Posted by : LKMazaki quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Olá pessoal! Olha eu aqui novamente para trazer um último material de Mastered Negima antes da estréia da próxima série de fanworks do Kono-ai-Setsu! Como o prometido eis aqui os extras do terceiro arco de Mastered Negima.

Já avisando aos curiosos de plantão que estes extras (que na verdade são duas cenas intercaladas) vem para esclarecer e acrescentar informações sobre o misterioso assassino Claus Witchmore, vilão deste arco, e também para colocar algumas perguntar curiosas em nossas mentes. Apenas um pouco de maldade para deixar todos nós (eu também!) mais curiosos para saber o que vem por aí em Mastered Negima Shadow!

Como sempre, trago o link do arquivo em pdf e sempre recomendo que baixem para ter a história num formato prático a qualquer momento para uma leitura mais tranquila.


Boa leitura e até breve, com uma nova história aqui no Kono-ai-Setsu!


Elaborado e escrito por: Lilian K. Mazaki - http://twitter.com/LKMazaki - http://lkmazaki.blogspot.com
Aviso legal: Mahou Sensei Negima não me pertence, essa é uma obra de fã sem fins lucrativos.

Mastered Negima Destiny – Extras

EXTRA 1: RAZÕES PESSOAIS, PARTE 1
O apartamento tinha um leve odor de produtos químicos que remetiam a laboratórios de ciências. Estava tomado pelo breu da noite e os pertences do seu ex-habitante estavam espalhados e revirados por todos os cantos. Tudo era silêncio, tirando os passos cuidadosos da estudante.
Asuna Kagurazaka sabia que não deveria estar ali. Tinha plena noção de que entraria uma grande enrascada se algum mago descobrisse que estava dentro do apartamento de Claus Witchmore na noite subsequente à sua captura, antes mesmo do criminoso ser removido de Mahora. Seria acusada de cumplicidade com o lendário assassino, ainda que isto não fizesse qualquer sentido. Mas nada disso lhe importava enquanto observava o pergaminho que estava amassado e com partes rasgadas à um canto.
Ela precisava de uma resposta. Não conseguia aceitar a falta de explicação para as ações do Ice Soul. Ainda que ele fosse um assassino a centenas de anos, o que levava suas origens para longe de onde ela poderia investigar, Asuna sufocava por não conseguir entender os motivos das ações de Claus.
A jovem não aceitava pensar que o ex-professor não teria um motivo, ainda que talvez absurdo, para cometer aqueles crimes.
A cada cinco minutos a lembrança do olhar hesitante de Claus no momento decisivo da batalha retornava à mente da bakaranger trazendo consigo a culpa. Nada lhe tirava a impressão de que havia alguma injustiça escondida no meio daqueles fatos e, acima de tudo, Asuna tentava ignorar quando uma voz na sua consciência lhe dizia que estava apenas defendendo o segundo homem pelo qual se apaixonara na vida.
A ruiva pegou uma das pontas do grande pergaminho e o ergueu à altura da cabeça. Era realmente uma listagem numerosa. Eram centenas, talvez milhares, de nomes riscados, nos mais diversos idiomas. Não saberia dizer ao certo o quão antiga era aquela lista, mas imaginava que deveriam ser uns trezentos anos, como os magos diziam. Um calafrio percorreu a espinha da garota ao pensar em como uma pessoa poderia ser capaz de assassinar tanta gente. Recordou-se da máscara e do olho azulado de Ice Soul e teve certeza de que a imagem encaixava.
Mas ainda assim não fazia sentido quando lembrava de Claus Witchmore.
Asuna continuou refletindo em silêncio, deixando seus olhos vagarem por diversos nomes desconhecidos. Porém sentiu um aperto no peito quando um som veio das suas costas. Virou e vislumbrou uma silhueta sombreada pela cortina da janela da sala:
Quem. . . ― disse ela com a voz fraca, afetada pelo aspecto fantasmagórico da silhueta. Para seu assombro a figura se aproximou, sem fazer quaisquer sons de passos, saindo das sombras da cortina. Porém sua imagem era tomada por completo por um pesado manto que lançava sombras sobre o que seria seu rosto.
Kagurazaka Asuna. ― sibilou a figura com uma voz que parecia quase um sopro de ar. ― Eu sabia que iria encontrá-la aqui esta noite.
Quem é você? Um aliado do Ice Soul? ― perguntou a garota tentando disfarçar o temor que sentia. A ponto do pergaminho escapou de seus dedos sem que percebesse, indo parar novamente amarrotado no chão.
Não. Eu sou alguém que pode lhe dar as respostas que necessita. ― disse a figura, aproximando-se um pouco mais. Asuna recuou instintivamente, tropeçando no braço do sofá e quase caindo.
Mas. . .
Você quer saber o que move o Ice Soul, não é mesmo, Kagurazaka Asuna? ― disse a figura de voz fria e quase sussurrada ― Se me permitir, irei contar-lhe como esta lista começou.


EXTRA 2: A HISTÓRIA DE CLAUS
Num passado distante os magos viviam em paz, em meio as pessoas comuns, sem por elas serem descobertos. Aquele era um mundo medieval ainda, onde as histórias de magos e dragões acabavam as vezes por escapar e a povoar as lendas de aldeões como contos de bravura. Muitos Magister Magi tiveram suas jornadas passadas de geração em geração como histórias infantis e alguns tinham muito orgulho de poder inspirar pessoas que não sabiam verdadeiramente da existência de magia.
Nessa época existiu um jovem mago corajoso e sonhador. Seu nome era Claus Witchmore. Ele esforçou-se a vida toda para aprender mais e mais magias e assim tornar-se um lendário Magister Magi. Sonhava que seu nome fosse conhecido em todas as partes do mundo, seja oriente ou ocidente, mundo comum ou Mundus Magicus. Porém o poder de Claus não era tão extraordinário para que esse feito pudesse ser alcançado, ele era sim um mago, mas para ser uma lenda era preciso nascer com algo muito maior do que ele possuía.
Claus tinha um bom coração, porém os anos e os sonhos de que nunca realizaria começaram a feri-lo de modo profundo. Sentia-se revoltado, frustado, incapaz de viver por não ser capaz de cumprir a única meta que possuía na vida. Pouco a pouco, os fracassos e as constantes censuras irônicas dos outros magos quanto a sua ambição criaram uma dor imensa, sem igual no coração do rapaz.
Quando ele abandonou a escola de magia e a sociedade arcana para tentar esquecer a sua dor, o jovem encontrou um velho mestre que escondia-se em um pequenino vilarejo comum. Aquele velho ancião cativou a amizade do coração ferido, porém ainda puro de Claus. Ele contou-lhe sua ambição de tornar-se uma lenda e o mestre contou-lhe um segredo: havia sim uma magia que poderia lhe conceder uma fonte de magia muito maior do que a que possuía. O garoto animou-se e o mestre jurou-lhe que realizaria a magia, porque via nele uma bondade que o mundo necessitaria em momentos de dificuldade.
E assim os dois iniciaram os preparativos para a magia tão esperada por Claus. O mestre lhe pediu algo fundamental para a magia: que lhe trouxesse os 10 maiores magos brancos que existissem no mundo, não importa como. Apesar do pedido estranho Claus entendeu aquilo como uma convenção de magos brancos onde todos juntos ajudariam-se para enfim realizar a magia tão antiga e secreta que lhe concederia o poder. Afinal, se fosse algo comum aumentar desse modo o poder de alguém o mundo teria entrado em caos devido a quantidade de gente aumentando sem parar seus poderes.
Incrivelmente apenas usando sua sinceridade ele conseguiu levar um a um os magos brancos para o mestre, estava tão feliz por estar construindo o seu sonho que deixou a cargo do mestre cuidar da hospedagem e alimentação dos magos. Em 1 ano ele havia completado o objetivo de reuni-los.
Pobre Claus, estava completamente cego pelo seu sonho.
Apenas após reunir os magos, mais exatamente no dia em que o ritual tão esperado seria realizado que o jovem atentou-se de perguntar ao velho mestre onde estariam os magos brancos todos. Com um sorriso simplório o mestre revelou a prisão onde todos os grandes curandeiros estavam aprisionados naquele ano inteiro. Claus ficou em absoluto choque enquanto o mestre revelava que ele fora apenas usado, porque a magia verdadeira que ele executaria seria para sacrificar a vida de todos aquele curandeiros como oferenda para a evocação de um monstro milenar, o mais poderoso de todos, capaz de destruir o mundo inteiro em apenas uma noite.
Claus sentiu um ódio como nunca conhecera na vida, fora completamente enganado, fora ingênuo ao extremo, usado para realizar algo terrível. Tentou lutar com todas as suas forças contra o ancião, mas foi facilmente derrotado, o homem era um experiente mago negro e subjugou os poderes de Claus da maneira mais humilhante que conseguiu.
Uma vez derrotado, nada pode impedir o mago negro de sacrificar um a um os curandeiros. A cena repleta de sangue daquele ritual macabro ficou marcada na mente do jovem que teve que assistir a tudo sem conseguir mover-se de tão ferido. O sangue, os gritos, as ultimas palavras que cada mago deixou a ele, o garoto que tinha sido usado e completamente enganado pelo seu sonho tão cheio de ambição. Ao fim daquela cena grotesca, o gigante infernal surgiu, uma criatura sinistra que pausou a destruição que causava quando o feiticeiro que o invocou controlou-o com o livro negro que surgira no rito.
As batalhas que se seguiram daquilo pareciam não ter fim. Claus teve que presenciar a morte de dezenas, centenas de Magister Magi que tentaram impedir o feiticeiro com sua criatura de tomarem aquele reino da Europa. Parecia que em breve o mundo inteiro cairia aos pés daquele homem insano que brincava de boneco com o monstro mais poderoso criado pela magia negra secreta.
Porém Claus, mesmo sendo apenas um mago cretino ainda manteve a vigiar todas as ações do feiticeiro com seu monstro de estimação. No que aquilo o ajudaria não fazia ideia, mas tinha que tentar ao máximo, porque o mundo acabaria sucumbindo de fato pela sua burrice. E o tempo provou que isso traria resultado.
Vigiando secretamente ele pode ver como não era tão simples assim para o feiticeiro manter aquele monstro sob o seu controle. O mago e o monstro chegavam frequentemente a momentos de tensão onde a criatura quase saia do controle do outro e destruía tudo, incluindo o mesmo que o invocara. Quanto mais o tempo passava, mais indomável ficava a criatura terrível, a ponto de começar a atacar o feiticeiro nos momentos de fúria, não o matando por falta de tempo fora do controle.
Em uma noite, quando feiticeiro e monstro estavam em um novo castelo que haviam conquistado no Oriente Médio, Claus pode presenciar em segredo uma batalha feroz entre mestre e monstro. A batalha destruiu mais da metade do castelo e a criatura conseguiu atingir de modo fatal o homem pra então entrar novamente sob controle do livro misterioso que o impedia de destruir o mundo inteiro. O feiticeiro rumou cambaleando de modo frágil para dentro do que sobrou da construção, o sangue pingando pelo chão. Estava condenado. Aquela era a chance que Claus passou todos aqueles meses esperando!
O reencontro de Claus com o feiticeiro foi tenso, afinal o homem que o jovem mais odiava no mundo estava ali, caído aos seus pés, impossibilitado de qualquer defesa. Porém se ele se levasse pelo ódio o mundo inteiro pagaria, porque uma vez o mestre do livro que controlava o monstro destruído, este poderia vagar livremente, com o único objetivo de cumprir seu destino. Realmente Claus respirou profundamente para lembrar-se de tudo isso que era o que ele queria impedir, para então perguntar ao homem o que podia ser feito para impedir o fim do mundo.
O feiticeiro não estava conformado com aquele destino, mas estava mais do que claro que ele morreria em breve, não havia cura para aquele ferimento causado pela besta. Relutante ele abriu o livro negro que controlava o monstro e jogou-o aos pés do mago. E ali havia uma instrução de feitiço. O único feitiço capaz de deter a criatura mais poderosa que já pisara sobre a face da Terra.
Claus temeu em acreditar que aquele feitiço não seria uma armadilha, porém o rosto esbranquiçado do feiticeiro exigia pressa, pois a qualquer momento ele morreria e a criatura estaria livre para matar. Ele entoou as palavras sinistras ali escritas e algo aconteceu.
Uma figura encapuzada surgiu entre os dois homens presentes ali. a sua presença fazia todo o ar parecer congelado, quase como se ele fosse capaz de parar o tempo. A figura que falava sem a boca com uma voz espectral disse, sem mesmo ser explicado da situação que existia uma forma de conceder a Claus o maior poder mágico possuído por uma criatura naquele planeta. Seria alguma brincadeira do Destino?
Mas é claro que aquilo, por ser real, tinha um preço alto, muito alto. Uma vez que Claus tomasse para si aquele poder todo ele se tornaria imortal, porém não teria a liberdade de fazer de sua eternidade o seu reinado na Terra, muito pelo contrario. O preço da vida eterna ali, seria que ele teria que matar pessoas cuja a quantia de poder somada (fosse poder mágico, financeiro, de sangue ou etc) fosse equivalente a cem mil vezes a quantidade de poder que lhe seria concedida, o que por si era uma quantia imensa. Seria uma vida para assassinar, pois ninguém seria mesmo capaz de matá-lo ou detê-lo.
Claus esteve ali, diante da decisão mais importante da sua existência: tornar-se o mais poderoso de todos, porém também o maior assassino de toda a História, ou morrer aquela noite, quando o homem que o usara perecesse, alias, nesse caso não somente ele, mas o mundo inteiro pereceria. O sonho cheio de dor, ou a morte de todo o mundo?
O jovem Claus não poderia nunca prever que teria um dia que realizar seu sonho daquele modo. Se o soubesse, provavelmente teria mudado seu objetivo de vida para algo mais simplório e amigável do que poder.
E foi assim que Claus tornou-se o Ice Soul, o maior assassino de todos os tempos e destruiu facilmente a criatura tão poderosa aquela noite após a morte do feiticeiro. Daquele dia em diante Claus passou a amaldiçoar o Destino, tão impiedoso e inevitável. Para ele, dali em diante, a maior verdade do mundo é que o Destino é algo absoluto, nada pode mudá-lo e passou a ser seu Destino levar a morte aos magos, onis, hanyous e sacerdotes do mundo inteiro.
E assim foi durante mais de 400 anos, parecia que nada mudaria até o dia em que iniciou a jornada que daria uma nova virada, definitiva, em sua vida imortal que tanto odiava e apreciava ao mesmo tempo: ele conhecera Mahora.


EXTRA 1.1: RAZÕES PESSOAIS, PARTE 2
A misteriosa figura a muito já havia silenciado, mas a adolescente não teve qualquer reação. Ainda demorou alguns instantes para que Asuna saísse do transe no qual sua mente havia entrado, criando as imagens dos fatos que lhe foram narrados. Por um momento a ruiva observou o apartamento às escuras com um olhar interrogativo, sem recordar sequer que local era. Pouco a pouco as ideias foram encaixando-se novamente até que por fim o par de olhos bi colores voltou-se novamente para a silhueta a pouco mais de dois metros de distância.
Asuna estalou e afastou-se, tropeçando e caindo no sofá da sala. Compreendia agora não somente a trama por detrás da vida de Claus Witchmore como quem era aquele ser que havia feito o favor de mostrar-lhe a história. A respiração da ruiva era irregular e ela sentia as mãos geladas de medo. Ela não era do tipo de pessoa que se assustava fácil, por tanto não conseguia lembrar de qualquer outra vez na vida em que tenha se sentindo tão acuada:
Assustada, Kagurazaka Asuna? ― perguntou a figura, sem se aproximar. ― Deveria parar de se preocupar comigo e refletir mais sobre o que lhe contei.
Por que. . . Você me disse tudo isso? ― questionou a garota, sentindo que estava quase suando de tanto nervosismo.
Porque é uma boa história e você é a primeira pessoa nesses anos todos que realmente estava disposta a ouvir e aceitá-la. ― explicou a criatura sobrenatural com simplicidade e a ruiva aceitou aquilo como verdade. O silêncio caiu novamente enquanto a estudante mergulhava nos seus pensamentos agora confusos e agitados sobre tudo aquilo.
Isso é injusto demais. ― disse por fim Asuna, quebrando o momento parado.
Claus Witchmore apenas vive o que foi destinado a viver. Ele procurou e lutou para chegar a este caminho.
Ele só queria ser mais poderoso. ― tentou justificar a ruiva, que de entendia perfeitamente o sonho de um rapaz em se tornar mais poderoso do que já era. Centenas de jovens desejavam a mesma coisa todos os dias mesmo ali em Mahora. Por que justo Claus tinha que ter pagado tão caro por um pecado tão comum como a ganância?
E conseguiu.
Mas. . . Ele não queria causar todo esse mal. ― interpôs Asuna, irritada.
É o preço apenas, você deve entender algo sobre trocas, Kagurazaka Asuna.
O silêncio retornou e Asuna desviou o olhar mais uma vez da figura que já não lhe causava mais terror em estar ali:
O que pretende fazer agora, Kagurazaka Asuna? ― questionou primeiro o ser, num tom de desafio e a bakaranger pensou se era capaz de ler pensamentos.
Eu não sei. Só. . . Não consigo ver essa injustiça.
Pretende libertar o assassino de todas essas almas poderosas?
Eu. . .
Se você libertá-lo da prisão ele irá retomar o trabalho, pode ter certeza.
Eu vou libertá-lo. De você.
De mim. ― repetiu a criatura, com sua satisfação sendo ligeiramente encoberta pela leve surpresa. Provavelmente não esperava uma declaração tão ousada de uma mortal que nem recordava mais da extensão de suas habilidades como aquela bem ali.
Vou acabar com essa maldição idiota. ― afirmou Asuna, já tendo certeza de tudo o que precisaria fazer e de que seria capaz disso, não importaria o tempo que levasse.
Acredita que tens um poder tão grande assim, Kagurakaza Asuna? ― perguntou a sombra, tentando decifrar o que estava planejando a outra.
Eu não, mas. . . Eu vou conseguir o poder necessário. ― disse Asuna e finalmente o ser entendeu que ela estava se referindo aos amuletos que o Thousand Master escondera do mundo no passado e que agora poderiam cruzar seu futuro próximo. O ser não negou nenhuma vez a si mesmo que aquela jovem mulher era ousada como poucos.
Estarei esperando ansioso para ver isto acontecer. É hilário ver os humanos tentando lutar contra o que é inevitável. ― disse a figura, com uma satisfação enorme, desaparecendo quase que imediatamente, evaporando em pleno ar. Já havia cumprido sua parte e agora uma nova e divertida brincadeira começava.
Ainda demorou alguns minutos para que Asuna se sentisse segura para levantar novamente e caminhar em meio ao breu que tomava todo o apartamento. Chegou enfim à porta de saída e utilizou sua sensibilidade para saber se haveria algum mago próximo que pudesse detectar seus movimentos. Para sua sorte, estava tudo em paz.
Abriu a porta e deu uma última olhada no recinto. Estava com um gosto ainda mais amargo do que quando entrara ali. Agora sabia de uma verdade doloroso e injusta que não seria capaz de esquecer até ter tomado suas providências para contornar. Antes de fechar a porta disse uma última frase ao vazio, ou talvez àquela sombra de morte que fizera questão de lhe fazer conhecer novos pesadelos:
Você não manda no Destino, nem em mim.


Mastered Negima Destiny – Extras
FIM

5 Responses so far.

  1. Veka says:

    Uauuuuu!!! Coração em pausa aguardando enlouquecidamente a continuação!!! Está se superando Mazaki-san! Obrigada pelo seu esforço e parabéns!

  2. Nossa, Mazaki-san! Eu aqui, bocejando, pensando que talvez fosse melhor ler depois de um cochilo, para ter mais atenção, quando pego ali no post a frase "informações sobre o misterioso assassino Claus Witchmore". Despertei na hora e comecei a ler! Incrível mesmo, muito boa a ideia sobre como ele se tornou um matador de magos, introduziu um novo elemento, e deu vigor ao que está por vir. Parabéns, tenho certeza que seu próximo trabalho aqui (Shadow) será uma leitura tão ou mais instigante, e prazerosa! Espero que a Se-chan esteja se adiantando na leitura de Mastered Negima, ela vai acabar perdendo a chance de acompanhar algo ótimo, e sentir a emoção da ansiedade! Obrigado por nos dar essa leitura incrível. Até logo, eu espero que muito em breve! (Mas não se esforce demais! E se divirta!)

  3. Oi gente, obrigada mesmo pelos comentários! (Eu jurava que eram 3 comentários, but. . . vamos em frente!)

    Fico realmente grata que tenham gostado dos extras e desculpem se eu os fizer esperar um pouquinho por Shadow, já que a próxima publicação do KaS vai ser um fanwork de outra série amada por nós fãs. Fazer um suspense quase desnecessário XD

    De novo, muito obrigada, vocês me dão um apoio fundamental, podem ter certeza ^^

  4. Saudações

    Comentário extremamente tardio, e talvez deveras obsoleto em sua essência.
    Contudo, fiz questão de comentar apenas agora, após ter lido todos os trabalhos acerca de Destiny.

    Para ser extremamente sincero, gostei muito do que li. Estas histórias [paralelas] e/ou [fictícias], que têm por base personagens de obras existentes costumam, em boa parte, agradar ao público em geral.

    Mas a Mazaki conseguiu uma superação ainda à mais. Ao longo de tantas edições, basicamente é como se ela tivesse criado um [mundo paralelo] para o universo conhecido de Negima onde, salvo raras exceções, ela permitiu aos personagens que mantivessem seus comportamentos e carisma originais.

    Um grande trabalho o seu, Mazaki. Mantenha todo este pique e garra mas, por favor, não abuse. Você é uma jovem com muitos projetos e ideias em mente, o que é fantástico. Apenas trabalhe estes projetos no devido tempo, um por passo.

    Mas, reitero: parabéns mesmo, por todo seu empenho nesta obra tipo [fanfic], na qual quero crer que o próprio Ken Akamatsu lhe agradeceria pelo trabalho.

    Sucesso.


    Até mais!

  5. B. Muniz says:

    Que vergonha... Pensei ja ter comentado! O comentário de cima é o que penso! Sem tirar nem por, o modo (que ja comentei faz um bom tempo) sobre o modo que você retrata o cotidiano e os personagens dentro de seus limites originais! Ja li alguns trabalhos de outros fãs que me faziam pensar 'aff nada vê! Nunca a konoka ou setsuna faria isso, ou aquilo ou juntas' Oo enfim, parabéns. Volto a repetir, seu trabalho é muito bom, e você mais que ótima XD
    até a próxima o/

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