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[Notícia] Jogo de Sono Hanabira ganha data no Ocidente
Um dos jogos yuri mais clássicos está chegando ao ocidente. Sono Hanabira, com Miya X Risa estrelando, será lançado no ocidente (em inglês) pelo MangaGamer, o mesmo estúdio que lançou nosso querido Kindred Spirits on the Roof.
O jogo, que ficou traduzido como A Kiss for the Petals: Maidens of Michael terá um total de 5 casais onde está tendo um concurso na escola St. Michael de melhor casal (sim, uma escola feminina). Os casais mais populares da escola são Yuuna x Nanami, Sara x Kaede, Reo x Mai ou Eris x Shizuku. Mas Miya e Risa foram escolhidas como um casal em potencial e concordam em tentar ganhar nas aparências, mas no decorrer do jogo parece que não fica tão "nas aparências".
O jogo será lançado na Steam (com censura), mas já haverá no site oficial da MangaGamer um path para poder jogar a versão sem censura. Ele é colocado pelo estúdio como uma boa introdução aos casais da série para o público ocidental.
Quem sabe quando o jogo lançar dia 22 de fevereiro nós do KaS não fazemos um review? (ou um vídeo muito censurado no YouTube?) Dê sua opinião!
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Fonte:
The Yuri Nation
MangaGamer
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The Yuri Nation
MangaGamer
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domingo, 28 de janeiro de 2018
Posted by Se-chan
[Notícia] Nova versão do game Katahane será lançada no Ocidente
Mais uma notícia quentinha do Anime Expo 2016. Dessa vez a notícia veio do painel da JAST USA (responsável para trazer para o ocidente jogos como Steins;Gate).
Há algum tempo foi revelado que os produtores do conhecidíssimo jogo Katahane terá um remake após 10 anos do lançamento do game original. As principais razões que foram reveladas para o ocorrido é de que o jogo ainda é muito bem conceituado e cheio de fãs, além de ter uma série de materiais e idéias inutilizadas na versão anterior, o que deverá dar novas horas de jogatina e história, mesmo para os que já viram todo a trama da série. E essa incrível história vai poder ser jogada no Ocidente!
Katahane é um jogo Visual Novel, ou seja, um jogo onde a maior parte de seu conteúdo é descritivo e conversado e normalmente este tipo de jogo tem uma série de escolhas que lhe levam para ficar com um final ou outro. Ou seja, se você gosta de jogos como Life is Strange ou as séries de jogos da TellTale (Walking Dead season 1 e 2, por exemplo), provavelmente vai se interessar por esse tipo de jogo. Outra característica (não inclusa em todos, mas que é colocado em vários jogos de VN) são ter cenas adultas de sexo, o que contém em Katahane. Então, se você é menor de idade, sinto muito, mas vai ter que esperar um tempinho para jogar.
A história do jogo se passa em um mundo alternativo, divido em 3 reinos e onde existem bonecas (robôs) altamente tecnológicas. Wakaba é uma jovem dramaturga que faz uma peça contando a história de uma mulher que mata a rainha de um desses reinos. Porém, em vez de retratar a assassina como uma traidora, a mostra como uma subordinada leal. Em uma viagem para conseguir atores para sua peça, Wakaba encontra várias pessoas interessantes, entre eles a boneca Belle e uma aspirante à atriz chamada Angelina. E em meio a esta busca, vemos Wakaba e outros personagens aprofundando sentimentos e relações.
Apesar de não ser um jogo totalmente voltado para o público fã de yuri, Katahane é um clássico do gênero e contém tanto cenas e romances heterossexuais quanto lésbicos. Um fato interessante do jogo é que ele se passa em duas épocas, a em que a escritora Wakaba está e a era onde se passa a história que escreveu, mostrando um romance entre à assassina e a rainha e o por que do ocorrido. Curioso, não?
Ainda não há data de lançamento, mas a confirmação de uma versão ocidental já nos dá esperança do jogo ser lançado na Steam. Depois de Kindred Spirits, não seria nenhuma surpresa.
Quem sabe um dia não trazemos uma postagem exclusiva do jogo para o KaS?
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terça-feira, 5 de julho de 2016
Posted by Se-chan
[Notícia] Adaptação em mangá de 'Kindred Spirits on the Roof' será lançado nos EUA
Se não bastasse dois licenciamentos de Milk Morinaga, a Seven Seas anunciou que irá publicar a adaptação em mangá do jogo "Kindred Spirits on the Roof" que foi lançado este ano na Steam pela MangaGamer.
Primeiro jogo Visual Novel com teor adulto (cenas de sexo explicito) lançado na plataforma de compra de jogos, Kindred Spirits virou um queridinho do fandom yuri pela sua quantidade enorme de casais lésbicos inseridos no jogo.
Lançado com o lema de propagar a "Yuritopia", Kindred Spirits on the Roof conta a história de Yuna, que enxerga duas namoradas fantasmas que querem juntar diversos casais da Escola Feminina Kokonotsuboshi. Sim, todos casais entre meninas. No início, Yuna tem dificuldade de aceitar, mas após um tempo, ela mesma começa a interver sem nem as fantasmas Sachi e Megumi pedirem. Porém, Yuna começa a ter sentimentos inesperados por uma menina. O que será que acontece?
Apesar do mangá se inspirar na obra do jogo, as histórias dos dois volumes (um desenhado por Itou Hachi, e outro por Aya Fumio) não tem haver diretamente com os personagens do jogo, mas acontecem na mesma escola e tem participação de algumas das personagens.
Se o mangá for que nem o jogo (o qual já terminei) será uma obra divertidíssima de ler. O clima é cheio de fofura, e os romances se desenrolam muitas vezes de modo inesperado. Além disso, as cenas +18 são muito bem dubladas. Mas imagino que o mangá não contenha essa última parte (+18).
O mangá de Kindred Spirits on the Roof será lançado em 31 de janeiro de 2017.
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Até logo! o/
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domingo, 5 de junho de 2016
Posted by Se-chan
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Yuri Game Jam - incentivo à produção de games indie!
Olá a todos!
Estava lendo minha caótica timeline do twitter esses tempos e acabei descobrindo um projeto fantástico e ideal para ser comentado aqui no Kono-ai-Setsu: trata-se do Yuri Game Jam.
Game Jam, no geral, é um evento online realizado por produtores de jogos independentes, onde várias pessoas desenvolvem seus jogos com algum tema, ou condição em comum e então os divulgam como algo associado. Dessa maneira, todos os jogos saem ganhando por serem levados à mais pessoas e os jogadores de jogos indies ganham porque surgem diversos novos jogos baseado em uma temática de uma só vez.
E é exatamente esse o tipo de proposta do Yuri Game Jam. Hospedado e dilvulgado por http://kittykatstar.itch.io/ e http://carrogath.itch.io/ , a ideia é incentivar a produção de jogos que tenham a temática yuri. As únicas condiçoes para submeter um trabalho foram: 1) ele ter relacionamento entre duas ou mais mulheres (não necessariamente um relacionamento romântico, mas um laço forte, como uma grande amizade ou uma rivalidade profunda) e o jogo estar completo (ou pelo menos em uma versão demo jogável).
O período para submissões foi de dois meses, de 1º de setembro até 31 de outubro. Nessa primeira edição foram submetidos um total de 19 jogos, em sua maioria Visual Novels, mas também RPGs estão presentes. Os jogos são todos em inglês e aqui vai a lista deles:
Syrup and the Ultimate Sweet - uma visual novel com estilo bem próprio, um trabalho de destaque. Ao custo de uma doação de qualquer valor - http://nomnomnami.itch.io/syrup-and-the-ultimate-sweet
A wild Catgirl appears! - visual novel em ambiente escolar, com a adição de uma garota-gato! - http://newwestgames.itch.io/a-wild-catgirl-appears
ELIZA - um demo de uma novel com ambientação sci-fi, envolvendo Inteligências Artificiais. Lançamento completo previsto para 2016 - http://uint32-t.itch.io/eliza-demo
Queen Cobra - um DateSim onde a protagonista é uma super-heroína. - http://saint-barbara.itch.io/queen-cobra
Super Yuri RPG - um RPG com gráficos oldschool, voltado para o humor - http://kevinfu510.itch.io/super-yuri-rpg
Skycastles over Atlantis - Esse, apesar dos screenshots fantásticos, carece de informações no site. Parece que estão contando com o prazo do evento, que foi prorrogado em alguns dias.
Leave you Behind - Visual Novel com gráficos bastante estilizados, mas personagens cheios de caras e bocas - http://pizzapranks.itch.io/leave-you-behind
Written in the Sky - VN onde a protagonista é filha de um detetive e também tem a curiosidade como parte da sua personalidade (NOTA - Esse tem para Android, pelo Google Play. Vou dar uma testada e qualquer coisa falo aqui no blog) - http://unwontedstudios.itch.io/written-in-the-sky
Carmilla - Make your destiny - um fangame no estilo RPG da web-série Carmilla. Por enquanto apenas o demo está disponível - http://andchan.itch.io/carmilla
The Sad Story of Emmeline Burns - VN ambientada no século 19. Se a história é tão triste quanto promete, só jogando pra descobrir. - http://ebihime.itch.io/emmeline
After the Bell Rings - Visual Novel com personagens na casa dos vinte e poucos anos. O estilo da trama parece ser bem contemporâneo e urbano. - http://andrearitsu.itch.io/after-the-bell-rings
Moe Outbreak - um moe-action-rpg com gráficos bastante promissores. - http://momoyo.itch.io/moe-outbreak
I Want to Marry the Princess - jogo de plataforma 2D (vou precisar de um computador com Windows pra testar esse!) - http://momoyo.itch.io/moe-outbreak
Your Gay Monster Family - novel interativa para jogar no browser - http://cute-bobs.itch.io/your-gay-monster-family
Alguns screenshots:
Fica aqui a recomendação imensa para que todos joguem algumas dessas produções e mande seus comentários para as equipes de produção. Cada um desses trabalhos é uma grande alegria para nós, fãs de yuri, que ainda desejamos um dia ter muitas produções de games desse estilo para nos divertirmos.
Mesmo que um ou outro jogo dessa lista não seja do agrado dos fãs mais críticos, pessoalmente, acredito na importância desse tipo de mobilização, para fomentar produções mais ousadas e sofisticadas no futuro.
Por hoje era isso.
Até a próxima, pessoal!
Fontes:
Yuri Game Jam, site do projeto - https://itch.io/jam/yuri-game-jam
#yurijam - tag do twitter para divulgação do projeto - https://twitter.com/hashtag/yurijam
terça-feira, 3 de novembro de 2015
Posted by Mazaki89
Yurizando #01 - Perversão e Romantismo, Lado a Lado
O que andei lendo, assistindo, jogando ou esteja acontecendo
de interessante envolvendo o universo yuri.
Acho que este é o meu primeiro post do ano aqui no KaS,
certo? Mas é claro, meu coração não se aquentava mais de saudades, por isso
antes tarde do que nunca. Com essa nova seção quero experimentar novas formas
de blogar aqui no KaS. Faz um tempão que eu queria fazer isso aqui. Vamos ver
se vai pra frente!
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Life is Strange
-Adventure game interativo, dividido em 5 episódios. O
primeiro foi lançado em janeiro de 2015, e o segundo tem data marcado para
agora dia 24 de Março. Faz o tipo Shoujo-Ai.
Foi há duas semanas, que vi um post com gifs de Life is
Strange no facebook, com duas garotas se divertindo e com uma proximidade...que
parecia evocar certa tensão sexual. Chame isso de “faro yuri” se quiser, mas o
lance é que eu fiquei um pouco interessada, exatamente por essas razões. Uns
dias depois, um amigo estava comentando sobre o jogo no twitter, e foi então
que eu fui completamente tragada pela sua empolgação.
Na história, acompanhamos a introspectiva e calada Max Caulfield
(Hannah Telle), que após testemunhar o assassinato de uma garota no banheiro
feminino, vê o espaço-tempo se borrar e ela retornar para a sala de aula, antes
do fatídico acontecimento. Ainda atordoada, ela percebe que por algum motivo
desconhecido, ela retornou no tempo – e não apenas isto, ela consegue controla-lo.
A partir de então, Max tenta consecutivamente salvar a garota de ser
assassinada.
Jogar este primeiro episódio de Life is Strange foi uma
experiência divertida e de descobertas. Como a narrativa se desdobra através do
point-and-click com puzzles e informações escondidos, há muito a ser descoberto
e explorado, não há outra forma de você se inteirar acerca daquele mundo e seus
personagens que não seja assim, e ainda criar pano de fundo para futuros
conflitos, afinal, há consequências para muitas das ações que o jogo
disponibiliza. De certa forma se assemelha com uma visual novel, neste sentido.
É uma história sobre segundas chances. Quantas vezes na vida você já não se
pegou pensando que gostaria de ter uma oportunidade pra fazer tudo diferente? A
questão é que, por mais que você saiba que cada experiência é importante para a
formação do que você é – vezes ou outra este tipo de pensamento sempre vem a
tona. Como em Life is Strange vemos a narrativa sob a perspectiva do jovem
adulto [com personagens na faixa dos 18-19 anos], esta é uma ideia que se torna
ainda mais forte. Por este motivo, seja qual for a escolha tomada, Max sempre
irá sentir conflitos e dúvidas em relação a isto.
Enfim, uma pena que o primeiro episódio foi tão curtinho,
feito basicamente como introdução – mas é apaixonante e encantador,
especialmente pela delicadeza com que é tratada a relação de Max com sua amiga
de infância, Chloe (Ashly Burch). Oh, sim, depois de salvar a misteriosa garota
de assassinato, Max descobre que esta na verdade era a sua amiga de infância.
Mas por que ela não a reconheceu? Há muitos conflitos envolvendo a relação das
duas. Conflitos muito verdadeiros, que torna a relação delas algo que a gente
queira abraçar. A Max tem esse jeito distante e indiferente, como uma barreira
erguida entre ela e os outros. Aficionada por fotografias, ela mantém toda a
sua dedicação e atenção a essa arte, enquanto mantém uma personalidade apagada
e feições taciturnas, melancólicas, levando-a ser apelidada de “sad face”. Chloe
se sente, com razão, irritada em relação ao tratamento que Max dá a ela, depois
de tantos anos separadas. O que fica evidente, é que Max era tudo para Chloe, e
esta ainda não superou a separação da amiga, durante a adolescência. Chloe faz
o tipo tomboy, é aquela lésbica caricata; durona, machona, estilizada, a “sapatona”.
Ela é uma personagem com a qual eu gostaria de andar. Sincera, espontânea e
cativante, ela forte, mas também é delicada como uma xicara de porcelana. E
como uma xicara de porcelana, parece prestes a se romper, mas apesar das
rachaduras, demonstra muita resistência em se partir.
Depois de perder sua companheira, Chloe está muito
fragilizada. É quando Max entra em sua vida e tem a chance de mais uma vez
fazer a diferença, mas... será que elas conseguirão superar o vale que se criou
entre elas? Max vai conseguir se expressar sobre o que sente? Life is Strange
não é explicitamente lésbico, mas também não é uma historia protagonizado por
um casal hetero com algumas pitadas de fanservice gay. Tem toda uma tensão
sexual que fica implícita, e algumas brincadeiras muitos comuns no universo lésbico
ficcional que denunciam que há algo a mais, como o fato de se referirem às duas
amigas como “amigas”. É hilário quando o padrasto de Chloe chega no quarto dela
e vê a Max, e diz “ah. Mais uma dessas suas... ‘AMIGAS’, hein”. A cena no
quarto delas, em que Chloe dança pra Max e depois elas discutem mais uma vez o
passado, há tanta tensão romântica de algo não resolvido que grita silenciosamente
entre elas, que o cheiro de borracha queimada pode se tornar tóxico.
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Otome
Senshi Lovely 5!
-Mangá, 1
volume. Conteúdo erótico explicito, Borderline H, Sadomasoquismo.
Yurizão.
Numa academia católica só para garotas, um grupo de
estudantes com trajes fetichistas e roupas descoladas defendem a liberdade
[sexual], a independência e auto-realização, enquanto do lado das freiras, há
quem considere isto abominável. Roupas são o pecado! Uma terrível ameaça que
defende o nudismo como uma forma de viver na pureza e pretende acabar com o
reinado das roupas imorais se aproxima cada vez mais intensamente. Enquanto
isso, as personagens continuam suas vidas de pecado e fetiches sexuais.
“Eu gosto da ideia que normalmente garotas quietas, são
enérgicas e safadas quando estão fazendo sexo. Ela coloca a personagem líder no
chinelo.” – Jounouchi Nene, autora do mangá.
Esse mangá tem uns diálogos e cenas de sexo divertidamente
trash. Se equilibrando numa linha muito tênue entre abuso e prazer. A própria autora
demonstra estar se divertindo bastante com diversas fantasias e idealizações
que, parecem coexistir na cabeça dela. Ela tem uma fixação com a libertinagem praticada num local santo e o envolvimento do nome santo e de figuras santas celestiais, que chegou a me deixar corada. Tipo "woaaahh, nessa fantasia ai eu não havia pensado ainda, mas é... bem... parece legal". Algo que os próprios comentários dela ao
final de cada capítulo acabam entregando um pouco este seu lado mais “sujo”.
Acontece que a própria lógica da história pode enganar, começando com uma
tortura sexual depravada para depois mostrar que tudo era apenas um jogo sexual
entre duas personagens. Há outra sequência hilária, que também segue uma lógica
muito similar (abaixo).
Otome Senshi Lovely 5! É mais uma experiência descontraída
do que algo para se levar a sério. As partes que envolvem sexo são um pouco
exageradas e caricatas, mas devo ressaltar que a imaginação da autora é
fabulosa e que sim, se a lógica de determinado ato sexual muitas vezes é levado
para o lado mais escrachado para criar humor, há outras genuinamente
provocantes de tão imaginativas. Teve uma ou outra página com ações que me
deixaram um pouco atordoada, mas eu não vou dizer quais são! O que engraçado,
pois na maior parte do tempo eu estava gargalhando a cada virada de página.
Ah, a arte da autora é bastante irregular, mas tem um charme
bem próprio. E a própria história é bem barata e com diálogos cafonas. É
curioso como algumas coisas conseguem divertir exatamente por aquilo que as
degradam.
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Yurikuma Arashi
-episódio 9 do anime yuri do Ikuhara
Os Yuris negros estão de volta. E vocês sabem o que isto
significa? LÚXURIA, DEPRAVAÇÃO, IMORALIDADE—quer dizer, na série eles são
apenas um efeito estilístico para caracterizar Mitsuko Yurizono (Aoi Yuki) e
seu poder magnético de influenciar os corações mais puros. Tem um diálogo em Otome
Senshi Lovely 5!, que diz exatamente como é muito mais prazero e fácil
manipular um alma pura – então talvez seja algum tropo de vilãs cartunescas e
fantasias retorcidas do yuri mangá? Bem, a Yurizono é uma personagem que eu sou
apaixonada, ela tem uma áurea de pecado que é genuína. Tão manipulativa quanto,
ela é diferente de Yurika (Kikuko Inoue), que tem um poder de manipulação levemente
maior e com mais maldades no currículo, no entanto, as vilanias de Yurika me
soam como travessuras de uma criança. Tem algo de ingênuo em suas ações. Ela é
como uma criança birrenta que não aprendeu a ouvir não. Acredito que Yurika permaneceu
presa no mesmo tempo que comeu a sua “mãe”, e desde então ela só tem crescido
fisicamente, mas ainda é como uma criança. Já Yurizono tem total consciência de
suas ações, ela não as faz sob um pretexto fantasioso. Ela realmente se delicia
com aquelas maldades.
São 50 tons de pecados capturados com maestria no frame
acima, em câmera lenta, ventania e pétalas de lírios negros pelo ar. Agora, que
eu já me expressei o quanto Yurizono me deixa hot, vai uma curiosidade: o lírio
negro simboliza as mentiras, a morte e o mistério. O acho interessante é que
apesar disto, ele não é relacionado a coisas fúnebres, mas sim elegantes e
sensuais, sendo o oposto do que se entende pela natureza do lírio branco, de
uma pureza e estado de espirito virginal. Yurizono é tudo de bão! (só não ganha
da minha Lulu)
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Yuuki Yuuna wa Yuusha de Aru
-Anime mahou shoujo, 12 episódios. Completo. Dirigido por Seiji Kishi.
Essa semana terminei minha maratona extendida de Yuuki Yuuna, um anime que se não fosse a minha timeline do twitter e tumblr, eu não saberia que havia existido. De fato ele passou quase que despercebido, embora fosse um projeto original. O que eu posso dizer? Não gostei, mas também não odiei. Minha relação com o anime é mais de indiferença. As construções para evocar emoção no expectador bateram em mim como algo muito artificial e sem qualquer traço de sinceridade em momentos vitais. Provavelmente eu falarei dele mais detalhadamente em algum momento, mas por enquanto, o que vou dizer é que o que de mais positivo há em Yuuki Yuuna (Haruka Terui) aos meus olhos é a relação de amizade entre a personagem-título e sua melhor amiga de infância Mimori Togo (Suzuko Mimori).
Yuuki é super enérgica e falante, enquanto Togo é mais tímida e com emoções que tendem ao lado mais obscuro – assim, elas constituem uma relação que é uma espécie de Yin e Yang. E é muito belo a dedicação de Yuuki à sua amiga desde a infância. Amiga esta que vive presa em cadeira de rodas. Foi uma experiência interessante acompanhar uma personagem cadeirante em um anime de mahou shoujo, seja através do dia-a-dia em atividades mundanas ou em ação como garota mágica. A forma como o conflito lhe abate em relação ao fato de ser cadeirante é também digno de nota, principalmente por ser algo que fica mais implícito. Isso faz com que suas lágrimas e drama realmente tenham uma força intrínseca.
Apesar dos movimentos limitados, Togo é inteligente, forte, independente. Isso faz com que sua amizade com Yuuki seja composto por sentimentos de apoio mais emocional do que práticos, não se diferenciando de qualquer outra amizade. Ou seja, Yuuki não é usada como uma muleta para Togo. Portanto, não se trata de uma amizade conflituosa, pelo contrário. É tão doce e natural que eu passei é a maior parte do tempo torcendo para que rolasse algo de concreto entre elas, ao invés de ficar apenas nas insinuações de “amizade”. Aliás, em relação a climinha de romance ou yuri delicous mel, Yuyuyu (como é conhecido) é um anime bem fraco, mesmo pra categoria “shouho-ai”/insinuações. Yuuki e Togo são um único casal em que se nota que há algo a mais por parte de ao menos uma delas. Quer dizer, ambas estão em total sintonia, mas é evidente que Togo tem plena consciência do que sente por Yuuki, enquanto esta ainda está naquele estágio de apenas sentir, mas não compreende plenamente. Mas sabemos que na hora de shippar isso não costuma ser relevante...
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As traduções para Otome Senshi Lovely 5! você encontra no http://s2yuri.blogspot.com.br/
Também há tradução em português Br para Life is Strange.
@beta_blood
sábado, 14 de março de 2015
Posted by Unknown

















