Posted by : LKMazaki segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Avisando que está versão do texto ainda não é completamente revisada ok?


Opiniões e críticas sempre ajudam, então se leu e gostou, ou não!, comenta aí =D






Heart 08 – Vampiras e canções de natal


                - O que?!?! Vocês decifraram o livro?!?!?! – exclamou Negi completamente estupefato, sendo distraído completamente da sua preocupação.

                - Na verdade, como o livro era codificado baseado em uma chave lógica literal é melhor dizer que encontramos a chave para traduzir tudo. – explicou Yue que mal podia conter sua empolgação com o feito.

                - Ein? Não entendi nada.... – comentou Asuna que estava sentada em sua escrivaninha, estavam no dormitório dela e de Konoka, um quarto que estava particularmente lotado, tamanha a quantidade de visitantes.

                - Eu também não entendo nada, mas o importante é que tá no papo, Asuna. – respondeu Paru, que estava em pé na porta para o corredor de saída do quarto. – Aliás, você parece bem melhor da gripe...

                - Eu disse que sou forte contra doenças. Aliás, a bronca já acabou?! – perguntou a garota inutilmente, vendo que o professor já estava empolgadíssimo vendo os resultados obtidos pela equipe que fora a Kyoto. A livreira parecia também consciente de que o garoto esquecera-se completamente de que estava brigando com as garotas por descumprirem as regras.

                - Quem liga, estamos aqui e vamos poder fazer seja lá o que for ne. – concluiu Paru sacudindo os ombros.

                - Quer dizer que agente ainda vai ter que traduzir esse negócio é? – perguntou Kotarô a Negi. Ele tentava acompanhar a conversa dos cdfs, mas era difícil.

                - Sim, faremos uma maratona o quanto antes e vamos enfim descobrir onde está essa tal fonte de poder secreta! – exclamou o professor-mago que naquele momento parecia mais num fã de dragon Ball tendo a chance de ir atrás das esferas do dragão.

                - Desde quando você ficou ganancioso desse jeito ein moleque? Andou aprendendo com o arminho sem-vergonha? – disse Asuna.

                - Que maldade Anechan! – exclamou Kamo de sua da cabeça da baka red, ofendido (“Ah, cê ‘tava ai...” comentou Asuna que não tinha percebido o animal).

                Todos conversavam animados em meio a tarde fria que fazia lá fora. Somente uma pessoa parecia completamente alheia a bagunça. Konoka olhava para fora da janela com uma freqüência que quase parecia um tique. Estava com as palavras mal ditas que ouvira pelo celular mais cedo.

                Quando ela já estava realmente ficando preocupada, finalmente o seu celular havia chamado, com o numero de Setsuna no visor. Ela atendera desesperada, querendo notícias, querendo saber quando veria a garota. Após uma conversa extremamente rápida, a espadachim lhe dissera que estava de volta a Mahora, mas que o clube de kendô estava precisando da ajuda dela, então só poderiam se falar talvez no início da noite.

                Que coisa mais cruel! Depois de dias sem nenhum contato ela simplesmente teria que esperar! O que tinha dado na cabeça da shinmei para tratá-la daquele modo evasivo?! Claro que ela sabia que a sua “quase-alguma coisa” estava confusa e apreensiva nas últimas semanas. Na verdade por um momento a “quase maga” havia se perguntado se a outra nunca mais voltaria de Kyoto.

                Aliás, que vida cheia de “quases” essa a dela:

                - Konoka, tudo bem? – perguntou Asuna, acordando a garota de seus pensamentos de jovem enamorada enfrentando seus primeiros problemas de amor.

                - Etto... tudo sim, Asuna. – respondeu a garota com um tom realmente nada convincente, mas que dizia “eu vou melhorar, então não se preocupe”. Asuna fez uma expressão desconfiada, afinal não se tinha como saber se uma bakaranger era capaz de entender essas mensagens subliminares. Mas logo as duas foram distraídas pelo celular de Negi tocando.

                - Alô... ah, mestra! O que?.... Ah... é que na verdade..... ah.... mas mestra... t-tudo bem... aham... claro.... sim... tudo bem me..... – e desligou o aparelho, voltando-se para olhar Asuna e Konoka. – A mestra disse para estarmos na praça sudoeste em meia hora. – disse ele.

                Asuna resmungou. Konoka ficou apreensiva, afinal a hora estava chegando e ela estava se sentindo cada vez menos pronta.



                - Perae, quer dizer que nos chamou simplesmente para carregar suas compras natalinas?!?! – berrou Asuna totalmente indignada.

                A garota acompanhada de Negi e Konoka tinha saído do aquecido dormitório para ir esperar na fria praça suoeste pela vampira que fizera questão de demorar um pouco e chegar sem  nenhum ar de pressa, acompanhada de Chachamaru:

                - Pode ser uma data critã, mas pelo menos é um motivo para fazer algumas coisas diferentes. – disse Evangeline ajeitando a gola fofa e quente do seu casaco de pele sintética (vai dizer que vampiros não se preocupam com o meio-ambiente...).

                - Argh, que droga! – gemeu a ruiva completamente inconsolável.

                - Porque tanta cena Kagurazaka?  Ontem mesmo você estava passeando por Mahora acompanhando o novo professor de Matemática. Ou será que com ele o inverno parece menos frio? – alfinetou a imortal com o sorriso mais debochado do universo.

                - E-ei! – para a surpresa de Negi, Konoka e Chachamaru, Asuna corou forte e gaguejou alguns instantes antes de conseguir responder alguma coisa inteligível. – Mas eu só acompanhei a Ayaka que estava mostrando a cidade para o Claus-sensei!!

                - Ah... então ele se chama Claus é..... – continuou a vampira com o ar ainda mais insuportavelmente sarcástico, fazendo os outros três (até mesmo a robô) segurarem risos.

                - Ah Eva!! Para de pegar no pé! – disse a bakared e a vampira realmente a obedeceu, na verdade por que voltou sua atenção para o coral que começara a cantar do outro lado da praça, fazendo várias pessoas que passavam, também parar para observar.

                Os cinco passaram alguns minutos apenas assistindo a apresentação das simplórias, mas bonitas músicas natalinas. Negi se surpreendia como Evangeline às vezes deixava escapar algum traço mais sensível de personalidade, como quando demonstrava seu agrado pelo natal:

                - Konoe – chamou de repente a loira, sem tirar os olhos do coral que ainda cantava alegre. Konoka se voltou para ela com um ar de culpa e apreensão que os dois amigos de quarto não entenderam.

                - Amanhã é o desafio e você não parece nada preparada, ou é impressão minha?

                - Desafio?- perguntaram Negi e Asuna juntos, mas foram ignorados.

                - Eu... acredito que treinei o suficiente para o desafio. – respondeu Konoka e Asuna se perguntou sobre o que afinal estariam falando. Que papo era aquele de desafio? Desde quando Konoka e Evangeline tinham negócios em particular que ninguém mais sabia?

                - E apesar disso a presença que sinto de você é tão fragilizada e ridícula que mesmo que estivéssemos no ambiente ideal, sei que não teria nenhuma chance.

                - ... – a quase maga evitou os olhos da vampira, para aumentar a confusão dos dois ruivos.

                - Mestra, do que vocês..... – tentou Negi, em vão.

                - Vai deixar mesmo que a burrice da Sakurazaki que façam perder a chance que eu te dei? – desafiou Evangeline com um olhar penetrante na direção de Konoka que ela pode sentir mesmo sem correspondê-lo.

                - Eva-san...

                - Porque não vai logo falar com aquela idiota e fazer ela te pedir desculpas por agir como uma retardada? Vai mesmo ficar enrolando e sofrendo por algo completamente desnecessário? Que gosto será que vocês adolescentes vêem nessa perca de tempo ein?

                O silêncio entre o grupo durou mais de um minuto. Onde Negi e Asuna continuaram a tentar entender aquela situação esquisita:

               - Você está certa... eu vou agora mesmo falar com a Se-chan.... Falta muito pouco até a hora do desafio.... Obrigada, mestra.

                - Nossa, que bom que eu não vou precisar desenhar... – respondeu sarcástica como sempre a vampira. Sem olhar para ninguém do grupo Konoka não só fez menção como afastou-se caminhando na direção da parte norte da cidade, onde era a sede do clube de kendô.

                - Eva... cê promete que vai explicar esse papo de desafio não é? Eu não entendi nadinha.... (nem os leitores devem ter entendido, sei lá...) – pediu Asuna com uma total expressão de baka-red.

                - Bem, primeiro vamos as compras, afinal eu escolho muito bem o peru para a ceia. Que delicioso costume dos humanos... – disse Evangeline quase salivando ao pensar num dos raros alimentos comuns que lhe agradavam.

                Enquanto caminhavam em direção ao super-mercado ali perto, Negi olhou rapidamente na direção norte, desejando sorte para a Konoka.

One Response so far.

  1. Anônimo says:

    nyahhhhhhhhh manda o proximo *-------* quero saber o que a konoka vai falar pra se-chan *morrendo de empolgação*
    ass:nana

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