Posted by : Se-chan segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Olá gente!
Como sempre vo posta o fic da Mazaki hoje! ^^
Tá mto bom!! /o/
Amanha trago a tradução do novo cap de Blessed Child!
A Emiko eh fffoooorrrrtiiiinhhhaaaaaaa.... ^^''''


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CENA 09: SONHO E PESADELO

O céu começava a clarear e Asuna Kagurazaka voltava para as proximidades da república estudantil de Mahora animada. Estava voltando do trabalho de entregar jornais que fazia a anos para saldar um pouco de suas dívidas com a família Konoe e já vinha aquecendo-se para o treino matinal de kendô com Setsuna que devia já estar no local de sempre a sua espera.

Correu alguns minutos e logo viu a espadachim em posição com uma espada de madeira olhando para o horizonte. Estava compenetrada e Asuna pensou que talvez conseguisse surpreende-la se chegasse de mancinho. Tirou a carta de pacto e sussurou “Adeat” enquanto se aproximava mais lentamente de outra garota pelas costas, uma enorme espada apareceu em suas mãos e ela se concentrou para que esta assumisse a forma de um enorme harisen.

Posicionou-se bem atrás da guerreira que ainda olhava concentrada para algo no horizonte e preparou-se para um golpe com toda a força. Tinha certeza de que Setsuna viraria-se a tempo de aparar o ataque de “bom dia”. Brandiu seu harisen com toda a força num golpe de menos de um segundo já preparando-se para ser contra-atacada.

PAF!

- Aw! – Setsuna caiu para frente com o impacto do leque de papel em sua cabeça. Asuna se surpreendeu: havia acertado? Como a espadachim podia estar tão desatenta assim?

- Ops! Foi mal Setsuna! O que te deu pra ficar tão avoada? – perguntou a ruiva estendendo a mão para a outra garota que aceitou.

- Ah... – Setsuna pareceu ficar perturbada com a pergunta de Asuna. A verdade é que as lembranças da tarde anterior sob a Árvore Mundo ainda estavam muito frescas na mente da garota. Havia inclusive sonhado com a Konoe, mas não era recomendável ficar lembrando ou revendo as imagens que haviam permanecido em sua mente quando acordou, pelo menos àquela hora da manhã.

- Hum? – Asuna se aproximou para olhar melhor a espadachim que corou fortemente. Colocando a mão na testa desta a bakaranger notou a temperatura elevada na pele da morena.

- A-Asuna? – Setsuna olhou temerosa para a garota que parecia estar juntando dois mais dois. Asuna abriu um sorrisinho desconfiado.

- Aconteceu alguma coisa ontem entre você e a Konoka? – perguntou a ruiva diretamente quase fazendo a guerreira ter uma convulção.

- Q-Q-QUÊ?!?! D-Do q-q-q v-você está falando Asuna?! – questionou Setsuna inutilmente tentando parecer inocente.

- Não tenta disfarçar vai.. você é péssima nisso Setsuna. – disse Asuna sendo franca e Setsuna percebeu que estava encrencada.

- Mas... eu não...

- Essa manhã, antes de sair pro trabalho... eu ouvi a Konoka dizendo seu nome enquanto dormia sabia? – contou a ruiva e Setsuna engoliu em seco. – Com o que será que ela estava sonhando, heim Setsuna?

A espadachim não teve reação por um momento. Encarou a garota com harisen ponderando: não conseguiria fingir que não havia acontecido algo, realmente era péssima em fingir e Asuna nunca lhe deixaria em paz antes de saber o que houvera. Suspirou chegando a conclusão de que não tinha saída, mas faria a ruiva jurar segredo eterno que, se fosse quebrado, poderia acabar em tragédia.

- É que ontem... – começou Setsuna baixinho e Asuna aproximou o ouvido para ouvir os quase sussuros da garota. - ... Eu e a Kono-chan... nós... – e o fim da frase só pode ser ouvido pelo ouvido atento e curioso de Asuna.

Setsuna afstou-se da ruivaficando extremamente corada. Asuna pareceu processar a informação recebida por uns segundos, talvez fossem as naturais dificuldades de uma bakaranges, e pouco a pouco um sorriso zombeiro de orelha a orelha começou a se formar no rosto dela.

- Hi...he he... – Asuna tentava conter uma enorme gargalhada que crescia sem sucesso. Setsuna ficou ainda mais constrangida.

- Aw... Asuna...

- Ha ha ha!!!!

- Asuna! – Setsuna estava vermelha como a gravata do uniforme que usava. Teve vontade de sumir dali de tanta vergonha que sentia.

- Quer dizer que agora é oficial? Quero dizer, entre você e a Konoka? – perguntou a ruiva ainda rindo-se abertamente da vergonha da outra.

- Q-QUÊ?!?! O-o-ofi-fi-f-Oficial?!

- É oras! Vai me dizer que ainda vão fazer doce?! – perguntou Asuna cruzando os braços.

- Na verdade nós ainda não...

- BOM DIA SET-CHAN! – exclamou uma voz extremamente meiga antes de agarrar Setsuna pelo pescoço conseguindo dessa vez derrubar a espadachim no chão.

- K-K-Kono-chan?! – Setsuna teve certeza de que teria um ataque cardiaco a qualquer momento. – B-B-Bom dia!

- Bom dia Asuna! – cumprimentou Negi que vinha seguindo Konoka um pouco a distância.

- Negi? Konoka? O que vocês estão fazendo aqui a essa hora? – perguntou Asuna surpresa com o aparecimento dos dois.

- Ué Asuna? Não lembra que eu e a Konoka fazemos parte da equipe que vai organizar os festejos do fim de ano? - perguntou Negi observando interessado Setsuna se levantando desajeitada com Konoka pendurada no seu pescoço.

-Ah é... mas vai ter uma reunião tão cedo?

- Não tão cedo, mas passamos aqui pra levar vocês pra tomar café com agente antes de irmos a reunião. – disse o garoto.

- Vamos tomar café, né Set-chan? – perguntou Konoka sorrindo para a espadachim.

- É? Ah... tá bom. – concordou Setsuna impotente diante do olhar da quase-maga.

- Ué? Agora? Bom... vamos então... se é pra comer... – concordou Asuna e os quatro amigos começaram a caminhar em direção ao metrô.

Durante o caminho Asuna lançava olhares desconfiados para Konoka e Setsuna, porém as duas garotas pareciam as mesma. Teriam mesmo se beijado? Bom, Setsuna não inventaria nada nesse sentido então... mas por que agiam como sempre?

Konoka se limitava a ficar pendurada no braço direito de Setsuna como fazia sempre nos ultimos seis meses, não queria colocar Setsuna em situações que a constrangessem. Sabia que agora a relação delas não era mais como antes, mas ia tentar ir com calma com sua protetora. Mesmo que agora estivessem mais próximas do que a dois dias, Setsuna era capaz de afastar-se se a maga fosse com muita sede ao pote, mas pelo menos ia aproveitar bastante cada pequeno passo que dessem dali pra frente, sem pressa.

Setsuna já havia percebido que Konoka estava “pegando leve” com ela e sentiu-se feliz pela atitude da “ex-amiga”. A espadachim ainda não se sentia segura para tomar qualquer atitude. Na verdade ainda não achava nada certo que se aproximassem daquela maneira. E se algum membro do conselho de Kanto ou Kansai descobrisse?! E se alguem da familia da maga descobrisse?! Seria morta sem piedade! Mas o pior é que deixaria uma triste Konoka sozinha! Nunca! Claro que queria ter aquele contato intimo com Konoka, mas as coisas precisariam ser com calma, ela ainda tinha que pensar muito sobre o que fariam e agradeciam profundamente por Konoka entender sua posição.

Asuna se esforçou ao máximo para por Konoka a Setsuna contra a parede no resto da manhã, mas não teve sucesso. Negi não entendeu muito bem o objetivo da ruiva, mas achou bastante graça ao ver a garota ficar irritada em não conseguir o que queria. Aos seus olhos Konoka e Setsuna não haviam feito nada para merecerem tamanha perseguição da ruiva.

“Por que elas estão disfarçando, afinal?”.

“Por que será que a Asuna está tão engraçada?”.





De maneira quase imperceptível os dias foram passando. Asuna era a única que sabia da nova fase da relação entre Konoka e Setsuna, e só poderia ser a única mesmo já que as duas garotas não davam brecha para que mais alguém descobrisse sobre seu “segredo”. Nem mesmo Paru ou Asakura se deram conta de nada, pois na frente de todos as “ainda amigas” agiam da mesma maneira de sempre, somente nos raros momentos a sós que Konoka aproveitava para tirar uma “casquinha” de sua guardiã.

No fim da tarde da sexta-feira seguinte Asuna, Negi, Konoka e Setsuna voltavam para a área estudantil de Mahora sem pressa, Asuna comentava o quanto o professor de matemática do 1º ano-A gostava de complicar as coisas:

- Caraça... É por isso que eu não consigo melhorar minhas notas em Matemática! Aquele velho babão não sabe ensinar direito! – esbravejou a ruiva para o divertimento dos outros.

- Ora Asuna, não são todos que estão preparados para lecionar para as Bakarangers. – argumentou Konoka que ia pendurada no braço de Setsuna pelo caminho.

- Se quiser podemos estudar esse fim de semana Asuna. – sugeriu Negi, mas Asuna não se agradou com a idéia de passar o fim de semana sendo humilhada pela burrice que tinha.

- Ah... sem essa! Prefiro estudar sozinha e me ferrar!

- Mas por quê? – jovem mago não entendeu a reação negativa da ruiva.

- Por que não! – finalizou Asuna não querendo continuar com sua burrice em pauta. – Então: agente não vai ao cinema? – perguntou para mudar de assunto.

- Cinema? – Setsuna repetiu se entender.

- É mesmo! O filme que agente estava comentando já chegou aos cinemas! – exclamou Negi feliz para Kamo em seu ombro.

- Esqueci de te avisar Set-chan! – disse Konoka com cara de pedido de desculpas. – Nós marcamos de ir ao cinema hoje, você vem né? – pediu a Konoe com cara de bichinho pedindo para ser afofado. Setsuna ficou sem reação por um momento.

- Ah... eu tenho que fazer minha vigília hoje... – argumentou a espadachim sem conseguir tirar os olhos da carinha de pedido de Konoka.

- Ara, Set-chan! – exclamou a quase-maga fazendo beicinho para a felicidade dos hormônios e da consciência de Setsuna que estavam sempre à espreita. – Por favor...

“Ora! Não perca essa chance de ficar perto dela!” ordenou sua consciência com tom manso. ’Mas... não posso sair do meu posto essa noite... ’ tentou argumentar a espadachim. “E vai perder a oportunidade de ficar abraçadinha com a Kono-chan no escurinho de cinema?”.

- T-tá... encontro vocês em vinte minutos no cinema. – disse a espadachim mirando a face que a fazia esquecer de tudo. Konoka abriu um sorriso de orelha a orelha.

- Legal Set-chan! Você vai gostar de ir conosco! – disse abraçando ainda mais fortemente a espadachim que corou.

- Beleza! Vai ser bom mesmo! – concordou Negi que não captou o outro sentido de Konoka querer levar Setsuna ao cinema sem ser o de ver o tal filme.

Meia hora depois lá estavam os quatro amigos entrando na sessão do início da noite daquela sexta-feira. Sentaram-se nas poltronas na seguinte ordem da esquerda para a direita: Negi, Asuna, Setsuna e Konoka. A ruiva fez questão de se botar entre o professor e as amigas, pois a curiosidade excessiva que o garoto vinha demonstrando para assuntos “interessantes” vinha se mostrando crescentemente, provavelmente Negi estava chegando à adolescência e ela é que não ia facilitar pros seus hormônios juvenis.

Logo no início da sessão Konoka baixou o braço de sua poltrona para poder abraçar Setsuna. A garota corou ao sentir o abraço da “ex-amiga”, mas logo retribuiu aconchegando-a em seus braços. De vez em quando, ou melhor, quando se lembrava, Asuna dava uma espiada nas “quase alguma coisa” para checar se ainda estavam tão pudicas e se decepcionava ao vê-las comportadamente assistindo o filme de aventura.

Em uma determinada cena do filme onde os personagens paravam para um longo diálogo Konoka teve uma ótima idéia para se distrair. Protegida pela escuridao do cinema a morena virou o rosto para beijar o pescoço de Setsuna proximo a orelha. A garota arrepiou-se ao sentir o toque dos lábios de Konoka, mas logo relaxou e aproveitou a sensação daqueles beijos. Apertou a morena em seus braços e sua respiração pedeu um pouco do compasso, Konoka continuou provando sem pressa o gosto da pele de Setsuna que se segurava para não emitir nenhum som. Era dificil, mas não podia dar sinal do que estavam fazendo pois Asuna e Negi estavam logo ao lado, mesmo que a baka estivesse parecendo hipnotizada seja lá pelo que na tela grande.

Setsuna apertava o ombro de Konoka tanto pedindo para que parasse quanto para que continuasse. Nunca tinha sentido quele tipo de coisa (isso não inclue os sonhos que, afinal, são sonhos) e estava quase perdendo a razão em meio aos beijos mornos de sua amada. Esquecia-se de onde estava e sua unica vontade era a de retribuir a caricia que recebia. Virou o rosto segurando o de Konoka de modo que se encararam por um segundo. Tinha que provar denovo aqueles lábios doces da... da alguma coisa. O receio e timidez quase desapareciam quando Konoka foi se aproximando para beijá-la, mas uma gargalhada geral a fez despertar do que ia fazer e deter Konoka bem a tempo.

Konoka ainda pensou em protestar, estavam num lugar até reservadao afinal, muitos casais usavam os cinemas para coisas muito piores do que beijinhos bobos, mas a gargalhada de Asuna logo ao lado a fez pensar melhor. Setsuna sentiu aliviada por não terem sido flagradas pelos amigos, mas uma parte de si, a que dava ouvidos a sua consciencia, estava irritadíssima por terrem sido atrapalhadas logo na melhor parte da sessão.

Fora isso a ida ao cinema transcorreu na mais perfeita paz.

Pelo menos na parte de dentro do cinema.




A vários metros do cinema, um par olhos castanhos mirava o estabelecimento de uma maneira fria e idescifrável. Uma garota que carregava uma longa espada de kendô e trajava uniformes de colegial Mahora e tinha os cabelos negros puxados para um lado observava o lugar como se quisesse destrui-lo ou talvez alguem que ali estivesse.

O fato é que Setsuna-P e Chibi-Setsuna haviam sido colocadas pela própria Setsuna para fazerem a vigilia daquela noite. O shikigami menor e mais fraco havia sido deixado na parte mais distante da república estudantil para alertar a espadachim caso visse alguem suspeito enquanto a shikigami mais poderosa havia ficado para guardar as proximidades da república. Claro que os arredores do cinema onde estava não fazia parte do que Setsuna descrevera como arredores da república, mas mesmo assim Setsuna-P estava lá.

Não era possível ver o que se passava na mente de Setsuna-P, mas talvez pudesse-se supor atravez de sua atitude de partir a espada que carregava ao meio em duas em um dado momento. Setsuna havia deixado um pequeno apito mágico que bastava ser assoprado para que a espadachim soubesse que havia acontecido algo com cada shikigami. Setsuna-P pareceu lembrar disso e tirou o seu apito do bolso da camisa. Olhou o objeto por uns instantes antes de arremessa-lo ao infinito e além. Devia saber que se o quebrasse alertaria Setsuna devendo por isso ter escolhido joga-lo fora. Antes de se virar para voltar para o seu posto de vigília a pseudo-espadachim olhou mais uma vez para o cinema e soltou os cabelos, parecia não gostar deles presos como fazia Setsuna. Algumas palavras quase inaudíveis saíram de sua boca:

- Ojou-sama... devia... ser eu.







Eeehhhhhh.... Capítulo simples, porém, mmmttooo interessante! XD
Setsuna-P tah prometendo mais ainda!!
Será a melhor vilã de fics Kono-Setsu pelo jeito!! uhauahahuuahuha *Bastante empolgada*
Até amanha com Blessed Child! o/

One Response so far.

  1. Diogo says:

    Muito bom!

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