como Bicha-sensei pelas integrantes desse programa).

Peguem seu café/chá/refrigerante/água e vamos conversar!


Yuricast #24 - Citrus (parte 1)

Estamos de volta com uma edição muito aguardada (por nós) do yuricast para falar da primeira parte do mangá/anime de Citrus!



Nessa edição vamos cobrir a história dos primeiros quatro volumes da série, tecendo comentários e opiniões a respeito dessa obra que é amada por tantos e detestada por tantos outros. Certamente uma conversa que ainda vai render nesse podcast.

Como sempre contribua com sua opinião, crítica ou sugestão através dos comentários do site ou do canal.

[DOWNLOAD] Yuricast #24 - Citrus (parte 1) (1:33:14 - 109MB)


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