Mostrando postagens com marcador Partners. Mostrar todas as postagens
Quase 3 anos de Kono ai Setsu
By: Mazaki

Olá a todos! Estou de volta depois de um tempinho pra não deixar o blog parar enquanto a Se-chan faz uma pequena viagem de final de férias. O post de hoje e um pouco diferente, pois e a primeira vez que vamos falar no Kono ai Setsu do... Kono ai Setsu!
Sim, sem que percebêssemos ja faz quase três anos que o blog se iniciou e vamos dar uma pequena recapitulada, já que o momento atual, onde estamos pretendendo retomar antigos projetos do blog e bem propício.

Foi em Maio de 2007 que a Se-chan não mais do que de repente decidiu dividir com os interessados, fanfics traduzidos de um de seus casais shoujo-ai favoritos: Konoka e Setsuna do mangá Mahou Sensei Negima. E ela não era uma fã maluca solitária, pois o movimento conhecido como "Konosetsu" já era bem forte desde aquela época. Não tardou para que vários fãs das garotas de Negima como também outros que apreciavam o gênero comecarem a perceber o blog como uma fonte boa de conteúdo.
Naquela época, esta que escreve este artigo, era somente mais uma leitora do blog que tinha como sucesso o fanfic traduzido do ingles chamado "Konoka's Betrothed". Como vou dizer mais a frente, essa influência de fics foi decisiva para a minha própria entrada tanto na equipe do blog como no mundo das "ficções de fã".
Naquele ano movimentos como o (falecido) Negima Advanced e o Blogima! (até hoje blog referência sobre Mahou Sensei Negima em português) surgiram, formando uma espécie de sub-websfera negimática (uau, inventei um termo pomposo!). Paralelamente para os fãs konosetsu três fanfics nacionais atraíam a ateção pela qualidade: Sis Mea Pars, Mastered Negima - Lives e Partners, sendo o primeiro fanfic da (para mim consagrada xD) Milk-sama, sendo publicado exclusivamente no site Fanfiction.net, enquanto os outros dois fics eram lançados no "Kono ai Setsu", sendo um de minha autoria e outra da dona deste blog.
Tempos de ouro.
Que se seguiram de uma parada total do blog.
Pois é, infelizmente como bloggar ainda não e reconhecido como trabalho justo e sério e por isso não tenhamos um salário fixo, normalmente os blogueiros enfrentam dificuldades em consiliar seu hobby com estudos ou trabalho, e foi o que fez o K-A-S amargar um silêncio duradouro após o término da publicação de Mastered Negima - Lives e interrupção de Partners. Logo quando o público ainda fervilhava por continuações.
Enfim, o tempo passou e as editoras deste blog ganharam mais maturidade como blogueiras devido a outros trabalhos e o ganho de conhecimentos (é... idade trás sabedoria [Sim, a frase de velho foi de propósito XD]). E depois de um grande período o Kono ai Setsu renasceu para, não abandonar sua antiga face de compartilhar fanfics, mas para expandir-se, trazendo também notícias, reviews e artigos do mundo do shoujo-ai/yuri (seré que crescemos e conhecemos mais animes bons para se falar? Quem sabe, quem sabe... xD).
Hoje o blog conta com duas editoras com especialidades diferentes. Se-chan focada em reviews de animes shoujo-ai/yuri e artigos debatendo questões interessantes desse mundo, e Mazaki (oie) que trás comentários sobre animes que, mesmo não sendo puros shoujo-ai, tem esse elemento. Alem disso ambas as autoras estao planejando retomar o lado de fanfics do blog com o passar do tempo (só eu fico super animada com isso??? *-*).
Finalizando, (após este post egocentrico xD) como podem ver o K-A-S está numa fase amadurecida e em constante crescimento. E o que isso interessa? Ora, isso significa que cada vez mais vocês encontrarão bom conteudo shoujo-ai/yuri aqui neste espaço (eeeeee /o/).
Espero que não tenham se enxido demais deste post, pois em breve, como introdução ao retorno de uma das séries de sucesso aqui já publicadas, virei falar sobre o universo que surgiu junto com um simples fic: Mastered Negima. Espero vocês lá ;D
Matta ne!
Naquela época, esta que escreve este artigo, era somente mais uma leitora do blog que tinha como sucesso o fanfic traduzido do ingles chamado "Konoka's Betrothed". Como vou dizer mais a frente, essa influência de fics foi decisiva para a minha própria entrada tanto na equipe do blog como no mundo das "ficções de fã".
Naquele ano movimentos como o (falecido) Negima Advanced e o Blogima! (até hoje blog referência sobre Mahou Sensei Negima em português) surgiram, formando uma espécie de sub-websfera negimática (uau, inventei um termo pomposo!). Paralelamente para os fãs konosetsu três fanfics nacionais atraíam a ateção pela qualidade: Sis Mea Pars, Mastered Negima - Lives e Partners, sendo o primeiro fanfic da (para mim consagrada xD) Milk-sama, sendo publicado exclusivamente no site Fanfiction.net, enquanto os outros dois fics eram lançados no "Kono ai Setsu", sendo um de minha autoria e outra da dona deste blog.
Tempos de ouro.
Que se seguiram de uma parada total do blog.
Pois é, infelizmente como bloggar ainda não e reconhecido como trabalho justo e sério e por isso não tenhamos um salário fixo, normalmente os blogueiros enfrentam dificuldades em consiliar seu hobby com estudos ou trabalho, e foi o que fez o K-A-S amargar um silêncio duradouro após o término da publicação de Mastered Negima - Lives e interrupção de Partners. Logo quando o público ainda fervilhava por continuações.
Enfim, o tempo passou e as editoras deste blog ganharam mais maturidade como blogueiras devido a outros trabalhos e o ganho de conhecimentos (é... idade trás sabedoria [Sim, a frase de velho foi de propósito XD]). E depois de um grande período o Kono ai Setsu renasceu para, não abandonar sua antiga face de compartilhar fanfics, mas para expandir-se, trazendo também notícias, reviews e artigos do mundo do shoujo-ai/yuri (seré que crescemos e conhecemos mais animes bons para se falar? Quem sabe, quem sabe... xD).
Hoje o blog conta com duas editoras com especialidades diferentes. Se-chan focada em reviews de animes shoujo-ai/yuri e artigos debatendo questões interessantes desse mundo, e Mazaki (oie) que trás comentários sobre animes que, mesmo não sendo puros shoujo-ai, tem esse elemento. Alem disso ambas as autoras estao planejando retomar o lado de fanfics do blog com o passar do tempo (só eu fico super animada com isso??? *-*).
Finalizando, (após este post egocentrico xD) como podem ver o K-A-S está numa fase amadurecida e em constante crescimento. E o que isso interessa? Ora, isso significa que cada vez mais vocês encontrarão bom conteudo shoujo-ai/yuri aqui neste espaço (eeeeee /o/).
Espero que não tenham se enxido demais deste post, pois em breve, como introdução ao retorno de uma das séries de sucesso aqui já publicadas, virei falar sobre o universo que surgiu junto com um simples fic: Mastered Negima. Espero vocês lá ;D
Matta ne!
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Posted by LKMazaki
PaRtNeRs 09
Aeeee~
Finalmente!
Me inspirei hoje e escrevi 3 paginas de Partners XD
Tenho que tomar mais cuidado...
Ando me perdendo muito na mente...
Mas consegui colocar a minha atenção pro cap... e acho que até dah pra ler! (Nossa.. sou má qndo o assunto saum minhas proprias fics >.<)
Bem.. Espero que gostem... Apesar de eu naum tah mto confiante por causa do começo do cap.. Achei o final bem bom.. apesar de que eu sei que dava pra deixar ele maior XP (Pra que maior se eles querem o mais rapido que der? X.x - alto xingamento)
Lah vai finalmente Partners!
O sorriso da misteriosa garota alargou-se. “Huhuhu.. me perdoe Sakurazaki-san.” Afastou levemente a mão. “Sou Minagawa Yumi..” Ofereceu a mão para cumprimento, mas fora rejeitada pela espadachim. “..Uma reles subordinada da Associação de Kyoto. Chamaram-me imediatamente para ajudar na recuperação de Ojou-sama.”
A felicidade nos olhos brilhantes e nos lábios abertos da Konoe não conseguiam fazer sumir a desconfiança da espadachim que estava próxima a ela.
“Você não tem postura de curandeira..” A Shinmei a encarou por certo tempo. “Tem Ki fora do comum e percebo que carrega uma Espada de Invocação em seu colar.”
A garota soltara uma gargalhada. “Você é como me contaram. Uma excelente guarda-costas para Ojou-sama..” Parou por um momento e jogou uma mecha de cabelo para demonstrar um ar de superioridade. “..Apesar de ser uma Hanyou.”
A cutucada no ponto “fraco” da espadachim se concretizou em uma terrível cutucada na Konoe junto a ela. “O que você quer dizer com isso?” O olhar agora firme de Konoka deixara a curandeira acanhada. “O que você tem de superior a ela? N-A-D-A. Então não venha achando que irá fazer Set-chan de fraca, pois tenho certeza de que ela iria--” A namorada a impediu de continuar, afinal, saber que sua querida Kono-chan a considerava tanto já era o bastante para ela.
“Sinto muito se aparentei superior.” Desviou o olhar de modo subordinado e frágiu. “Eu ... Só...”
“Nada de só. Se quiser me curar terá que respeitar Set-chan tanto quanto me respeita!” A ordem fez até Setsuna tremer. A maga conseguia ser bastante assustadora quando desejava.
“C-Claro.. mas... ‘Set-chan’? Ojou-sama realmente chama Sakurazaki-san por um apelido?”
“Sim!” Soltara sua risada característica. “Por que Set-chan é a Set-chan. Ela foi minha primeira amiga e agora...” Segurando a mão da amada deixou desnecessária qualquer continuação para a frase.
“J-...” A garota olhou o gesto de modo surpreso, com olhos levemente, digamos, tristonhos. “..Quer dizer... Há quanto tempo?”
“Poucos dias..” Setsuna abaixara a cabeça com uma expressão dolorida. “Pouco antes de acontecer... ‘Aquilo’...”
“Entendo.. Então.. Ojou-sama tem um relacionamento levemente proibido.” A voz saia fria, porém, estranhamente preocupada. Seus olhos estavam como se tivesse achado um erro em uma equação matemática.
“Um sentimento sincero... Que ultrapassa o amor irmão, o amor de pais para filhos. Uma palpitação além do comum. Uma sensação diferenciada. Um sorriso dela e o mundo aparentava ser mais florido...”
“Então, como Yumi-chan irá nos ajudar?” O sorriso da maga a fez corar.
“Hmm... Temos que ir até Kyoto. Lá posso arrumar tudo o que preciso para o encantamento. Lá estão suas principais memórias, não é, Ojou-sama?” O olhar certo de que tinha falado o que a garota sentia era um tanto ameaçador ao ver de Setsuna. Como alguém poderia conhecer Kono-chan intimamente? Será que lê mentes? Será que realmente era uma curandeira da Associação Mágica?
“O que isso tem a ver?” Nesse momento, o trem parou bruscamente, rompendo de certo modo o “clima” da pergunta. A quantidade excessiva de garotas saíra correndo em busca do colégio feminino mais arruaceiro do Japão.
As jovens locomoveram-se até um local mais tranqüilo, afinal, um assunto tão sério não deveria ser tratado no meio das ginasiais energéticas de Mahora. Se uma sequer descobrisse, ou ao menos visse as três, no mínimo sairia um boato de um triângulo amoroso que estava morando junto em um apartamento. Qualquer semelhança com telenovelas é um simples acaso.
“Você me lembra tanto ela....”
A atmosfera tensa entre a espadachim e a “salvadora” era no mínimo amenizada pelo sorriso brilhante da Konoe. Subtamente a maga pulara praticamente aos braços da sua protetora.
“Ko-Ko-Kono-chan!?” A vermelhidão crescia de tanta vergonha de demonstração de tanto carinho na frente de uma estranha.
“O que foi? Não sou sua namorada, Set-chan?” Os olhos respondiam “sim” pela outra, então a maga não esperou pelos reflexos de apaixonada besta de sua espadachim. “Vai dizer que você não gosta quando a gente fica assim?”
“Kono-chan...” Será que o beijo mais cedo a fizera recuperar mais rápido suas memórias? Ou será que os sentimentos pela Shinmei já eram tão fortes mesmo antes das situações passadas em Mahora?
“Vocês... podem prestar um pouco de atenção em mim por favor?” O susto foi imediato. As garotas já mal lembravam da existência da tal “salvadora” de Konoka. “Ojou-sama. Se me permite dizer, seria bom não fazer tais coisas na frente de outras pessoas. Lembre-se que você tem uma reputação a zelar.”
“Reputação de quem? Do meu avô? Deixa que ele resolve!” A garota maga-que-não-sabe-que-é-maga agia de modo infantil, instintivo, mas estranhamente fofo. Setsuna só fazia rir da reação da namorada e a garota que tentava reprimir avermelhou-se e aparentava querer meter-se em qualquer canto para não ser quase xingada daquele jeito.
“En-Entendo magestade..”
“Yumi-chan parece Set-chan quando me trata assim. Até pouco tempo, pelo que entendi, Set-chan era tão formal quanto você.” E a risada característica soltada a seguir parecia o último murro no rosto antes de um knockout.
“Sakurazaki Setsuna.. e depois.. Konoe Setsuna...”
Após certo tempo as duas namoradas ainda esperavam algum sinal de vida vindo de Yumi, mas a garota parecia mergulhada num mar de pensamentos que a tomavam conta por completo. Sua expressão triste, preocupada, fazia com que a maga-desmemoriada comover-se ao olha-la.
A garota soltara Setsuna e correra até a outra. Puxou a outra em um abraço apertado, carinhoso. A bondade no gesto da Konoe era mais do que notado, parecia a coisa mais obvia que poderia acontecer naquele momento. Sua espadachim resistiu ao ciúme, não deixando seu corpo arrastar a curandeira para longe de sua querida amada.
O contato permaneceu por belos segundos. A que deveria ser a “salvação” parecia estar sendo salva, mas estranhamente tentava lutar contra aquilo. As lágrimas lhe vinham ao rosto como inconscientemente e a voz falhada dizia seguidas palavras de repressão, como se fingindo não desejar aquele abraço. O apego da garota por Konoka era tão grande que parecia que eram amigas de infância. ‘Ei! A namorada é minha!’ e o ciúme foi dominando os sentidos da pobre espadachim que não podia fazer nada.
Após certo tempo Konoka e Yumi se “soltaram”, Setsuna permanecia com certa expressão de “larga a MINHA namorada” e Konoka, ao perceber tal olhar da Shinmei, tratou de “lascar” um beijo rápido nos lábios da namorada. A vermelhidão voltara novamente e as jovens voltaram ao seu estado “namoro mais do que perfeito”.
Em seguida a “salvadora” tratou de interromper os segundos de felicidade que estavam permanecendo por tempo demais para seu gosto. Certamente a garota era uma infeliz que estava fazendo de tudo para roubar Kono-chan de Setsuna. Pensamentos possessivos vindos da espadachim? Bem, vocês nunca penetraram realmente na mente desta garota a noite para conhece-la a fundo.
“Bem, então, Ojou-sama. Temos que preparar suas malas para viajarmos para Kyoto.” Com um olhar ameaçador, mas que não causou medo algum na Shinmei, continuou. “Sakurazaki-san, permaneça aqui e cuide de Mahora e do Diretor-Geral.”
“De modo algum!!” A voz firme, de timbre grave, fizera a garota-curandeira metida a salvadora do mundo saltar de susto. “Kono-chan não sairá dos meus braços!”
A súbita declaração de Setsuna fizera a curandeira-Konoe corar e fluir lágrimas entre os cantos dos olhos. A face ficara mais corada ainda quando a espadachim a abraçou e a olhou firme em seus olhos.
Aquela face agora corada só a fazia sentir-se mais atraída por sua amada princesa. Se antes a achava vivaz e provocadora, agora olhando-a em seu momento de fraqueza, envergonhada e maravilhosamente fofa a faziam apenas imaginar coisas indevidas, principalmente por seu corpo estar tão colado ao seu.
“Esse carinho....
Esse olhar.....
Aquele dia....
Aquele campo de flores....
Os mesmos olhos que agora me olham tão profundamente.....
Eu... Lembro......
Desse sentimento....”
De repente as memórias lhe viam em mente. A Konoe lembrou-se nitidamente de uma única coisa em sua vida nesse momento, aquele lindo momento junto de sua namorada, que na época estava longe de ser tal, no local onde suas vidas mudaram completamente. Onde o amor surgiu. O campo de flores...........
A maga descansou o rosto sobre o peito de Setsuna com um sorriso doce. Aquele calor. Ela conhecia aquela sensação. O amor transformado em calor e batidas descompassadas em seu peito. O calor de sua espadachim. Sua Set-chan! As lágrimas agora caiam constantemente de seu rosto. Percorreram até seu queixo e tocaram na mão de Setsuna, que estava tocando neste.
Olhara para os olhos de sua amada. Finalmente notara. Até que enfim lembrara..... Tudo, tudo veio-lhe em mente. O amor renascera finalmente. Antes desse doce e amável abraço, lembrava de que era namorada de sua Set-chan, mas não sentia Set-chan como sua. Apenas nesse momento, nesse toque, nesse olhar, pudera sentir que tudo o que realmente sentia por sua espadachim, protetora, amada, amiga, companheira, amante e parceira. Aquela palpitação, todo aquele turbilhão de sentimentos por uma só pessoa nesse mundo. Lembrara de seu amor. Finalmente lembrara que amava Sakurazaki Setsuna.
Sua guerreira permanecera imóvel. Apenas admirava os olhos de sua amada com carinho, notando as mudanças de expressão que ocorriam. Sua princesa era perfeita. Mesmo perante um cruel desafio, estava enfrentando-o, e mais importante ainda, parecia estar ganhando. Podia sentir em seus olhos o antigo brilho deles. Aquela antiga Konoka que a amava tanto. Que sabia que realmente a amava. Isso fazia seu coração imensamente feliz. Feliz como nunca.
Já Yumi, que não suportava mais a cena, apertou os dentes e correra em qualquer direção que o casal nem percebera. Nem queriam saber de “salvadora”, de “viagem para Kyoto”, “magia mal feita”, ou qualquer coisa do tipo. Apenas queriam permanecer ali, olhando uma a outra, demonstrando seus sentimentos, emanando tal, deixando transparecer como antigamente suas emoções.
Um sorriso solto pela Konoe fizera o coração da espadachim quase ir a Lua de tanta felicidade. Aqueles sorrisos lindos de sua Kono-chan quase a matavam de emoção! Era tão linda, tão fofa, tão perfeita. Tudo nela era lindo. A criatura mais perfeita no mundo! Poderia parecer uma boba apaixonada, não ligava, afinal, ela está apaixonada! Tinha certeza mais do que nunca que amava Konoe Konoka.
“Esse sorriso.....
Tão lindo.....
Tão sincero.....
Que saudade que eu estava de você....
Que saudade desse sentimento......
Desse calor vindo de você......
Esse calor que sinto vindo de você desde aquela vez....
Desde que vi a minha razão de viver misturada com as lindas flores do campo....”
Tudo ao redor sumira. Apenas as namoradas permaneciam ali. O mundo era somente as duas garotas e nada mais. Um branco em suas mentes era preenchido apenas com uma frase: “Eu amo ela!”.
Os lábios aproximando-se, o calor sentido aos poucos, a sensação quente e gostosa dos lábios de sua amada agora não tinham apenas “impressão de que já fiz isso”, mas sim a certeza de que beijara muitas vezes sua espadachim e que iria fazer isso milhões de vezes mais. Aquele amor. Oh, mas que amor bom esse! Os lábios de sua Set-chan estavam mais perfeitos que nunca. Seu amor parecia ainda mais perfeito que antes. Tudo era perfeito. Nada mais poderia parar a vontade de permanecer com suas memórias.
---------------------------------------------------
Arg! >.<
Acho que dei pistas demais! >.<²
Mas agora jah era! >.<³
Ateh o/
Finalmente!
Me inspirei hoje e escrevi 3 paginas de Partners XD
Tenho que tomar mais cuidado...
Ando me perdendo muito na mente...
Mas consegui colocar a minha atenção pro cap... e acho que até dah pra ler! (Nossa.. sou má qndo o assunto saum minhas proprias fics >.<)
Bem.. Espero que gostem... Apesar de eu naum tah mto confiante por causa do começo do cap.. Achei o final bem bom.. apesar de que eu sei que dava pra deixar ele maior XP (Pra que maior se eles querem o mais rapido que der? X.x - alto xingamento)
Lah vai finalmente Partners!
Capítulo 09 – A Salvação?! Kyoto!?
O sorriso da misteriosa garota alargou-se. “Huhuhu.. me perdoe Sakurazaki-san.” Afastou levemente a mão. “Sou Minagawa Yumi..” Ofereceu a mão para cumprimento, mas fora rejeitada pela espadachim. “..Uma reles subordinada da Associação de Kyoto. Chamaram-me imediatamente para ajudar na recuperação de Ojou-sama.”
A felicidade nos olhos brilhantes e nos lábios abertos da Konoe não conseguiam fazer sumir a desconfiança da espadachim que estava próxima a ela.
“Você não tem postura de curandeira..” A Shinmei a encarou por certo tempo. “Tem Ki fora do comum e percebo que carrega uma Espada de Invocação em seu colar.”
A garota soltara uma gargalhada. “Você é como me contaram. Uma excelente guarda-costas para Ojou-sama..” Parou por um momento e jogou uma mecha de cabelo para demonstrar um ar de superioridade. “..Apesar de ser uma Hanyou.”
A cutucada no ponto “fraco” da espadachim se concretizou em uma terrível cutucada na Konoe junto a ela. “O que você quer dizer com isso?” O olhar agora firme de Konoka deixara a curandeira acanhada. “O que você tem de superior a ela? N-A-D-A. Então não venha achando que irá fazer Set-chan de fraca, pois tenho certeza de que ela iria--” A namorada a impediu de continuar, afinal, saber que sua querida Kono-chan a considerava tanto já era o bastante para ela.
“Sinto muito se aparentei superior.” Desviou o olhar de modo subordinado e frágiu. “Eu ... Só...”
“Nada de só. Se quiser me curar terá que respeitar Set-chan tanto quanto me respeita!” A ordem fez até Setsuna tremer. A maga conseguia ser bastante assustadora quando desejava.
“C-Claro.. mas... ‘Set-chan’? Ojou-sama realmente chama Sakurazaki-san por um apelido?”
“Sim!” Soltara sua risada característica. “Por que Set-chan é a Set-chan. Ela foi minha primeira amiga e agora...” Segurando a mão da amada deixou desnecessária qualquer continuação para a frase.
“J-...” A garota olhou o gesto de modo surpreso, com olhos levemente, digamos, tristonhos. “..Quer dizer... Há quanto tempo?”
“Poucos dias..” Setsuna abaixara a cabeça com uma expressão dolorida. “Pouco antes de acontecer... ‘Aquilo’...”
“Entendo.. Então.. Ojou-sama tem um relacionamento levemente proibido.” A voz saia fria, porém, estranhamente preocupada. Seus olhos estavam como se tivesse achado um erro em uma equação matemática.
“Um sentimento sincero... Que ultrapassa o amor irmão, o amor de pais para filhos. Uma palpitação além do comum. Uma sensação diferenciada. Um sorriso dela e o mundo aparentava ser mais florido...”
“Então, como Yumi-chan irá nos ajudar?” O sorriso da maga a fez corar.
“Hmm... Temos que ir até Kyoto. Lá posso arrumar tudo o que preciso para o encantamento. Lá estão suas principais memórias, não é, Ojou-sama?” O olhar certo de que tinha falado o que a garota sentia era um tanto ameaçador ao ver de Setsuna. Como alguém poderia conhecer Kono-chan intimamente? Será que lê mentes? Será que realmente era uma curandeira da Associação Mágica?
“O que isso tem a ver?” Nesse momento, o trem parou bruscamente, rompendo de certo modo o “clima” da pergunta. A quantidade excessiva de garotas saíra correndo em busca do colégio feminino mais arruaceiro do Japão.
As jovens locomoveram-se até um local mais tranqüilo, afinal, um assunto tão sério não deveria ser tratado no meio das ginasiais energéticas de Mahora. Se uma sequer descobrisse, ou ao menos visse as três, no mínimo sairia um boato de um triângulo amoroso que estava morando junto em um apartamento. Qualquer semelhança com telenovelas é um simples acaso.
“Você me lembra tanto ela....”
A atmosfera tensa entre a espadachim e a “salvadora” era no mínimo amenizada pelo sorriso brilhante da Konoe. Subtamente a maga pulara praticamente aos braços da sua protetora.
“Ko-Ko-Kono-chan!?” A vermelhidão crescia de tanta vergonha de demonstração de tanto carinho na frente de uma estranha.
“O que foi? Não sou sua namorada, Set-chan?” Os olhos respondiam “sim” pela outra, então a maga não esperou pelos reflexos de apaixonada besta de sua espadachim. “Vai dizer que você não gosta quando a gente fica assim?”
“Kono-chan...” Será que o beijo mais cedo a fizera recuperar mais rápido suas memórias? Ou será que os sentimentos pela Shinmei já eram tão fortes mesmo antes das situações passadas em Mahora?
“Vocês... podem prestar um pouco de atenção em mim por favor?” O susto foi imediato. As garotas já mal lembravam da existência da tal “salvadora” de Konoka. “Ojou-sama. Se me permite dizer, seria bom não fazer tais coisas na frente de outras pessoas. Lembre-se que você tem uma reputação a zelar.”
“Reputação de quem? Do meu avô? Deixa que ele resolve!” A garota maga-que-não-sabe-que-é-maga agia de modo infantil, instintivo, mas estranhamente fofo. Setsuna só fazia rir da reação da namorada e a garota que tentava reprimir avermelhou-se e aparentava querer meter-se em qualquer canto para não ser quase xingada daquele jeito.
“En-Entendo magestade..”
“Yumi-chan parece Set-chan quando me trata assim. Até pouco tempo, pelo que entendi, Set-chan era tão formal quanto você.” E a risada característica soltada a seguir parecia o último murro no rosto antes de um knockout.
“Sakurazaki Setsuna.. e depois.. Konoe Setsuna...”
Após certo tempo as duas namoradas ainda esperavam algum sinal de vida vindo de Yumi, mas a garota parecia mergulhada num mar de pensamentos que a tomavam conta por completo. Sua expressão triste, preocupada, fazia com que a maga-desmemoriada comover-se ao olha-la.
A garota soltara Setsuna e correra até a outra. Puxou a outra em um abraço apertado, carinhoso. A bondade no gesto da Konoe era mais do que notado, parecia a coisa mais obvia que poderia acontecer naquele momento. Sua espadachim resistiu ao ciúme, não deixando seu corpo arrastar a curandeira para longe de sua querida amada.
O contato permaneceu por belos segundos. A que deveria ser a “salvação” parecia estar sendo salva, mas estranhamente tentava lutar contra aquilo. As lágrimas lhe vinham ao rosto como inconscientemente e a voz falhada dizia seguidas palavras de repressão, como se fingindo não desejar aquele abraço. O apego da garota por Konoka era tão grande que parecia que eram amigas de infância. ‘Ei! A namorada é minha!’ e o ciúme foi dominando os sentidos da pobre espadachim que não podia fazer nada.
Após certo tempo Konoka e Yumi se “soltaram”, Setsuna permanecia com certa expressão de “larga a MINHA namorada” e Konoka, ao perceber tal olhar da Shinmei, tratou de “lascar” um beijo rápido nos lábios da namorada. A vermelhidão voltara novamente e as jovens voltaram ao seu estado “namoro mais do que perfeito”.
Em seguida a “salvadora” tratou de interromper os segundos de felicidade que estavam permanecendo por tempo demais para seu gosto. Certamente a garota era uma infeliz que estava fazendo de tudo para roubar Kono-chan de Setsuna. Pensamentos possessivos vindos da espadachim? Bem, vocês nunca penetraram realmente na mente desta garota a noite para conhece-la a fundo.
“Bem, então, Ojou-sama. Temos que preparar suas malas para viajarmos para Kyoto.” Com um olhar ameaçador, mas que não causou medo algum na Shinmei, continuou. “Sakurazaki-san, permaneça aqui e cuide de Mahora e do Diretor-Geral.”
“De modo algum!!” A voz firme, de timbre grave, fizera a garota-curandeira metida a salvadora do mundo saltar de susto. “Kono-chan não sairá dos meus braços!”
A súbita declaração de Setsuna fizera a curandeira-Konoe corar e fluir lágrimas entre os cantos dos olhos. A face ficara mais corada ainda quando a espadachim a abraçou e a olhou firme em seus olhos.
Aquela face agora corada só a fazia sentir-se mais atraída por sua amada princesa. Se antes a achava vivaz e provocadora, agora olhando-a em seu momento de fraqueza, envergonhada e maravilhosamente fofa a faziam apenas imaginar coisas indevidas, principalmente por seu corpo estar tão colado ao seu.
“Esse carinho....
Esse olhar.....
Aquele dia....
Aquele campo de flores....
Os mesmos olhos que agora me olham tão profundamente.....
Eu... Lembro......
Desse sentimento....”
De repente as memórias lhe viam em mente. A Konoe lembrou-se nitidamente de uma única coisa em sua vida nesse momento, aquele lindo momento junto de sua namorada, que na época estava longe de ser tal, no local onde suas vidas mudaram completamente. Onde o amor surgiu. O campo de flores...........
A maga descansou o rosto sobre o peito de Setsuna com um sorriso doce. Aquele calor. Ela conhecia aquela sensação. O amor transformado em calor e batidas descompassadas em seu peito. O calor de sua espadachim. Sua Set-chan! As lágrimas agora caiam constantemente de seu rosto. Percorreram até seu queixo e tocaram na mão de Setsuna, que estava tocando neste.
Olhara para os olhos de sua amada. Finalmente notara. Até que enfim lembrara..... Tudo, tudo veio-lhe em mente. O amor renascera finalmente. Antes desse doce e amável abraço, lembrava de que era namorada de sua Set-chan, mas não sentia Set-chan como sua. Apenas nesse momento, nesse toque, nesse olhar, pudera sentir que tudo o que realmente sentia por sua espadachim, protetora, amada, amiga, companheira, amante e parceira. Aquela palpitação, todo aquele turbilhão de sentimentos por uma só pessoa nesse mundo. Lembrara de seu amor. Finalmente lembrara que amava Sakurazaki Setsuna.
Sua guerreira permanecera imóvel. Apenas admirava os olhos de sua amada com carinho, notando as mudanças de expressão que ocorriam. Sua princesa era perfeita. Mesmo perante um cruel desafio, estava enfrentando-o, e mais importante ainda, parecia estar ganhando. Podia sentir em seus olhos o antigo brilho deles. Aquela antiga Konoka que a amava tanto. Que sabia que realmente a amava. Isso fazia seu coração imensamente feliz. Feliz como nunca.
Já Yumi, que não suportava mais a cena, apertou os dentes e correra em qualquer direção que o casal nem percebera. Nem queriam saber de “salvadora”, de “viagem para Kyoto”, “magia mal feita”, ou qualquer coisa do tipo. Apenas queriam permanecer ali, olhando uma a outra, demonstrando seus sentimentos, emanando tal, deixando transparecer como antigamente suas emoções.
Um sorriso solto pela Konoe fizera o coração da espadachim quase ir a Lua de tanta felicidade. Aqueles sorrisos lindos de sua Kono-chan quase a matavam de emoção! Era tão linda, tão fofa, tão perfeita. Tudo nela era lindo. A criatura mais perfeita no mundo! Poderia parecer uma boba apaixonada, não ligava, afinal, ela está apaixonada! Tinha certeza mais do que nunca que amava Konoe Konoka.
“Esse sorriso.....
Tão lindo.....
Tão sincero.....
Que saudade que eu estava de você....
Que saudade desse sentimento......
Desse calor vindo de você......
Esse calor que sinto vindo de você desde aquela vez....
Desde que vi a minha razão de viver misturada com as lindas flores do campo....”
Tudo ao redor sumira. Apenas as namoradas permaneciam ali. O mundo era somente as duas garotas e nada mais. Um branco em suas mentes era preenchido apenas com uma frase: “Eu amo ela!”.
Os lábios aproximando-se, o calor sentido aos poucos, a sensação quente e gostosa dos lábios de sua amada agora não tinham apenas “impressão de que já fiz isso”, mas sim a certeza de que beijara muitas vezes sua espadachim e que iria fazer isso milhões de vezes mais. Aquele amor. Oh, mas que amor bom esse! Os lábios de sua Set-chan estavam mais perfeitos que nunca. Seu amor parecia ainda mais perfeito que antes. Tudo era perfeito. Nada mais poderia parar a vontade de permanecer com suas memórias.
---------------------------------------------------
Arg! >.<
Acho que dei pistas demais! >.<²
Mas agora jah era! >.<³
Ateh o/
PaRtNeRs CaP 08
Editadooo~
Bem.. o que mudou? Soh a aparencia da guria lah no final do cap! X.x
Vaum lah olhar ^^''
----II----
Yoooooo~
Como vão????
Tudo bem???
Finalmente! Dpois de uma grande crise, consegui fazer Partners Cap 08!
A linha divsória foi colocada! Sejam leitores agora e acompanhem a terrível saga dramática de Konoka e Setsuna! *Nossa... Pareceu Narração de Anime Tosco XD*
----------------------------------------------------
Capítulo 08 – Preciso de seu Calor
A dor tomava conta do corpo da espadachim como uma infecção. Seria muito melhor se fosse realmente qualquer dor física. Mas era tremendamente cruel. Setsuna não podia lutar contra algo tão devastador. Como poderia haver efeito tão devastador quanto esse em um feitiço.
Konoka olhava-a de modo confuso, não entendera nada do que se passava ali. As lágrimas começavam a sair dos olhos escuros da guardiã. A preocupação crescia dentro da curandeira.
“Set-chan.. Não fique assim.. O que houve?”
As tentativas de amenizar a dor não tinham resultado. A herdeira das Associações Mágicas assustara-se com todo aquele choro. Nunca havia visto sua amiga (pelo menos nas atuais memórias dela) chorar deste jeito, tirando aquela vez sobre o rio.
Quanto mais Konoka se aproximava, maior era o desespero da Uzoku. Tremia, chorava, abaixava a cabeça, trocava de lugar, andava em círculos, fazia de tudo para não olhar nos olhos de sua namorada, que nem sabe que é, e fazer algo que a assustasse.
Mas nem tudo era como Setsuna desejava. A maga correu em sua direção subitamente e encarou-a preocupantemente. A meia-youkai não segurou toda aquela vontade e capturou os lábios da princesa.
Verdade era que sentia algo muito forte dentro de si por aquela garota, mas ser beijada tão de repente depois de tanto tempo sem se ver era algo no mínimo exagerado. Ainda nem havia entendido por que acordara junto dela, afinal.
O beijo era tão forte, tão atraente e misteriosamente familiar. Parecia que já haviam feito aquilo milhões de vezes. Set-chan parecia saber muito bem como satisfazê-la e sentiu seu corpo ser empurrado até uma parede.
A espadachim estava desesperada. Não conseguiria explicar tudo novamente para a garota. Mas isso também não é razão para sair agarrando a garota sem nem a outra lembrar de tudo o que passaram. Na verdade, no fundo do coração, Setsuna tinha esperança de que sua querida Kono-chan lembrasse de tudo com o choque que receberia com o contato dos lábios.
Bem, é verdade. A curandeira teve uma surpresa enorme com o ocorrido e também lembrara de alguns contatos dos lábios delas, entre outras coisas, mas tudo vinha em sua mente mais como um sonho impossível de ser real.
O contato se quebrara e, ao olhar os olhos de sua princesa, Setsuna abraçou-a desesperadamente com uma intenção qualquer que não importava no momento. Só desejava o carinho de sua Kono-chan. Apenas aquela felicidade de volta. Por que estava destinada a sentir tanta dor? Por que simplesmente não poderia estar ao lado de Kono-chan se elas se amavam tanto?
“Set-chan...”
“Kono-channnn... Eu... Eu...” O nó na garganta da espadachim não deixava-a expressar todos os sentimentos que lhe vinham em mente naquele tumultuado momento de sua vida.
“Que bom Set-chan...” Os olhos tristonhos agora se arregalaram. “..Você sente o mesmo..” Um carinho no rosto de Setsuna a garota fez dando um sorriso puro em direção a sua amada. “Então.. Tudo aquilo... que veio na minha cabeça--”
“É tudo verdade! Pode ter certeza!” O desespero misturado com o alivio de ver que a garota havia lembrado de algo era claramente visto nos olhos negros e na expressão do rosto da guardiã Shinmei.
“Então nós...”
“Estamos...” O olhar ficara tímido e a pele rosada. “...namorando.. Kono-chan...”
O sorriso se alargara e a maga abraçou-a com o máximo de força de conseguia. Tudo parecia estranhamente ruim, mas ao mesmo tempo delicioso. Estava junto com sua querida espadachim, mas não lembrava-se exatamente de nada. Estava confusa até com relação a sua idade!
Sentiu o coração bater mais forte. Aquele desespero que a Uzoku (que nem lembrava que era tal) sentia era tão indescritível. Todos aqueles sentimentos que notara nos olhos de Set-chan a comoviam, deixavam-a com um desejo de proteger finalmente quem sempre a protegeu. E era exatamente o que a garota estava fazendo. O calor que Setsuna agora sentia era confortante, saber que mesmo sem lembrar de nada, sua querida Kono-chan a tinha ainda em seu coração.
Um sorriso saira dos lábios da Shinmei. Aquele sentimento doce chamado amor expandia sobre seu corpo, a deixava mais leve e confiante. Não precisava ter medo. Sabia que poderia contar com sua amada para tudo, desde uma luta até o mais profundo conflito de sua mente.
O sorriso de Set-chan a aliviara. ‘Que bom..’ passou em sua mente enquanto seu corpo reagia ao sorriso da guarda-costas com o mais largo dos sorrisos que possuia. Foi em direção a espadachim calmamente, aproximando-se dos lábios de Setsuna, com sua doçura natural e sua inesperiência memórial em relação a seu relacionamento, chegando no final ao mel da boca de sua namorada.
Tal carinho que sua querida espadachim a transmitia ao beijar-lhe a fazia subir as paredes de tanta felicidade. Queria abraça-la, beija-la mais, elogia-la, dizer que a achava linda, fofa, querida, a mais adorável de todas as samurais do mundo! O que faria primeiro? Tinha que aproveitar muito bem o tempo que tinham juntas.
As duas olhavam se apaixonadamente bobas abraçadas como se não se vissem a anos. Aquela emoção nos corações das jovens transparecia aos olhos de qualquer um que estivesse psicologicamente normal. A coisa mais obvia de se enxergar, o amor entre duas jovens amigas de infância.
De repente, a guarda-costas sentira uma presença diante a porta do quarto. Parou por alguns segundos e decidiu afastar-se levemente de sua Kono-chan. Provavelmente a sacerdotiza-assassina queria estragar a sua vida de alguém por não estar com seu querido capitão. E fez sinal para Konoka levantar-se junto.
“O que foi..?” A garota perguntava o por que da infeliz paralisação de seu doce momento com sua amada.
“Tatsumiya...” O tom de descontentamento fora notado e gravado na mente da maga. Realmente Set-chan sentiu-se tão infeliz quanto ela.
Abrindo a porta encontrando um olhar levemente sarcástico da morena com um sorriso que mostrava a felicidade de estragar a vida alheia.
“O..o que foi?” Perguntava fazendo gesto para a garota entrar.
“Estraguei algo?”
“Ara.. Claro que não... err... Ma... Mana-chan?” A garota acertara o nome com dificuldade. O olhar das duas ficara sério. A preocupação com a herdeira das Associações Mágicas vinha a tona novamente. Até onde o efeito colateral iria chegar?
“Bem. Vim aqui para saber como você está. Pelo que noto você teve certa recaída. Consegue lembrar do que acontecera nos últimos tempos claramente ou ainda tem apenas as tais imagens em sua mente?”
“Ano...” A expressão de aflição ia substituindo o que havia antes. “Eu.. não..”
“Após acordar, Ojou-sama esqueceu de mais detalhes de sua memória que antes.” O tom frio e técnico tomara lugar da antes até bastante social Setsuna.
“Entendo. Era uma magia de alto grau mesmo.” A assassina passara a mão sobre a cabeça da maga. “Tome cuidado e não se deixe levar novamente pelo medo. Saber o futuro não ajuda. Acredite, você é a pessoa mais poderosa no mundo e nada poderá ganhar de seu potencial mágico.”
A surpresa de Setsuna ao ver a garota falando aquilo era incalculável. Mana falando tudo aquilo? Parecendo alguém gentil?! Sem ter sido paga para tal!? Deveria estar louca ou Kaede havia mudado de algum modo misterioso e, provavelmente, pervertido aquela garota.
“Não se esqueçam de ir a aula.” Konoka agradeceu mexendo o rosto e a gunslinger deixara o local.
As garotas arrumaram-se para ir para Mahora e passaram pelo quarto da maga. Tudo parecia como antes. E definitivamente estava. Mas de qualquer modo Konoka não conseguia ter certeza de qualquer lembrança, tudo passava apenas de um local nostálgico e familiar.
Asuna enxergou o olhar da curandeira e saltou da cama, onde comia um cereal qualquer (já que a cozinheira oficial do quarto não estava no quarto), correndo em direção da garota.
“O que houve??” A sacudida da usuária de Kanka só conseguia deixar a donzela de cabelos longos mais confusa. “Por que diabos você tá com cara de bixo de faculdade no primeiro dia de aula, heim garota?”
“Asuna-san... Kono-chan.. teve uma recaída...” O ar tristonho fora cortado por um tapa nas costas bem dado pela guerreira de sininhos.
“Ah! Ninguém morreu Setsuna-san!” Seguiu com um abraço forte no pescoço. “Vê se te liga! A Konoka ta aqui! Vocês podem se agarrar em qualquer canto ainda!”
“É isso ae! Você ainda pode ser considerada uma boa vida, afinal, tu pode aproveita e dá uns pegas na nee-san enquanto conta a vidinha de vocês que ela nem lembra!”
O palavreado do arminho assustaria a mais forte das criaturas. Tudo aquilo era um pouco exagerado no momento. Deveriam ter calma e seguir em suas vidas apaixonadas e puras. Tudo tinha que ser tranquilo, para que conseguissem superar os efeitos colaterais da magia feita por Konoka.
Todos tentaram ao máximo despistar o assunto e tirar de suas mentes o que havia acontecido nos últimos tempos, alias, era uma das mais fortes preocupações na garota de cabelos laranja. Aquela noite anterior. Todas aquelas malditas revelações! E ainda se entregara há aquele am—DESEJO! Nada daquela palavra com “A”! Qualquer coisa menos Amor!! A garota lutava claramente consigo mesma para esquecer de certos acontecimentos daquela noite romântica de “estudos” com seu professor de “língua estrangeira”.
Logo que entraram no trem sentiram o mais novo turbilhão. Agora de pessoas desesperadas por chegar ao seu devido destino. Setsuna viu sua princesa meio perdida em tudo aquilo. Devia assegurar-se que esta chegasse confortável a Mahora. Então, nada mais obvio do que abraça-la pelas costas, apoiando-a sobre seu corpo e sentindo seu corpo corar para que ela se sinta em segurança, não? Seja qual fosse a resposta correta, o anunciado acima foi o que a guardiã fez.
Konoka corava como nunca. Como Set-chan poderia ser assim? Ela estava diferente de como era na infância e mal se lembrava de tudo o que passaram. Mesmo assim, não queria ir a lugar nenhum. Todo o amor que sua querida espadachim de cabelos negros mostrava era lindo, mal conseguia imaginar que aquela garota de suas memórias viraria alguém tão bonita e atenciosa.
O tempo ia passando e o abraço só se intensificara. Não no mal sentido, mas em relação aos sentimentos que as duas sentiam. Konoka começava a sentir-se mais segura junto da outra e a espadachim notava a maga debruçar-se sobre seu colo. Um discreto beijo na bochecha a curandeira deu para agradecer o apoio e um sorriso bobo fora revelado nos lábios da Uzoku. A Konoe virara o corpo e abraçou a guardiã pelo tronco, apoiando o rosto nos ombros da garota.
A espadachim pôde sentir as lágrimas de Konoka molhando sua blusa. “Desculpa Set-chan...” As lágrimas saiam mesmo com o esforço da garota para detê-las. “.. Eu não sou tão forte...” O aperto na manga do casaco de Setsuna feita por uma das mãos da maga transmitia toda a sensação de incapacidade da donzela por não conseguir deter os efeitos colaterais da magia que ela mesma tinha escolhido fazer.
Setsuna tocou-lhe os longos cabelos e a acariciou lentamente. Não podia deixar sua Kono-chan sozinha naquele estado. Ela a apoiou e agora era sua vez. Tinha que faze-la resistir ao lado escuro e depressivo de sua vida. Não podia entregar-se. Teria que entender que tinha sua namorada e que poderia sempre apoiar-se sobre ela. Faria qualquer coisa para tirar aquelas lágrimas do rosto de sua amada.
Uma mão misteriosa tocou no ombro da Uzoku. Era uma garota em roupas modernas, mas ao mesmo tempo com um leve toque tradicional ocidental. Tinha olhos castanhos bem escuros, sérios e penetrantes. Seus cabelos castanhos e brilhosos não disfarçavam a emanação de uma presença misteriosa vindo da garota. Tinha pele clara e uma estatura de um pouco mais de 1,50 metros de altura. O sorriso familiar intimidara Setsuna.
“Olá, Ojou-sama, Sakurazaki-san.” Setsuna a encarou de modo ameaçador. “Eu tenho a solução para seus problemas.”
“O-O Que!?”
“Eu tenho um ‘remédio’ para seu pequeno ‘problema de memória’.”
As namoradas arregalaram seus olhos. Um sorriso alargara nos lábios de Konoka, enquanto Setsuna segurava-se para não desembainhar Yuunagi.
----------------------------------------------------------
Gostaram?
Bem vindos ao universo que eu sempre quis colocar pra Partners *.*
Agora a história está clara na minha mente e espero que com isso eu consiga escrever tudo bem mais rápido...
Previsão de quantos caps faltam pra terminar?
Naum tenho mta noção XD
Mas talvez uns ............... 7
Tenho certeza que vou fazer o máximo pra ficar grande...
pq ela será sempre marcada como a que me esforçei ao máximo XD
Até Lives 25! >D
Sairá em breve!
Eu e a Mazaki sempre entramos e saimos dos momentos dificeis de escrita juntas! ahuahuahuhauah
Bjus o/
Bem.. o que mudou? Soh a aparencia da guria lah no final do cap! X.x
Vaum lah olhar ^^''
----II----
Yoooooo~
Como vão????
Tudo bem???
Finalmente! Dpois de uma grande crise, consegui fazer Partners Cap 08!
A linha divsória foi colocada! Sejam leitores agora e acompanhem a terrível saga dramática de Konoka e Setsuna! *Nossa... Pareceu Narração de Anime Tosco XD*
----------------------------------------------------
Capítulo 08 – Preciso de seu Calor
A dor tomava conta do corpo da espadachim como uma infecção. Seria muito melhor se fosse realmente qualquer dor física. Mas era tremendamente cruel. Setsuna não podia lutar contra algo tão devastador. Como poderia haver efeito tão devastador quanto esse em um feitiço.
Konoka olhava-a de modo confuso, não entendera nada do que se passava ali. As lágrimas começavam a sair dos olhos escuros da guardiã. A preocupação crescia dentro da curandeira.
“Set-chan.. Não fique assim.. O que houve?”
As tentativas de amenizar a dor não tinham resultado. A herdeira das Associações Mágicas assustara-se com todo aquele choro. Nunca havia visto sua amiga (pelo menos nas atuais memórias dela) chorar deste jeito, tirando aquela vez sobre o rio.
Quanto mais Konoka se aproximava, maior era o desespero da Uzoku. Tremia, chorava, abaixava a cabeça, trocava de lugar, andava em círculos, fazia de tudo para não olhar nos olhos de sua namorada, que nem sabe que é, e fazer algo que a assustasse.
Mas nem tudo era como Setsuna desejava. A maga correu em sua direção subitamente e encarou-a preocupantemente. A meia-youkai não segurou toda aquela vontade e capturou os lábios da princesa.
Verdade era que sentia algo muito forte dentro de si por aquela garota, mas ser beijada tão de repente depois de tanto tempo sem se ver era algo no mínimo exagerado. Ainda nem havia entendido por que acordara junto dela, afinal.
O beijo era tão forte, tão atraente e misteriosamente familiar. Parecia que já haviam feito aquilo milhões de vezes. Set-chan parecia saber muito bem como satisfazê-la e sentiu seu corpo ser empurrado até uma parede.
A espadachim estava desesperada. Não conseguiria explicar tudo novamente para a garota. Mas isso também não é razão para sair agarrando a garota sem nem a outra lembrar de tudo o que passaram. Na verdade, no fundo do coração, Setsuna tinha esperança de que sua querida Kono-chan lembrasse de tudo com o choque que receberia com o contato dos lábios.
Bem, é verdade. A curandeira teve uma surpresa enorme com o ocorrido e também lembrara de alguns contatos dos lábios delas, entre outras coisas, mas tudo vinha em sua mente mais como um sonho impossível de ser real.
O contato se quebrara e, ao olhar os olhos de sua princesa, Setsuna abraçou-a desesperadamente com uma intenção qualquer que não importava no momento. Só desejava o carinho de sua Kono-chan. Apenas aquela felicidade de volta. Por que estava destinada a sentir tanta dor? Por que simplesmente não poderia estar ao lado de Kono-chan se elas se amavam tanto?
“Set-chan...”
“Kono-channnn... Eu... Eu...” O nó na garganta da espadachim não deixava-a expressar todos os sentimentos que lhe vinham em mente naquele tumultuado momento de sua vida.
“Que bom Set-chan...” Os olhos tristonhos agora se arregalaram. “..Você sente o mesmo..” Um carinho no rosto de Setsuna a garota fez dando um sorriso puro em direção a sua amada. “Então.. Tudo aquilo... que veio na minha cabeça--”
“É tudo verdade! Pode ter certeza!” O desespero misturado com o alivio de ver que a garota havia lembrado de algo era claramente visto nos olhos negros e na expressão do rosto da guardiã Shinmei.
“Então nós...”
“Estamos...” O olhar ficara tímido e a pele rosada. “...namorando.. Kono-chan...”
O sorriso se alargara e a maga abraçou-a com o máximo de força de conseguia. Tudo parecia estranhamente ruim, mas ao mesmo tempo delicioso. Estava junto com sua querida espadachim, mas não lembrava-se exatamente de nada. Estava confusa até com relação a sua idade!
Sentiu o coração bater mais forte. Aquele desespero que a Uzoku (que nem lembrava que era tal) sentia era tão indescritível. Todos aqueles sentimentos que notara nos olhos de Set-chan a comoviam, deixavam-a com um desejo de proteger finalmente quem sempre a protegeu. E era exatamente o que a garota estava fazendo. O calor que Setsuna agora sentia era confortante, saber que mesmo sem lembrar de nada, sua querida Kono-chan a tinha ainda em seu coração.
Um sorriso saira dos lábios da Shinmei. Aquele sentimento doce chamado amor expandia sobre seu corpo, a deixava mais leve e confiante. Não precisava ter medo. Sabia que poderia contar com sua amada para tudo, desde uma luta até o mais profundo conflito de sua mente.
O sorriso de Set-chan a aliviara. ‘Que bom..’ passou em sua mente enquanto seu corpo reagia ao sorriso da guarda-costas com o mais largo dos sorrisos que possuia. Foi em direção a espadachim calmamente, aproximando-se dos lábios de Setsuna, com sua doçura natural e sua inesperiência memórial em relação a seu relacionamento, chegando no final ao mel da boca de sua namorada.
Tal carinho que sua querida espadachim a transmitia ao beijar-lhe a fazia subir as paredes de tanta felicidade. Queria abraça-la, beija-la mais, elogia-la, dizer que a achava linda, fofa, querida, a mais adorável de todas as samurais do mundo! O que faria primeiro? Tinha que aproveitar muito bem o tempo que tinham juntas.
As duas olhavam se apaixonadamente bobas abraçadas como se não se vissem a anos. Aquela emoção nos corações das jovens transparecia aos olhos de qualquer um que estivesse psicologicamente normal. A coisa mais obvia de se enxergar, o amor entre duas jovens amigas de infância.
De repente, a guarda-costas sentira uma presença diante a porta do quarto. Parou por alguns segundos e decidiu afastar-se levemente de sua Kono-chan. Provavelmente a sacerdotiza-assassina queria estragar a sua vida de alguém por não estar com seu querido capitão. E fez sinal para Konoka levantar-se junto.
“O que foi..?” A garota perguntava o por que da infeliz paralisação de seu doce momento com sua amada.
“Tatsumiya...” O tom de descontentamento fora notado e gravado na mente da maga. Realmente Set-chan sentiu-se tão infeliz quanto ela.
Abrindo a porta encontrando um olhar levemente sarcástico da morena com um sorriso que mostrava a felicidade de estragar a vida alheia.
“O..o que foi?” Perguntava fazendo gesto para a garota entrar.
“Estraguei algo?”
“Ara.. Claro que não... err... Ma... Mana-chan?” A garota acertara o nome com dificuldade. O olhar das duas ficara sério. A preocupação com a herdeira das Associações Mágicas vinha a tona novamente. Até onde o efeito colateral iria chegar?
“Bem. Vim aqui para saber como você está. Pelo que noto você teve certa recaída. Consegue lembrar do que acontecera nos últimos tempos claramente ou ainda tem apenas as tais imagens em sua mente?”
“Ano...” A expressão de aflição ia substituindo o que havia antes. “Eu.. não..”
“Após acordar, Ojou-sama esqueceu de mais detalhes de sua memória que antes.” O tom frio e técnico tomara lugar da antes até bastante social Setsuna.
“Entendo. Era uma magia de alto grau mesmo.” A assassina passara a mão sobre a cabeça da maga. “Tome cuidado e não se deixe levar novamente pelo medo. Saber o futuro não ajuda. Acredite, você é a pessoa mais poderosa no mundo e nada poderá ganhar de seu potencial mágico.”
A surpresa de Setsuna ao ver a garota falando aquilo era incalculável. Mana falando tudo aquilo? Parecendo alguém gentil?! Sem ter sido paga para tal!? Deveria estar louca ou Kaede havia mudado de algum modo misterioso e, provavelmente, pervertido aquela garota.
“Não se esqueçam de ir a aula.” Konoka agradeceu mexendo o rosto e a gunslinger deixara o local.
As garotas arrumaram-se para ir para Mahora e passaram pelo quarto da maga. Tudo parecia como antes. E definitivamente estava. Mas de qualquer modo Konoka não conseguia ter certeza de qualquer lembrança, tudo passava apenas de um local nostálgico e familiar.
Asuna enxergou o olhar da curandeira e saltou da cama, onde comia um cereal qualquer (já que a cozinheira oficial do quarto não estava no quarto), correndo em direção da garota.
“O que houve??” A sacudida da usuária de Kanka só conseguia deixar a donzela de cabelos longos mais confusa. “Por que diabos você tá com cara de bixo de faculdade no primeiro dia de aula, heim garota?”
“Asuna-san... Kono-chan.. teve uma recaída...” O ar tristonho fora cortado por um tapa nas costas bem dado pela guerreira de sininhos.
“Ah! Ninguém morreu Setsuna-san!” Seguiu com um abraço forte no pescoço. “Vê se te liga! A Konoka ta aqui! Vocês podem se agarrar em qualquer canto ainda!”
“É isso ae! Você ainda pode ser considerada uma boa vida, afinal, tu pode aproveita e dá uns pegas na nee-san enquanto conta a vidinha de vocês que ela nem lembra!”
O palavreado do arminho assustaria a mais forte das criaturas. Tudo aquilo era um pouco exagerado no momento. Deveriam ter calma e seguir em suas vidas apaixonadas e puras. Tudo tinha que ser tranquilo, para que conseguissem superar os efeitos colaterais da magia feita por Konoka.
Todos tentaram ao máximo despistar o assunto e tirar de suas mentes o que havia acontecido nos últimos tempos, alias, era uma das mais fortes preocupações na garota de cabelos laranja. Aquela noite anterior. Todas aquelas malditas revelações! E ainda se entregara há aquele am—DESEJO! Nada daquela palavra com “A”! Qualquer coisa menos Amor!! A garota lutava claramente consigo mesma para esquecer de certos acontecimentos daquela noite romântica de “estudos” com seu professor de “língua estrangeira”.
Logo que entraram no trem sentiram o mais novo turbilhão. Agora de pessoas desesperadas por chegar ao seu devido destino. Setsuna viu sua princesa meio perdida em tudo aquilo. Devia assegurar-se que esta chegasse confortável a Mahora. Então, nada mais obvio do que abraça-la pelas costas, apoiando-a sobre seu corpo e sentindo seu corpo corar para que ela se sinta em segurança, não? Seja qual fosse a resposta correta, o anunciado acima foi o que a guardiã fez.
Konoka corava como nunca. Como Set-chan poderia ser assim? Ela estava diferente de como era na infância e mal se lembrava de tudo o que passaram. Mesmo assim, não queria ir a lugar nenhum. Todo o amor que sua querida espadachim de cabelos negros mostrava era lindo, mal conseguia imaginar que aquela garota de suas memórias viraria alguém tão bonita e atenciosa.
O tempo ia passando e o abraço só se intensificara. Não no mal sentido, mas em relação aos sentimentos que as duas sentiam. Konoka começava a sentir-se mais segura junto da outra e a espadachim notava a maga debruçar-se sobre seu colo. Um discreto beijo na bochecha a curandeira deu para agradecer o apoio e um sorriso bobo fora revelado nos lábios da Uzoku. A Konoe virara o corpo e abraçou a guardiã pelo tronco, apoiando o rosto nos ombros da garota.
A espadachim pôde sentir as lágrimas de Konoka molhando sua blusa. “Desculpa Set-chan...” As lágrimas saiam mesmo com o esforço da garota para detê-las. “.. Eu não sou tão forte...” O aperto na manga do casaco de Setsuna feita por uma das mãos da maga transmitia toda a sensação de incapacidade da donzela por não conseguir deter os efeitos colaterais da magia que ela mesma tinha escolhido fazer.
Setsuna tocou-lhe os longos cabelos e a acariciou lentamente. Não podia deixar sua Kono-chan sozinha naquele estado. Ela a apoiou e agora era sua vez. Tinha que faze-la resistir ao lado escuro e depressivo de sua vida. Não podia entregar-se. Teria que entender que tinha sua namorada e que poderia sempre apoiar-se sobre ela. Faria qualquer coisa para tirar aquelas lágrimas do rosto de sua amada.
Uma mão misteriosa tocou no ombro da Uzoku. Era uma garota em roupas modernas, mas ao mesmo tempo com um leve toque tradicional ocidental. Tinha olhos castanhos bem escuros, sérios e penetrantes. Seus cabelos castanhos e brilhosos não disfarçavam a emanação de uma presença misteriosa vindo da garota. Tinha pele clara e uma estatura de um pouco mais de 1,50 metros de altura. O sorriso familiar intimidara Setsuna.
“Olá, Ojou-sama, Sakurazaki-san.” Setsuna a encarou de modo ameaçador. “Eu tenho a solução para seus problemas.”
“O-O Que!?”
“Eu tenho um ‘remédio’ para seu pequeno ‘problema de memória’.”
As namoradas arregalaram seus olhos. Um sorriso alargara nos lábios de Konoka, enquanto Setsuna segurava-se para não desembainhar Yuunagi.
----------------------------------------------------------
Gostaram?
Bem vindos ao universo que eu sempre quis colocar pra Partners *.*
Agora a história está clara na minha mente e espero que com isso eu consiga escrever tudo bem mais rápido...
Previsão de quantos caps faltam pra terminar?
Naum tenho mta noção XD
Mas talvez uns ............... 7
Tenho certeza que vou fazer o máximo pra ficar grande...
pq ela será sempre marcada como a que me esforçei ao máximo XD
Até Lives 25! >D
Sairá em breve!
Eu e a Mazaki sempre entramos e saimos dos momentos dificeis de escrita juntas! ahuahuahuhauah
Bjus o/