Posted by : LKMazaki quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Olá a todos! Pergunta feita, pergunta respondida. A maioria dos leitores  que participaram da enquete realizada no "KaS pergunta aos leitores #01" respondeu que deseja sim ver a continuação da saga de Mastered Negima, portanto, cá estamos nós para dar sequência à publicação da série. 

E com um atrativo novo: a periodicidade semanal! Sim, deste capítulo 4 até o último não haverão mais semanas em branco de publicação. Já que os nosso visitantes escolheram isto eles merecem ter o melhor da equipe KaS nesta tarefa! Portanto, vamos sem mais delongas à continuação de Shadow.

Leitura Online (mediafire)


Aviso-legal: Mahou Sensei Negima não me pertence. Mastered Negima é uma obra de fã, sem fins lucrativos.
Mastered Negima Shadow

Capítulo 4: A capital de Husdeven


Em uma belo escritório, digno de uma verdadeira realeza, Delaro Igati, uma mulher de pele morena e aspecto um tanto severo, governante suprema da nação de Husdeven, observava o alvorecer de uma confortável poltrona. Tinha o costume de escrever seus diários de pensamentos sempre na primeira hora do dia, o qual qualificava como momento mais criativo e propício.
Porém naquela manhã mal havia conseguido escrever um par de frases em suas anotações quando ouviu duas batidas à porta. O general do modesto exército de Husdeven, também seu grande amigo pessoal, entrou na sala:
— O que te trás a me interromper tão cedo, Bill? ― questionou Delaro antes que o outro conseguisse sequer cumprimentar.
― Senhora Delaro. ― disse o homem, já percebendo que alterara o humor já sempre instável da governante. ― Perdão por adentrar em vossas dependências a esta hora da manhã, mas trago notícias de nossos informantes das fronteiras do país.
― Então fale sem demora.
― A comitiva vinda do mundo ordinário chamado Terra. Eles acabaram de adentrar nas distantes fronteiras do norte. Estão vindo direto para a capital de trem.
― Entendo. A comitiva vinda em nome do famoso instituto Mahora. Não. . . a verdade é que eles vem em nome das associações mágicas daquele lugar.
― Senhora, acredito que recordas perfeitamente a carta de Mahora que chegou ontem.
― Aquele bilhete apressado e pouco claro. Sim, eu me lembro bem Bill. Ele dizia o suficiente para que eu esteja bastante curiosa com a chegada desta comitiva.
― Senhora, o informante da fronteira também acrescentou nas informações de que o filho do Thousand Master viaja com a comitiva.
― Interessante. Aparentemente Mahora tem um plano muito mais ardiloso do que aparentou no primeiro momento.
― Do que está falando, senhora?
― Bill, eu sei bem o motivo que os trás até nosso distante país. Mais ainda, eu percebo o cheiro da sabotagem que estão armando para nós.
― Sabotagem?! Mas isso é um escândalo!
― Não se exalte homem. Vamos estar preparados para quando essa dita "comitiva pacífica" chegar aos nossos portões. Vamos lhes dar uma recepção à altura de suas. . . mentiras.




Asuna estava com uma expressão que a princípio era muito mais de choque do que qualquer outra coisa e dessa vez nem poderia culpar a ninguém por isto, pois havia sido ela mesma que havia procurado saber demais sobre o que não precisava.
Ela e Setsuna estava sentadas em poltronas em um dos vagões destinados a passarem o dia. Estavam praticamente sozinhas ali, o resto da Ala Alba provavelmente ainda estava envolvido em um jogo de carteado no vagão seguinte, que fora o que dera as duas a oportunidade de conversar com alguma tranquilidade.
A ruiva vinha notando um comportamento um tanto evasivo da espadachim com a namorada, o que a preocupou. As duas amigas já haviam lhe dado motivos o bastante para ter o instinto de ficar sempre de olho se estavam bem. Graças a isso Asuna aproveitara a primeira oportunidade durante a viagem, ainda no primeiro dia da viagem de trem para questionar a amiga sobre isto. Só que ela nunca esperaria por uma resposta sincera da amiga sobre algo tão. . .
― Foi você quem insistiu, Asuna. Eu tentei dizer que não era nada que precisasse saber. ― defendeu-se Setsuna vendo a expressão de choque da outra.
― B-Bom. . . ― começou Asuna, pigarreando para tentar desfazer a surpresa excessiva. ― Acho que todo o casal saudável passa por essa fase, não é mesmo? Você duas são jovens e se amam, então. . .
― S-Sim. ― Setsuna não conseguia evitar ficar bastante tímida ao falar dos seus "problemas", mesmo com sua grande amiga.
― E eu me preocupando! Hahahaha, vocês são umas bestas mesmo quando estão bem, hein!
― Ei! Não precisa também tirar sarro, Asuna-san. Além disso, tecnicamente, isso é um problema. . .
― Pois vocês deviam sim ter ficado na mesma cabine e deixado as coisas acontecerem naturalmente. Não adianta ficar nessa sua ansiedade maluca, Setsuna. ― Asuna estava quase rindo de si mesma por estar naquela situação, dando conselhos amorosos sendo que ela mesma nunca estivera ainda em nenhuma situação parecida com aquela.
― C-C-Como é?! ― Setsuna ficou ainda mais vermelha ao ouvir aquela sugestão. ― Isso não, Asuna! O Diretor iria descobrir rapidinho sobre isto!
― Ué, vocês não pretendem passar a vida inteira juntas? Ele não sabe disso?
― Sabe, mas as coisas não funcionam assim na cabeça de um avô. Ainda mais um avô poderoso e influente como é o Diretor!
― Eeee. . . Ainda acho que não adianta você ficar fugindo. Além disso, tenho certeza de que não vai poder fazer nada quando a Konoka decidir que é a hora.
― . . . ― Setsuna não soube como reagir a isto além de ficar quieta, com o rosto ainda corado. Asuna deixou a outra em paz e ficou observando a paisagem que já não era mais a do Japão, mas sim de uma terra paralela à Terra.




Já era quase meia noite quando Asuna conseguiu enfim chegar à cabine onde estava alocada para poder se preparar para dormir. Como estava dividindo com Konoka, não fez cerimônia colocou os pijamas ali mesmo. A maga estava lendo algum livro de história da magia que Asuna não tinha tido sequer curiosidade de ler as orelhas. Era uma verdadeira preguiçosa com literatura tradicional:
― Ei, por um momento nem pareceu que estamos viajando. ― disse a ruiva, referindo-se ao fato de estarem dividindo um beliche do mesmo modo que faziam nos dormitórios de Mahora. Então ela subiu para sua cama e sentiu um alivio maior do que o esperado quando deitou-se.
― Nee, Asuna. Estou começando a pensar que vamos ficar dividindo quarto assim até o fim da faculdade. ― comentou a maga, sem tirar os olhos do livro.
― Quem sabe.
Asuna sabia que não tinha qualquer utilidade se intrometer mais no assunto das duas amigas, porém dessa vez era o bichinho da diversão quem mais falava ao seu ouvido quando decidiu fazer algum comentário:
― Ei, Konoka. Estive interrogando sua namorada e ela me confessou que vocês estão num momento meio perigoso do namoro. ― disse Asuna, com um tom de divertimento bem evidente, para que a outra pegasse o significado disso instantaneamente.
― Como é?! ― o tom de surpresa que ouviu de Konoka deixou claro que ela havia entendido bem.
― Isso aí. A Setsuna é bastante ansiosa pra tudo ne. Mas é engraçado como ela ficou sem jeito.
― Er. . .
― Eu só estava preocupada com vocês duas, afinal aquela lá não consegue disfarçar quando tem alguma coisa incomodando. Só que eu não esperava que ela viesse falar tão abertamente do assunto. ― explicou a ruiva, para que não passasse por uma curiosa.
― Bom. . . Eu não estou assim tão preocupada com isto quanto a Set-chan. ― começou Konoka, um pouco mais agitada ao falar do assunto. ― Não que. . . eu não pense sobre isto, eu só. . . acho que não adianta ficar se preocupando como a Set-chan faz.
― Ne, eu falei pra ela que vocês deviam ter ficado na mesma cabine e deixar as coisas acontecerem naturalmente. ― provocou a ruiva.
― H-Hã?!
― Hahaha, foi só uma sugestão, ela não aceitou é claro. Mas se quiser eu posso dar uma lição pra Setsuna deixar de ser tão medrosa pra tudo.
― N-Não precisa se preocupar com isso, Asuna.
― E você não precisa ficar nervosa, Konoka. Eu sei que vocês vão ficar bem por si mesmas.
― Mou. . .




A viagem de trem foi como um todo bastante tranquila. O único imprevisto que ocorreu foi a parada do trem por uma tarde inteira, devido à uma tempestade que estaria acontecendo mais adiante no caminho. A essa altura Negi explicou que, apesar do clima quente de Husdeven, essas tormentas fortes não eram incomuns e podiam ser desastrosas. Graças a este pequeno incidente, a viagem que estava marcada para chegar na manhã de ???? acabou chegando apenas à tarde na bonita, porém nada luxuosa, estação da capital de Husdeven. A Ala Alba se apressou para desembarcar e sair da estação, para poder ver melhor aquela cidade:
― Nossa, se não tivessemos pegado um trem de magos para chegar até aqui, eu nem saberia que se trata de um país do mundo dos magos. ― disse Asuna.
― Ne, parece mais é um lugar meio perdido no tempo. ― comentou Haruna, que observava com atenção, como era o costume de seus olhos de ilustradora.
― Nem todos os territórios dos mundos paralelos à Terra são assim de aspecto tão mágico, manas. ― ponderou Kamo, que estava no ombro de Negi.
― Parece bastante com aquelas cidades de jogos de rpg, que tem uma cara antiga, mas não são sujas que nem as da Idade Média. ― comparou Kotarô dentro do que conhecia.
― Ei, Kotarô, não sabia que você ficava jogando video game nos seus encontros com a Natsumi.
― Encontros?!
― Negi-kun. ― chamou Konoka. ― Onde nós vamos passar essa noite? Será que conseguimos chegar até onde está a governante antes de anoitecer?
― Até conseguiriamos chegar, mas acredito que não é muito simpático chegar pedindo abrigo na hora do jantar. ― disse Negi. ― Acho que esta noite temos que procurar alguma hospedaria.
― Eu me pergunto que tipo de comida eles tem por aqui. . . ― disse Asuna, que já estava ficando faminta, apesar de não terem passado muitas horas do almoço.
O grupo partiu pelas ruas da cidade, observando a paisagem com curiosidade. Apesar da analogia pouco criativa, a comparação de Kotarô estava sendo bem mais próxima da realidade. Mesmo as roupas dos habitantes do lugar lembrava mais uma história medieval com ares de fantasia do que realmente algo que se esperaria do que deveria ser um país mágico. Ainda que Husdeven recebesse sempre estrangeiros, a Ala Alba chamou bastante atenção pelo caminho. O provável motivo era o fato de que, diferente dos outros magos, eles não estavam vestidos com roupas típicas da sociedade arcana, mas sim com trajes comuns.
Apesar das indicações escritas estarem em um idioma completamente desconhecido mesmo à Negi, na fala o grupo conseguia se entender em boa parte com os moradores locais, então não foi dificil encontrar uma hospedaria que ficava à uma distância onde já era possível enxergar as torres do palácio onde morava Delaro Igati. Antes que entrassem no local onde ficaria abrigados, Kamo saltou do ombro do amigo:
― Aniki, eu vou levar o comunicado de chegada aos vigilantes do palácio! Assim eles saberão que iremos visitá-los amanhã.
― Certo. Obrigado Kamo.
Depois de instalados em quartos individuais, boa parte da Ala Alba se reuniu no salão que deveria ser também o refeitório do lugar. Por sorte Asuna havia conseguido satisfazer temporariamente seu estômago com um pacote de salgadinhos que Konoka lhe dera. Era a maga quem estava controlando o suprimento de petiscos das duas, já que a ruiva tinha a mania de ficar comendo constantemente quando estava desocupada:
― Aff. ― suspirou Asuna, quando já estava reunida com Konoka, Setsuna e o trio biblioteca à uma mesa. ― Apesar de estarmos em um mundo paralelo à Terra e todas essas coisas, eu não me sinto com muita coragem para ficar passeando por ai.
― Realmente dá uma insegurança. ― concordou Nodoka.
― Se ao menos soubessemos de alguma atração para turistas. ― disse Haruna, que folheava entre dois almanaques de mangá com um ar de desinteresse.
― Eles não parecem ter preocupação sobre algo assim. ― ponderou Setsuna, observando um grupo de homens sentados à um canto. Jogavam cartas e bebiam.
― É, não encontrei nenhuma informação sobre algo assim nesta cidade. ― reafirmou Yue. ― Talvez se estivéssemos na cidade mais ao norte daqui, Husdragon, ao menos poderíamos ver uns monumentos de pedra ancestrais que se espalham por um vale.
― Pedras? Eu achava que essa viagem seria bem mais interessante. ― reclamou Asuna.
― Acho que vocês estão exagerando, para quem acabou de chegar. ― ponderou Konoka com seu ar alegre de sempre.
― Se serve de consolo, acredito que a próxima viagem será mais empolgante neste sentido. Yatt é uma cidade-estado litorânea bem mais movimentada e rica do que este lugar. ― comentou Yue, que já havia lido detalhes sobre ambos os países mágicos.
― Bom, quem sabe nós consigamos logo esses amuletos mágicos amanhã e já possamos voltar. ― disse Haruna com alguma esperança. ― Ao menos teríamos tempo de passar uma semana na praia antes de precisar partir para a próxima excursão. ― disse mais alegre, mencionando o plano diversão que haviam elaborado antes de partir. Setsuna foi a única que não pareceu tranquila com aquela ideia.
A noite chegou. Kamo retornou quando estavam quase servindo o jantar. Trouxe notícias boas: Delaro Igati aguardava-os na tarde do dia seguinte. O arminho acrescentou que a governante parecia bastante consciente da situação que levava a excusão de Mahora até ali e disse estar bastante interessada na conversa do dia seguinte. Negi presumiu com aquilo que a mulher pretendia, como lhe fora alertado por alguns professores, negociar a entrega do amuleto. Por sorte o garoto não havia vindo desprevenido para tal possibilidade.
Depois da refeição (um ensopado bastante comum) o grupo seguiu o costume local e ficou jogando cartas por várias horas àquela noite. Pouco a pouco as garotas resolveram ir se retirando até que restou na mesa apenas Negi, Konoka e Setsuna:
― Acho que não dá pra continuar jogando só com três pessoas. ― disse Setsuna, arrumando o baralho que ficara espalhado da última rodada.
― Ainda mais quando é quase impossível ganhar da Konoka-san.
― Não exagere Negi.
― Talvez eu deva ir me deitar também. ― ponderou o rapaz. ― Sabem, apesar de estarmos aparentemente bem, eu estou com uma ansiedade que não consigo compreender bem. Claro que não sou nenhum expert em presságios, mas dizem que cada mago deve escutar com atenção seus sentimentos.
― Acha que algo pode dar errado, sensei?
― Não sei mesmo, Setsuna-san. Espero que essa sensação seja apenas a ansiedade de estar buscando as relíquias escondidas pelo meu pai.
Então Negi se despediu do casal e dirigiu-se para o pavilhão dos quartos. Setsuna terminou de arrumar as cartas que guardou no bolso do casaco leve de verão que usava:
― Kono-chan? Está tudo bem? ― perguntou a shinmei, observando a distração na qual estava sua namorada.
― Ah, sim. ― respondeu Konoka, parecendo acordar de seus pensamentos. ― Acho que estou um pouco cansada apenas.
― Viajar é cansativo, Kono-chan. É melhor nos retirarmos também.
Ainda que a espadachim tenha feito um novo escândalo quando Asuna sugerira que ficassem em um quarto de casal na hospedaria, Sakurazaki havia tomado o cuidado de pegar duas instalações adjacentes. Ainda era uma guarda-costas e precisava estar sempre pronta para agir em alguma emergência.
Entrementes Konoka estava bastante concentrada em seus pensamentos. A maga não conseguia mais ignorar o fato de que, a cada noite que passava seus pressentimentos se tornavam mais claros e incisivos. Parecia claramente que quanto mais próxima do objetivo da excusão a maga estivesse, mais seus pensamentos e sonhos eram tomados por visões terríveis e violentas. Ela se arrependia de não ter comentado nada com Evangeline, antes do começo da viagem. Ainda que a vampira tentasse sempre passar uma imagem cruel, Konoka sabia bem que era na verdade bastante dedicada aos seus discípulos e aos (que não aceitava chamar de) amigos.
Konoka já estava paranóica com o que poderia acontecer. Seus sentidos estavam em maior alerta do que nunca naquela noite. Sabia que estaria sendo uma garotinha mimada, mas a verdade é que já não sabia como agir, graças àquele aperto terrível no peito:
― Ne, Set-chan. ― chamou a maga, interrompendo a namorada. As duas já estavam às portas dos aposentos de Konoka.
― O que? ― o tom sério na voz da Konoe surpreendeu e preocupou a espadachim.
― Será que você não se importaria de ficar no meu quarto essa noite, Set-chan?
― Ah. . . ― ainda que Setsuna tivesse percebido que o sentido daquele pedido era bastante sério, não conseguiu evitar corar um pouco. ― B-Bom, eu posso pegar o colchão do meu quarto, se você deseja, Kono-chan.
― É, isso seria ótimo. ― Konoka sorriu um tanto aliviada.
Setsuna não perdeu tempo e tratou de fazer a pequena mudança. Logo seu colchão estava ocupando quase todo o espaço disponível no chão do pequeno quarto individual que a maga estava hospedada. Setsuna então retornou ao seu próprio para colocar os pijamas:
― Ne, Set-chan. ― chamou Konoka quando a outra voltou já de roupa trocada para ficar de vez no pequeno quarto. ― Até que é bastante cedo ainda, podemos conversar um pouco antes de dormir.
― Como quiser, Kono-chan. ― apesar do nervosismo, Setsuna estava mesmo preocupada. Ela sabia bem que Konoka era uma pessoa muito mais forte do que ela para lidar com coisas ruins, então, se a maga estava demonstrando aquela apreensão é porque realmente as coisas estavam ruins para ela.
― Gomen ne. ― pediu Konoka quando ambas deitaram em seus colchões. A maga aconchegou-se mais próximo à beira da cama para poder fintar o rosto da namorada. ― Desculpe te chamar pra cá, mas eu não queria ficar sozinha esta noite.
― Não precisa se desculpar. Eu sempre vou querer estar na sua companhia, Kono-chan. ― respondeu Setsuna, esticando o braço para pegar a mão da namorada.
― Heh. Fiquei com medo de que recusasse.
― Você fala como se eu não gostasse de ficar mais tempo junto de ti, Kono-chan.
― Não seria por não gostar que você recusaria ne.
― . . . ― Setsuna não soube o que responder àquela indireta bastante direta e resolveu mudar um pouco o rumo da conversa. ― Kono-chan?
― Hm?
― O que está te preocupando?
― Eu. . . prefiro não pensar muito nisso, né. Por hoje acho que estar perto da Set-chan já está bastante bom para que nada aconteça.
Setsuna fintou o olhos castanhos que não escondiam muito bem o medo que havia no coração da maga. Porém a espadachim já havia compreendido que não adiantaria insistir.
― Se basta mesmo. . . ― começou a shinmei, sentando-se no próprio colchão. ― Então sorria um pouco mais, Kono-chan. ― e dizendo isto Setsuna depositou um beijo carinhoso nos lábios de sua amada. Quando se afastou, Setsuna pode ver um sorriso e bobo de Konoka, acompanhado de um leve rubor nas bochechas.
― Vamos dormir, né, Kono-chan.
― Está bem.

3 Responses so far.

  1. Saudações


    Um retorno digno de Shadow, que já me deixou curioso sobre o próximo capítulo...


    Até mais!

  2. Anônimo says:

    Bem, não acompanhei as outras sagas (e confesso q a forma como estão organizadas me deixou desanimada de procurar), mas estou curtindo shadow xD Na espera dos próximos capitulos!

  3. Um ótimo retorno da fanfic, Mazaki-san!

    Desculpe a demora em aparecer, estava relendo os capítulos anteriores e não ando com muito tempo livre...

    Foi um bom capítulo certamente, e estou ansioso pelo próximo, quero ver o que a governante de Husdeven está aprontando, e, óbvio, KonoSetsu!

    Enfim, espero logo poder retomar meus costumes por aqui, mas até lá, fiquem bem e tragam mais desses posts maravilhosos!

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